"O que é de verdade ninguém mais hoje liga: isso é coisa da antiga" - Ney Lopes e Wilson Moreira

Elsa (Frozen) ♥

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Show do Roberto Carlos em Blumenau: Eu Fui



Roberto Carlos durante seu show em Blumenau (foto: Site Oficial Roberto Carlos)


Blumenau, dia 4 de abril de 2013. Eu e mais 4 amigas chegamos lá pelas 17:15 ao Parque Vila Germânica (o parque da Oktoberfest) onde era o show do rei Roberto Carlos. O tempo tava feio, céu escuro, ameaçando a chover e eu meio com medo de que a qualquer momento viria chuva forte, como aconteceu nos dois dias antes, que resultou em alagamento em alguns bairros daqui de Itajaí e das cidades de Balneário Camboriú, e até mesmo em Blumenau. A abertura dos portões foi marcada para as 19 horas e o show para as 21 horas, mas havia fãs que estavam lá desde às 7 horas! Quando chegamos, já havia umas 12 admiradoras na nossa frente na fila das cadeiras não numeradas que eram as de custo mais acessível do show (R$100,00). Os ingressos mais caros custavam 350 reais. É a terceira vez que vou ao show do Roberto Carlos, sendo que a primeira foi em Balneário Camboriú, em 1999 (na época eu tinha 17 anos e já era fã do Roberto Carlos) e a segunda em Blumenau, no mesmo local, em 2007.



 Eu, durante a espera do Rei, no Setor 2 do Parque Vila Germânica.


As luzes do Setor 2 se apagaram para dar início ao show. Pra começar, o maestro Eduardo Lages regeu mais de 5 mil espectadores para cantarem "Como É Grande O Meu Amor Por Você" para receberem o cantor. Foi uma euforia, é claro! E o rei, como sempre, começou cantando "Emoções, sucesso de 1981. O som estava ruim no começo, mas, depois, a equipe técnica deu um jeito graças à insistência dos fãs.



Onde nós estávamos não dava para vê-lo direito. Como se vê na foto acima (clique na foto para ampliar), eu e minhas amigas, já que éramos "do fundão", nos levantamos das cadeiras (só uma amiga preferiu ficar sentada) e nos transferimos para a área espaçosa no centro, bem no limite da área das cadeiras não numeradas (uma espécie de "camarote de pobre", rs rs) pra apreciar o espetáculo em pé e ter a melhor visibilidade ao palco (é que somente na área das cadeiras não numeradas que era permitido ficar de pé no centro livre, afinal, ficava nos fundos do Setor 2). Junto conosco, tinha umas dez fãs que também se arriscaram a ficar o show inteiro em pé. Na nossa frente, um grande espaço contornado por cadeiras de outros preços. Houve somente a cabine da equipe técnica naquele espaço vazio. Melhor assim, né? Parece até que, mesmo a metros de distância, ficamos frente a frente com o ídolo. Uau! ♥
O cenário do palco era superlindo e criativo com vários canhões de luzes e pequenas lâmpadas ao fundo simulando brilhos das estrelas. Quando ficavam só essas lâmpadas acesas e um único holofote iluminando o Roberto Carlos assim que ele cantava "Detalhes", então...
Ainda falando na mesma música, a partir dali comecei a chorar feito bebê. As músicas seguintes foram "Desabafo" (1979), "O Portão" (1974), "Lady Laura" (1978) e "Nossa Senhora" (1993). Chorei durante a execução dessas músicas! (o último show dele que eu chorei foi em 1999 em BC quando ele cantou "Meu Menino Jesus", pois era uma música linda, do CD lançado no ano anterior. Foi só nessa música, mesmo). Me lembraram de como eu me encantava tanto com os belos arranjos originais destas músicas que eu ouvia nas férias de julho de 1997 (meus 15 anos!) em discos de vinil emprestados e às vezes das histórias curiosas de algumas dessas canções (o "Desabafo", por exemplo, é do emocionante LP de 1979 que, no meu ponto de vista, se dividia entre a felicidade de o Roberto ter encontrado o então seu novo amor, a Myrian Rios, em "Na Paz do seu Sorriso", e a tristeza da separação de sua primeira mulher, a Nice). E só.
Logo no finalzinho do show, entre as músicas "Como É Grande O Meu Amor Por Você" e "Jesus Cristo", o povo foi tudo pra frente do palco. Quem tava lá no fundo, no caso nós, também violou o limite da área. Lógico, no final valia tudo, já que era a hora das rosas!!! O tumulto era inevitável, por isso não me arrisquei a ir ao palco, apesar de que eu queria tanto pegar uma rosa. Snif, snif!!
Depois do show, fiz uma comprinha no bazar do Rei no lado de fora do Setor 2: camiseta do Rei, faixa do Rei (aquela de pôr sobre a testa) e fotos do Rei.Isso sem falar nas lindas fotos que uma amiga tirou comigo no lindo cenário típico alemão do Parque Vila Germânica em Blumenau.



A foto seguinte (clique na imagem para ampliar) é uma das minhas fotos preferidas do dia do show de Roberto Carlos. Pelo cenário? Sim, mas também por outra coisa: uma loucura. Naquela hora, vimos uma mulher passando por esse local com a rosa jogada pelo ídolo e lhe pedimos emprestado para a foto, só pra ter meus 15 segundos de sorte. Quando terminamos, agradecemos bobas à moça.



Ahá, mas eu não saí do show de mãos vazias! Essas são pedaços de pétalas de rosas (já secas) que a minha corajosa amiga pegou ao chegar perto do palco no meio de tanto empura-empurra. E mais: uma fã se distraiu ao deixar cair uma pétala de sua rosa do Roberto Carlos logo na saída. E eu e a minha amiga, na maior cara de pau, chegamos de fininho e pegamos do chão, huahuahua!!!!!


Enfim, vale a pena mesmo ir ao show do Roberto Carlos, é muuuito lindo!! Você pode até dizer "ah, mas que cara chato, todo ano são as mesmas músicas, todo especial seu de fim de ano é tudo igual!..." mas, se houver oportunidade, tente ir pelo menos uma vez que você vai ver como é excelente a orquestra, como é contagiante o carisma que o Roberto tem, como são um show as luzes no palco! [as mesmas coisas disse o pessoal do programa humorístico Pretinho Básico (mas eles falaram num tom sério, é claro!) da Atlântida FM Santa Catarina/Rio Grande do Sul, emissora de rádio do Grupo RBS, afiliada da Rede Globo nesses dois estados]

Valeu a pena cada segundo do show, cada gota de lágrima de emoção que derramei em boa parte do show e a maluquice que eu, outras amigas e mais dez fãs fizemos de deixar as cadeiras para assistir o show inteiro em pé no centro livre da área dos fundos do Setor 2 do Parque Vila Germânica em Blumenau, tudo para apreciar melhor o show do rei, rs rs!! Um amor, mesmo!!


Roberto Carlos em Blumenau (foto:Jeane Martins)


Video: Roberto Carlos em Blumenau (reportagem do Bom Dia Santa Catarina, da RBS TV)



Video: YouTube (  http://www.youtube.com/watch?v=cNJ-cV3sLDs )

sábado, 6 de abril de 2013

Bom Sábado!

Fiquem com a voz maravilhosa do Rildo Hora!


"Coisinha Especial"
Compositor e intérprete: Rildo Hora
(P)1966 RCA Victor, Radio Corporation of America (Sony Music Entertainment Brasil)



http://www.youtube.com/watch?v=kB4-1tUypQI

quarta-feira, 20 de março de 2013

"Emílio Santiago", segundo Luiz Carlos Prates



O sempre polêmico Luiz Carlos Prates, jornalista e comentarista do telejornal catarinense SBT Meio-Dia, exibido pelo canal SBT Santa Catarina (afiliada do SBT no estado brasileiro), ao falar sobre a morte do cantor Emílio Santiago (Emílio Vitalino Santiago, Rio de Janeiro, 6 de dezembro de 1946 — Rio de Janeiro, 20 de março de 2013), esculachou tanto o povo que só dá valor aos talentos depois que eles morrem, quanto a mídia alienadora que se vê forçada a fazer uma singela nota de falecimento do artista no canto qualquer de jornal.



Video: Emílio Santiago (20/03/2013) - Comentário de Luiz Carlos Prates




http://www.youtube.com/watch?v=jP_KALDv_34

terça-feira, 12 de março de 2013

O Compacto Simples de Rildo Hora (1972)



Todo bom compacto simples deixa pra gente aquela sensação de "queremos bis!". Com este do Rildo Hora lançado em 1972 não foi diferente. Afinal, o single inteiro tem a duração aproximada de 5 minutos e 50 segundos. Depois de "A Vez e a Hora de Rildo Hora", o gaitista mostra mais uma vez o seu (belo) dom como cantor neste compacto com as músicas "Anel de Latão (Jobiniano)" e a criativíssima "Diferenças", esta que teve a participação especial de Elizabeth Viana e que foi a canção concorrente do VII Festival Internacional da Canção da TV Globo.


Rildo Hora
(P) 1972 RCA Victor, Radio Corporation of America (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
101.0117
(obs.:este post só contem amostra de ficha técnica da obra citada)

1. "Diferenças" (participação especial de Elizabeth Viana)
do VII Festival Internacional da Canção
(Rildo Hora/Manuel Nunes)

2. "Anel de Latão (Jobiniano)"
(Rildo Hora/Silva Marques)

Coordenação geral: Ramalho Neto
Coordenação artística: Rildo Hora

segunda-feira, 11 de março de 2013

Pra Fazer Qualquer Um de Chorão






A pior gafe da semana aconteceu na TV Difusora (afiliada do SBT no Maranhão). O apresentador Zé Cirilo, ao anunciar a morte do Chorão (Alexandre Magno Abrão, São Paulo, 9 de abril de 1970 — São Paulo, 6 de março de 2013), vocalista do grupo Charlie Brown Jr., fez uma baita confusão: além de chamar o cantor de "Charlie Brown", achou que estava falando do Carlinhos Brown! Como se não bastasse, mandou executar a famosa canção do Benito di Paula achando que ela era um tributo ao falecido. Agora dizem que o mico já está cotado para o Top Five do programa CQC da Band. Caramba...




http://youtu.be/YdUf4Gk0Sb0


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

LISTAS - Eles também são portelenses!

Hoje a escola de samba Portela que eu amo fará 91 anos de fundação!! E para comemorar, vamos citar quem são os famosos torcedores e personalidades de uma das escolas mais queridas do Rio de Janeiro.



 Agepê (in memorian), cantor e compositor



Beki Klabin (in memorian), empresária e socialite


 Candeia (in memorian), cantor e compositor


 Carla Vilhena, jornalista


 Clara Nunes (in memorian), cantora


 Diogo Nogueira, cantor e compositor


 Dodô da Portela (Maria das Dores Rodrigues), a ex-porta-bandeira da Portela.


 Dorina, cantora




Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro.


 Gilberto Gil, cantor e compositor


 Glória Pires, atriz


 Ivan Lins, cantor e compositor


 Joanna, cantora


 João Nogueira (in memorian), cantor e compositor


Juliana Diniz, cantora e atriz


 Rildo Hora, compositor, produtor musical e gaitista.


 Roberto Canázio, radialista da Rádio Globo do Rio de Janeiro.


 Noca da Portela, cantor e compositor


 Paulinho da Viola, cantor e compositor


 Paulo da Portela (in memorian), compositor e fundador da Portela



Petkovic, ex-futebolista sérvio e treinador do Atlético Paranaense.


 Monarco, cantor, compositor e membro da Velha Guarda da Portela.


 Natal da Portela (in memorian), um dos fundadores da Portela.


 Nilze Carvalho, cantora e bandolinista



Marisa Monte, cantora e compositora


 Marquinhos Diniz, cantor e compositor



Mauro Diniz, cantor, compositor e cavaquinista.


 Leo Russo, cantor e compositor.


Luiz Ayrão, cantor e compositor


Lan, cartunista


Serginho Procópio, cantor, compositor, cavaquinista, membro da Velha Guarda da Portela e presidente da escola.


 Sheron Menezzes, atriz


 Teresa Cristina, cantora


 Thalita Rebouças, jornalista e escritora



Tia Doca  (in memorian), membro da Velha Guarda da Portela



 Vanessa da Mata, cantora



Zeca Pagodinho, cantor e compositor


Zé Keti (in memorian), compositor

 Tia Surica, cantora e membro da Velha Guarda da Portela



FONTES

Fanpage oficial Joanna - https://www.facebook.com/joannaoficial/photos/a.362841213753809.74366.246651992039399/641889655848962/?type=1&relevant_count=1

Blog Mais Memória - http://blog.maismemoria.net/?p=3681

Blog da Thalita Rebouças (Veja Rio) - http://vejario.abril.com.br/blog/thalita-reboucas/tags/portela

Portal Terra - http://diversao.terra.com.br/carnaval/rio-de-janeiro/sheron-menezzes-sonha-em-voltar-a-desfilar-pela-portela,a905ef714e7a4410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

Lan Esculturas (fanpage do Facebook) - https://www.facebook.com/lanesculturas/photos/a.280789625301572.69661.277516192295582/658682927512238/?type=1&relevant_count=1

Blog Compositores da Portela - http://compositoresdaportela.blogspot.com.br

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Apesar do estouro do tempo, Estácio de Sá fez um belo desfile

 Foto:Jornal do Brasil (clique na imagem para ampliar)



Foto: O Dia


A Estácio de Sá levou à Sapucaí na primeira noite do desfile das escolas de samba carioca do Grupo A, exibida pela TV Globo exclusivamente para o Rio de Janeiro, a vida e a obra do músico e gaitista Rildo Hora. A Estácio, no começo, entrou na avenida sob gritos de "é campeão" do público, mas, no final do desfile, a escola precisou correr no setor final da avenida e não conseguiu terminar no tempo regulamentar de 55 minutos, estourando em um minuto a sua apresentação, o que motiva a perda de um décimo na apuração. O problema do tripé na comissão de frente, no meio do desfile, foi o que provocou o atraso, segundo Marcão, um dos diretores de carnaval da Estácio. Como se não bastasse, a escola está comprometida também nos quesitos evolução, conjunto e harmonia devido à pressa dos componentes no encerramento. Mas, apesar dos deslizes, a Estácio de Sá não corre o risco de rebaixamento.
Deixando as tempestades de lado, a Estácio de Sá promoveu um "desfile com nível de grupo especial", como define o blogueiro Cadu Zugliani, do site SRZD, com carros culturais e luxuosos, fantasias de bom gosto e, é claro, uma homenagem emocionante ao Rildo Hora. A comissão de frente que recebeu o nome de "O Cordel Mamulengo do Menino Sonhador", uma das partes que eu mais gostei no desfile, era um show com bonecos de marionetes, o que fez o público da arquibancada aplaudir. E a fantasia na cor preta simbolizava a tinta que desenhava e dava a vida aos personagens de cordel, referindo-se à origem nordestina e à infância do artista nascido em 1939. A trajetória do Rildo foi contada no desfile desde Caruaru, sua cidade natal, até os Grammy's Latinos de melhores álbuns de samba, representados no último carro onde estava o Rildo Hora acompanhado da esposa, Luzinete, dos filhos Misael da Hora, Patrícia Hora e Ziraldo e de colegas de trabalho, como Analimar Ventapane (cantora e filha de Martinho da Vila) e Leo Russo. "É uma felicidade total. Vi minha vida muito bem contada na avenida. Acompanhei o enredo desde o início e foi tudo muito bonito, desde a sinopse do enredo feita em literatura de cordel.", disse o gaitista, feliz com a homenagem. Isso tudo sem falar que adorei aqueles bonequinhos nordestinos de barro, as baianas representando a mãe do Rildo que era professora de piano, a ala da bateria com o cabelo black power que o músico aderia até a década de 1990... Foi muito bom, amei! Parece até que a Estácio acertou em agradar não só aos fãs do Rildo Hora, como também a quem assistiu ao desfile.


Video: Rildo Hora momentos antes do desfile da Estácio de Sá



Video: http://youtu.be/3evO-mX3umE

Pra quem é de fora do Rio de Janeiro e quer ver o desfile na íntegra, clique no link seguinte:

http://www.youtube.com/watch?v=aEBs97ZBK-0



Rildo Hora no último carro do desfile da Estácio de Sá (Foto: site O Repórter)


Um velhinho serelepe

Rildo Hora esbanjou simpatia em cima do último carro, demonstrou fôlego de sobra depois de quase uma hora de desfile e não se cansou em nenhum minuto. "O pessoal foi muito competente. Estou muito feliz. Estou com o coração batendo normalmente. Não me cansei", afirmou o gaitista de 73 anos. "Eu pretendo ficar um velhinho serelepe. Andando em Copacabana, treinando meu fôlego para tocar minha gaita... Não pretendo 'entregar a rapadura' tão cedo", completou. O mais importante de tudo é que emoções ele viveu. E o público também.


Fontes:
* Expresso MT
http://www.expressomt.com.br/nacional-internacional/primeiro-dia-de-desfiles-da-serie-a-e--50781.html

* O Repórter
http://www.oreporter.com/Estacio-de-Sa-faz-bela-homenagem-a-Rildo-Hora-mas-detalhes-podem-tirar-a-escola-da-briga-pelo-titulo,9455998970.htm

http://www.oreporter.com/Homenageado-da-Estacio-de-Sa-Rildo-Hora-demonstra-folego-de-sobra-pretendo-ficar-um-velhinho-serelepe,9455898970.htm

"Nossa Escola de Samba" (1965)

 
Cena do documentário de Manuel Horácio Gimenez


Eu vi esse documentário nesta sexta-feira de carnaval (8/02) na TV Justiça e achei bem interessante o desfile da escola de samba de antigamente no Rio de Janeiro: a simplicidade dos carros e o ritmo lento dos sambas, bem diferente de hoje em dia que é acelerado.

"Solo de pandeiro no meio da avenida não tem mais não malandro, nos carnavais atuais!!!"
Ciclo Natural, na descrição do video no YouTube


"Nossa Escola de Samba" é um média-metragem de 1965 que mostra a escola de samba Unidos de Vila Isabel naquele ano quando, ainda no Grupo 2, foi vice-campeã com o enredo "Epopéia do Teatro Municipal". O documentário faz parte da compilação "Brasil Verdade" de 4 médias realizados entre 1964 e 1965 e lançados em forma de longa de episódios em 1968, que se tornou um dos clássicos do documentário brasileiro. A produção geral dos filmes foi de Thomas Farkas (Thomaz Jorge Farkas, Budapeste, 17 de outubro de 1924 - São Paulo, 25 de março de 2011).

Com roteiro e direção de Manuel Horácio Gimenez, "Nossa Escola de Samba" é um documentário social sobre o bairro carioca onde surgiu a Escola de Samba Unidos de Vila Isabel: o cotidiano do morro, as transformações que ocorrem todo ano quando se aproxima o Carnaval, os preparativos, os ensaios e finalmente o desfile na avenida. O média venceu Prêmio Dziga Vertov no Festival Internacional do Filme no Rio de Janeiro em 1967 e a Menção Especial no VIII Festival de Cinema dos Povos Florença na Itália, também em 1967.



"Nossa Escola de Samba" (de Manuel Horácio Gimenez)
 



Video: http://www.youtube.com/watch?v=WZrr2vse7EY


Festa de Lançamento do "Clube do Samba" (Fantástico, 1979)

"Meninos da Mangueira" - Ataulpho Jr. e Diogo Nogueira no programa "Samba da Gamboa" na TV Brasil