Querelas à parte, a boneca reflete algumas experiências com as quais algumas pessoas no espectro autista podem se identificar. Essas características incluem:
*Articulação nos cotovelos e pulsos, permitindo movimentos repetitivos;
*Olhar deslocado, refletindo como alguns membros da comunidade podem evitar o contato visual direto
*Um fidget spinner, usado por algumas pessoas como uma válvula de escape sensorial que pode ajudar a reduzir o estresse e melhorar o foco;
*Um fone de ouvido, usado por autistas para cancelar o ruído e, assim, reduzir a sobrecarga sensorial;
*Um tablet de CAA (Comunicação Aumentativa e Alternativa), usado por autistas para auxiliar na comunicação, no caso dos autistas não-verbais;
*Roupa de textura confortável que minimiza o contato do tecido com a pele, além de sapato baixo.
Conforme algumas fontes, a previsão é de que as tiragens brasileiras da boneca chegue ao mercado em julho de 2026.
Eu particularmente fiquei empolgada com a novidade, é um modelo de Barbie que eu, autista nível 2, esperava há anos desde que criaram a Barbie em cadeira de rodas, síndrome de Down, etc. E o que é melhor: além de eu me identificar com algumas características apresentadas (com exceção ao tablet), ela é da minha cor, mais ou menos do meu tom de pele. Tenho quase 44 anos (farei no dia 12 desse mês de março), mas eu adoraria tê-la, pois amo bonecas até hoje.
PROPAGANDA
A Mattel publicou o vídeo de divulgação da Barbie autista com as suas garotas propagadas Madison Marilla, colecionadora de Barbies e participante da edição americana da série de reality show "Amor no Espectro" ("Love On The Spectrum", Netflix, 2022-presente), a designer de moda Aarushi Pratape a garotinha Mikko e sua mãe Precious Hillé, todas elas autistas.







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