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domingo, 9 de novembro de 2025

Blow Records, o melhor do flashback com inteligência artificial - #02

 

MC Nandinho e Mc Nego Bam em versão 1972 por IA.


Mais novidades da Blow Records, gravadora composta pelo Raul Vinícius Teixeira Silva, paulista de 22 anos, e por algumas ferramentas da inteligência artificial generativa, que transforma os funks, memes e outros sucessos brasileiros em músicas com sonoridade vintage ou retrô

Fonte: Revista Exame

https://exame.com/negocios/o-que-e-blow-records-funk-anos-80-tiktok-viral-raul-vinicius/




"Malandramente (1972)"
(de Luiz Fernando Felizardo Teixeira "Mc Nandinho" e Raphael Silva Bento "Mc Nego Bam", 2016) 

Aqui o funk mais tocado do ano de 2016 produzido por Dennison de Liam Gomes, o Dennis DJ com a participação de Mc Nandinho e Mc Nego Bam nas vozes principais, ganhou um arranjo de black music luxuoso à James Brown (1933-2006). "Fez parte da trilha sonora da novela 'Rosa dos Ventos' que foi exibida no ano seguinte pela TV Tupi", ironizou um internauta nos comentários. Risos. Curti de verdade essa versão.

 


"Os Muleke É Liso (1982)"
(de Rodolfo Martins Costa "Mc Rodolfinho", 2014)

Eu me viciei nessa versão da música do Mc Rodolfinho lançado originalmente em 2014, no auge do funk ostentação. Aí eu brinquei no Facebook / Instagram fazendo uma montagem audiovisual com essa música com a imagem da minha vitrola rolando um disco de vinil lançado pela Som Livre, imaginando se "Os Muleke É Liso" convertida para o pop do início dos anos 80 pela Blow Records fosse mesmo incluída no LP "Discoteca Hippopotamus - Funk, Rock, Reggae, Country & Other Things" lançada pela gravadora da Rede Globo em 1981! É lógico que coletânea Hippopotamus nunca incluía uma música nacional, mas essa do funk ostentação até que tem tudo a ver, inclusive pela letra que combina com o clima elitizado da discoteca frequentada pela high society carioca 😁. Só fiz isso para tirar onda pra combinar com o giro do vinil com uma das minhas etiquetas preferidas do bolachão, além da outra da Som Livre (aquela do espiral verde de 1971 a 1978 que procede esta do vídeo do S azul de 1978 a 1997) e o da CBS laranja em degradê (no Brasil, de 1977 a 1990).






Antes da próxima música, assista aos dois vídeos abaixo para entender melhor:

 


"Sucozinho"

Inspirado no meme restritamente regional em que um repórter humorístico entrevista um idoso no supermercado que se atrapalha ao converter a palavra "suco" no diminutivo, o que gerou uma piada maliciosa, Raul Vinícius produziu essa pedrada no estilo The Manhattans. Na primeira vez que eu ouvi essa, eu tive uma crise de gargalhadas.

 


"Acredita (1974)"
(de Paulo Henrique Ferreira da Silva "Mc Paulin da Capital, 2020)

Essa sem dúvida se tornou unanimemente a preferida dos seguidores da Blow Records. Essa versão black music gospel dos anos 1970 do Mc Paulin da Capital ficou impecável. "Ficou lindo demais. Parece uma mistura de Tim Maia e Tony Tornado", disse um internauta nos comentários do vídeo. Tamos junto! Já pensou se essa versão da música de 2020 fosse mesmo incluída no LP "Parada Nacional Do Sucesso" (volume 1) lançada pela Som Livre em 1974? Pois eu fiz essa brincadeira no Facebook / Instagram usando a mesma ideia d'"Os Muleke É Liso (1982)".

 







Veja tambem:
*E se "Descer Pra BC" fosse gravado na década de 1960? 
https://jotadejeane.blogspot.com/2025/01/e-se-descer-pra-bc-fosse-gravado-na.html

*Blow Records, o melhor do flashback com inteligência artificial dos anos 60, 70 e 80.

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