Meu nome é Jeane Martins, a Jê (com jota!).Sou de Itajaí,Santa Catarina e autista (e apaixonada pela Portela, a rainha do carnaval do Rio de Janeiro) :D - @jeaneportelense
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"O que é de verdade ninguém mais hoje liga: isso é coisa da antiga" - Ney Lopes e Wilson Moreira
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
"Somewhere Only We Know" - versão da Lily Allen
No Brasil, a gravação da música "Somewhere Only We Know" pela cantora britânica Lily Allen está em alta. A música virou jingle para a propaganda de empresa de celulares Vivo. Na verdade, é uma releitura da canção da banda compatriota Keane e é da autoria dos integrantes Tim Rice-Oxley, Tom Chaplin (o vocalista) e Richard Hughes. "Somewhere Only We Know" foi originalmente lançada como o terceiro single do álbum de estreia da banda, "Hopes and Fears" (Island Records / Universal Music, 2004). A versão de Lily Allen, usada para a propaganda da Vivo no Brasil, foi gravada em 2013 para o comercial de Natal de John Lewis, uma rede de lojas de departamentos espalhadas pelo Reino Unido. Esta regravação foi incluída como faixa-bônus para o terceiro álbum de estúdio da cantora, "Sheezus" (Parlophone / Warner Music, 2014). O vídeo oficial mostra os bastidores do anúncio natalino das lojas John Lewis intitulado "The Bear and the Hare" (em português, "O Urso e a Lebre").
O vídeo está no final da letra da música a seguir.
Segundo o site Portal Famosos, o comercial fez com que "Somewhere Only We Know" na voz de Lily Allen estourasse em vendas no Brasil. A faixa esteve em uma semana no Top 5 do iTunes Brasil.
capa do CD "Sheezus" de Lily Allen
Somewhere Only We Know
escrita por Tim Rice-Oxley, Tom Chaplin (o vocalista) e Richard Hughes
interpretada por Lily Allen
(P) 2014 Regal Recordings / Parlophone Records / Warner Music Group
I walked across an empty land
Eu caminhei por um lugar deserto
I knew the pathway like the back of my hand
Eu conhecia o caminho como se ele fosse a palma da minha mão
I felt the earth beneath my feet
Eu senti a terra sob os meus pés
Sat by the river and it made me complete
Eu me sentei ao lado do rio e ele me completou
Oh, simple thing, where have you gone?
Ah, simplicidade, para onde você foi?
I'm getting tired and I need someone to rely on
Estou ficando cansada e preciso de alguém em quem eu confie
I came across a fallen tree
Eu encontrei por acaso uma árvore caída
I felt the branches of it looking at me
Eu senti seus ramos olhando para mim
Is this the place we used to love?
Este é o lugar onde nós costumávamos amar?
Is this the place that I've been dreaming of?
Este é o lugar com o qual eu venho sonhando?
Oh simple thing where have you gone?
Ah, simplicidade, para onde você foi?
I'm getting old and I need something to rely on
Estou envelhecendo e preciso de alguém em quem eu confie
And if you have a minute why don't we go
E se você tiver um minuto, por que não vamos
Talk about it somewhere only we know?
Falar sobre isso num lugar onde só nós conhecemos?
This could be the end of everything
Isso poderia ser o final de tudo
So why don't we go
Então, por que não vamos para
Somewhere only we know?
Um lugar onde só nós conhecemos?
Somewhere only we know?
Um lugar onde só nós conhecemos?
Oh simple thing where have you gone?
Ah, simplicidade, para onde você foi?
I'm getting old and I need something to rely on
Estou envelhecendo e preciso de algo no qual eu confie
So tell me when you're gonna let me in?
Então me diga quando você vai me deixar entrar
I'm getting tired and I need somewhere to begin
Esou ficando cansada e eu preciso de algum lugar pra recomeçar
And if you have a minute why don't we go
E se você tiver um minuto, por que não vamos
Talk about it somewhere only we know?
Falar sobre isso num lugar onde só nós conhecemos?
'Cause this could be the end of everything
Porque isso poderia ser o final de tudo
So why don't we go
Então, por que não vamos para
Somewhere only we know?
Um lugar onde só nós conhecemos?
Somewhere only we know?
Um lugar onde só nós conhecemos?
Eu iria colocar só o vídeo da cantora britânica, mas a versão original da banda Keane também é ótima.
Somewhere Only We Know
escrita por Tim Rice-Oxley, Tom Chaplin (o vocalista) e Richard Hughes
interpretada por Keane
(P) 2004 Regal Island Records / Universal Music Group
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Especial Roberto Carlos em Santa Catarina - parte 1
Capítulo de hoje: Roberto Carlos em Balneário Camboriú e em Itajaí
#RobertoCarlosEmBalneárioCamboriú
Daqui a um mês, um dia após ao seu show em Florianópolis, Roberto Carlos virá para Balneário Camboriú (olá, vizinho lindo!) a 82 km da capital catarinense. E em memória disso, eu farei aqui no meu blog semanalmente até o dia do show do meu ídolo de pré-adolescência alguns posts sobre o rei da música popular brasileira. E para começar, um post bem singelo.
Esta é a segunda vez que Roberto Carlos vem fazer show em Balneário Camboriú, sendo que a primeira, como eu disse no outro post, foi no dia 30 de janeiro de 1999 na antiga Auto Cine New Star localizada na Avenida do Estado. Eu na época tinha dezesseis anos, faltando um mês e meio para completar dezessete e eu já era fã de Roberto Carlos fazia uns dois anos. Foi a primeira vez que eu fui ao show dele.
Reportagem publicada um dia antes do show de Roberto Carlos em Balneário Camboriú em 1999
Reportagem publicada um dia antes do show de Roberto Carlos em Balneário Camboriú em 1999
Mas se você acha que o Roberto Carlos nunca veio à minha querida Itajaí, aí é que você se engana. Em 1966 se eu não estou errada, mas sei que foi no auge da Jovem Guarda, Roberto se apresentou no estádio Marcílio Dias. A abertura foi com o show do grupo itajaiense Os Incandescentes (existente até hoje, contudo passando por várias formações ao longo dos anos) que usava a aparelhagem dos Jet Black's, a banda que acompanhou o jovem rei. (clique aqui para ver a foto no blog Clube dos Entas Itajaí). Outro registro do evento, do mesmo blog, é a foto do cantor sendo entrevistado pela Irene de Souza Boemer da Rádio Difusora AM (clique aqui).
Na próxima semana: como eu virei fã de Roberto Carlos (link seguinte). Até lá! :*
http://jotadejeane.blogspot.com.br/2016/08/especial-roberto-carlos-em-santa_25.html
Vejam outros posts da série "Especial Roberto Carlos em Santa Catarina:
http://jotadejeane.blogspot.com.br/search/label/Especial%20Roberto%20Carlos%20em%20SC
Na próxima semana: como eu virei fã de Roberto Carlos (link seguinte). Até lá! :*
http://jotadejeane.blogspot.com.br/2016/08/especial-roberto-carlos-em-santa_25.html
Vejam outros posts da série "Especial Roberto Carlos em Santa Catarina:
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quarta-feira, 27 de julho de 2016
"Me, Myself and I" - G-Easy e Bebe Rexha
Capa do single "Me, Myself and I" do rapper G-Easy
Desde que eu ouvi pela primeira vez na rádio, não paro de ouvir essa música. Acho que é por causa da voz da Bebe Rexha no refrão que gruda na minha memória.
"Me, Myself & I" é uma canção do rapper americano G-Eazy, com a participação da cantora compatriota Bebe Rexha. Foi lançada em 14 de outubro de 2015, como primeiro single do seu segundo álbum de estúdio "When It's Dark Out" (Sony Music). A canção foi produzida por Bebe Rexha, Michael Keenan e TMS (grupo inglês de compositores e produtores musicais formado por Tom Barnes, Ben Kohn e Peter Kelleher). A versão original de "Me, Myself and I" intitulada "I Don't Need Anything" cuja pequena amostra está no refrão foi escrita por Bebe Rexha, Lauren Christy e TMS e produzida pela Rexha e TMS no início de 2015. A música foi feita para o primeiro álbum de Rexha, mas não agradou ao selo pelo qual ela é contratada. Então, procurou pelo Gerald Gillum (nome de batismo do G-Easy) para compor um rap em cima da música e ele, que gostou da canção da moça, o fez. E é o sucesso mundial.
Bebe Rexha (aqui com o visual moreno) e G-Easy no videoclipe de "Me Myself and I"
"Me Myself and I"
escrita por Gerald "G-Easy" Gillum, Michael Keenan e Christoph Andersson
música incidental: "I Don't Need Anything", escrita por Bebe Rexha, Lauren Christy, Tom "Froe" Barnes, Ben Kohn e Peter "Merf" Kelleher
produzida por Bebe Rexha, Michael Keenan e TMS (Tom Barnes, Ben Kohn e Peter Kelleher)
(P) 2015 RCA Records / Sony Music Entertainment Group
Vídeo-áudio
Videoclipe
MÚSICA PARA CHORAR: "É Tão Lindo" - A Turma do Balão Mágico e Roberto Carlos
O grupo infantil com o rei. Foi tão lindo
Nunca chorei tão compulsivamente de emoção feito um bebê ao ouvir uma música, daqueles choros de deixar o rosto e o olho avermelhados, o nariz congestionado, a voz embargada e a respiração soluçante. E foi ao ouvir essa: "É Tão Lindo" gravada pela lendária Turma do Balão Mágico com o rei Roberto Carlos em uma de suas raras participações em discos de outros artistas. Esse foxtrote bonitinho é uma versão da música "It's Not Easy" do filme "Meu Amigo, o Dragão" ("Pete's Dragon", Walt Disney Pictures, 1977) e está no terceiro LP do grupo infantil lançado em 1984 e que eu considero o melhor da turma formada por Simony, Tob, Mike e Jairzinho (Jair Oliveira) e que eu só comprei no sebo no ano de 2000. É inexplicável o motivo da minha tamanha choradeira com a música. Talvez as razões sejam o arranjo de cordas (não tenho certeza, mas acho até que foi o Chiquinho de Moraes), a vozinha encantadora e inocente da Simony na época com 8 anos solando, a voz marcante do meu ídolo em uma canção destinada ao público infantil e o fato de a música ter sido lançada na época em que eu tinha dois aninhos de idade.
É Tão Lindo ("It's Not Easy")
escrita por Joel Hirschhorn e Al Kasha
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
interpretada pela Turma do Balão Mágico
participação especial de Roberto Carlos
(P) 1984 Discos CBS, Columbia Broadcasting System / Companhia Brasileira de Som (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
Se tem bigodes de foca
Nariz de tamanduá
Parece meio estranho, hein?
Também um bico de pato
E um jeitão de sabiá
Mas se é amigo
Não precisa mudar
E é tão lindo
Deixaassim como está
E eu adoro, adoro
Difícil é a gente explicar
Que é tão lindo!
Se tem bigodes de foca
Nariz de tamanduá
E orelhas de camelo, né tio!
Mas se é amigo de fato
A gente deixa como ele está
É tão lindo, não precisa mudar
É tão lindo é tão bom de se gostar
E eu adoro
É claro
Bom mesmo é a gente encontrar
Um bom amigo
São os sonhos verdadeiros
Quando existe amor
Somos grandes companheiros
Os três mosqueteiros
Como eu vi no filme
É tão lindo, não precisa mudar
É tão lindo deixa assim como está
E eu adoro e agora
Eu quero poder lhe falar
Dessa amizade que nasceu
Você e eu
Nós e você
Vocês e eu
E é tão lindo
- Tio
- Hein?
- É legal ter um amigo, né?
- É maravilhoso
Mesmo que ele tenha
Bigodes de foca e até um nariz de tamanduá
- E orelhas de camelo tio, lembra?
- Orelhas de camelo?
- É tio
- É mesmo, orelhas de camelo!
Mas é um amigo, né?
- É
- Então não se deve mudar.
https://youtu.be/JmmfKE8xuu8
segunda-feira, 25 de julho de 2016
O sambista Monarco ganhou busto na quadra da Portela
foto: Sambarazzo
Neste sábado (23 de julho) o cantor, compositor, presidente de honra da Portela e líder da Velha Guarda da Portela Monarco, 83 anos, foi homenageado da 12ª edição do Prêmio Plumas e Paetês na quadra da escola azul e branco. Durante a festa, foi inaugurado o busto de bronze do artista confeccionado por Vinícius Vaitsmann. "A Portela é minha vida", disse Monarco, em agradecimento a homenagem. Ele merece!
Fontes:
SRZD
Sambarazzo
Foto: fanpage Portela (Facebook)
Neste sábado (23 de julho) o cantor, compositor, presidente de honra da Portela e líder da Velha Guarda da Portela Monarco, 83 anos, foi homenageado da 12ª edição do Prêmio Plumas e Paetês na quadra da escola azul e branco. Durante a festa, foi inaugurado o busto de bronze do artista confeccionado por Vinícius Vaitsmann. "A Portela é minha vida", disse Monarco, em agradecimento a homenagem. Ele merece!
Fontes:
SRZD
Sambarazzo
Foto: fanpage Portela (Facebook)
domingo, 17 de julho de 2016
O rei Roberto Carlos pertinho de mim em setembro.
Ou melhor, não tão perto assim, claro, kkk... Segundo o colunista Cacau Menezes do Jornal Diário Catarinense, Roberto Carlos já agendou duas apresentações para o mês de setembro aqui em Santa Catarina. O cantor e compositor ainda está escolhendo duas opções para o show : uma lá na capital, Florianópolis, no dia 16 e outra no dia 17 aqui do ladinho de Itajaí: em Balneário Camboriú, no Music Park! Seria a segunda vez que Roberto Carlos se apresentaria nesta cidade, sendo que a primeira foi no dia 30 de janeiro de 1999 na antiga Auto Cine New Star localizada na Avenida do Estado. Eu na época aos 16 anos fui nesse show.
Atualização no dia 22 de julho: No dia 18 de julho foi confirmado os shows de Roberto Carlos em Santa Catarina nas datas citadas em seus respectivos locais.
http://dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/cacau-menezes/noticia/2016/07/show-de-roberto-carlos-sera-no-centrosul-6702136.html
segunda-feira, 11 de julho de 2016
RARIDADE: Propaganda do lançamento do LP da Turma do Balão Mágico de 1983
"Em discos e fitas, CBS"
Olha que raridade! O comercial do lançamento LP da Turma do Balão Mágico de 1983 (aquele do "Superfantástico" com a participação especial do Djavan no auge de sua carreira) pela Discos CBS (hoje Sony Music). Eu tinha um aninho na época, mas eu imagino que a propaganda foi exibida pela TV Globo na qual a turminha tinha o seu próprio programa infantil matinal diário. Eu tinha uma fita cassete personalizada e encomendada pelo meu pai com este álbum e mais algumas faixas do LP "Pirlimpimpim" (especial musical da TV Globo inspirado no Sítio do Pica-Pau Amarelo) que couberam na fita. Não tenho mais a fita, mas comprei este LP do então trio formado por Simony, Mike e Tob no sebo 17 anos depois, em 2000.
Vídeo: Arkivo MI/YouTube
Ainda falando neste maravilhoso disco: segundo o Wikipédia, o segundo álbum que leva o nome do grupo infantil vendeu mais de um milhão de cópias só entre setembro e dezembro de 1983. Você duvida?
Propaganda comemorativa de um milhão de cópias do LP da Turma do Balão Mágico veiculada em revistas e anunciada pela gravadora CBS/Sony Music. (foto: site Kids' Music)
Graças ao enorme sucesso que o 1º disco lançado em 1982 (aquele da "Galinha Magricela") tinha alcançado, Tomas Munõz se encarregou de montar um segundo álbum, e novamente Edgard Poças foi chamado para montá-lo e fazer versões de algumas faixas para o português. (...) Foram chamadas participações especiais de renome, como Djavan (na faixa "Superfantástico"), Baby do Brasil (na época Baby Consuelo) ("Juntos") e um arranjo melhorado (e põe melhorado nisso!). Lançado em setembro de 1983, o disco bateu um recorde: Só na semana de Natal, o disco vendeu mais de 1 milhão de cópias, crescendo a cada vez. O sucesso foi tão grande que o Balão tinha ganhado um programa na Rede Globo (em Março de 1983) recebeu um grande "upgrade", com mais desenhos, tempo de duração, etc. Também foi no Balão Mágico que Orival Pessini criou um personagem só para crianças e que até hoje é referência nacional para todas as idades, surgiu então, o inesquecível Fofão, um ser alienígena e intergalático, mistura de homem, cachorro, porco, palhaço, E.T. e etc.Para todo mundo, o Balão Mágico estava apenas começando.(Wikipédia)
Além de "Superfantástico" com Djavan, outras músicas que fizeram um estrondoso sucesso foram "Ursinho Pimpão", "Amigo e Companheiro", "Juntos" com Baby do Brasil (eu adorei a ideia do maestro Chiquinho de Moraes adicionar instrumentos de cordas e metais nessa música), "Ai! Meu Nariz" e "Mãe-Ie", única canção original do disco.
Curiosidade:
A então cantora Gabriela Ferreira, aquela do "Não É Fácil Chegar Aos Quinze Anos" e "Pego Um Martelo" participava do coro infantil no disco, junto à sua irmã, a também cantora Tatiana Ferreira.
"A Turma do Balão Mágico"
(P) 1983 Discos CBS, Columbia Broadcasting System (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
138256 (LP)
16228 (K7)
01- SUPERFANTÁSTICO (Super Fantástico)
Participação especial de Djavan
escrita por Ignácio Ballesteros e Gian Pietro Felisatti (Difelisatti)
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo de base: Lincoln Olivetti
Arranjo de cordas: Chiquinho de Moraes
Clique no link abaixo para assistir ao videoclipe de "Superfantástico", pois a Sony Music desativou a incorporação.
https://www.youtube.com/watch?v=bzC6PqPoaGs
02- AI MEU NARIZ! (Tengo un Grano en la Nariz)
escrita por E.T.A. Alvarez e E. A Bermúdez
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
03- URSINHO PIMPÃO (Mi Osito Pelón)
escrita por T. Landa e Jacob Taio Cruz
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Música Incidental: "Wiegenlied" ("Canção de Ninar", 1868), Op. 49, nº 4, de Johannes Brahms (1833-1897)
Arranjo: Chiquinho de Moraes
04- O MEU AVÔ (Abuelito)
escrita por Luis Gomez Escolar Roldan e Honorio Herrero Araujo
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
05- VOCÊ E EU (Tu y Yo)
escrita por Ignacio Ballesteros e Dennis Tempenau
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
06- SEU FELIPE, DORMINHOCO (Felipito, el dormilon)
escrita por E. A Bermúdez
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Arranjo: Chiquinho de Moraes
07- JUNTOS (Juntos)
participação de Baby Consuelo/ Baby do Brasil
escrita por Luis Gomez Escolar Roldan e Giannino Gastaldo
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo de base: Lincoln Olivetti
Arranjo de cordas e metais: Chiquinho de Moraes
Clique no link abaixo para assistir ao videoclipe de "Juntos", pois a Sony Music desativou a incorporação.
https://www.youtube.com/watch?v=jg88hrI1CBc
08- GAGUEJEI (Tartamudeo)
escrita por G. O. Montero, J. Oristrell e M.C. Alicart
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo de base: Lincoln Olivetti
Arranjo de cordas: Chiquinho de Moraes
09- AMIGO E COMPANHEIRO (Amigo y Compañero, Mi Maestro)
escrita por Teddy Jauren e Tulio de Rose
adaptação para o português de Carlos Pedro Ferreira
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
10- MÃE-IÊ
escrita por Osvaldo Nunes e Celso Castro
Arranjo: Lincoln Olivetti
Produzido por Mauro Motta
Assistente de estúdio: Carlos Pedro Ferreira
Estúdios
SIGLA (Rio de Janeiro)/SIGLA (São Paulo):
Edu, Luiz Paulo e Jorge Gordinho
TRANSAMÉRICA (Rio de Janeiro):
Rafael Azulay e Don
Coro adulto: Ângela, Carlos Pedro Ferreira, Edgardo Luiz, Jorge Ferreira, Lizzie Bravo, Malu Vianna, Maria Amélia, Myriam Peracchi, Regina Carvalho, Rita, Sylvinha Araújo, Sylvia e Vivian.
Coro infantil: Gabriela Ferreira, Tatiana Ferreira, Irene Faria, João Faria, Marya Bravo, Paulinho Pizziali, Pedro Reis e Rodrigo Peracchi
Capa:
Ilustração: Zélio Alves Pinto
Encarte ("cineminha de brinquedo"): Estúdio Sonia Robatto
Direção de arte: Geraldo Alves Pinto
Foto: L. Costa
Arranjo: Chiquinho de Moraes
04- O MEU AVÔ (Abuelito)
escrita por Luis Gomez Escolar Roldan e Honorio Herrero Araujo
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
05- VOCÊ E EU (Tu y Yo)
escrita por Ignacio Ballesteros e Dennis Tempenau
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
06- SEU FELIPE, DORMINHOCO (Felipito, el dormilon)
escrita por E. A Bermúdez
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Arranjo: Chiquinho de Moraes
07- JUNTOS (Juntos)
participação de Baby Consuelo/ Baby do Brasil
escrita por Luis Gomez Escolar Roldan e Giannino Gastaldo
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo de base: Lincoln Olivetti
Arranjo de cordas e metais: Chiquinho de Moraes
Clique no link abaixo para assistir ao videoclipe de "Juntos", pois a Sony Music desativou a incorporação.
https://www.youtube.com/watch?v=jg88hrI1CBc
08- GAGUEJEI (Tartamudeo)
escrita por G. O. Montero, J. Oristrell e M.C. Alicart
adaptação para o português de Edgard Barbosa Poças
Ed. Elam
Arranjo de base: Lincoln Olivetti
Arranjo de cordas: Chiquinho de Moraes
09- AMIGO E COMPANHEIRO (Amigo y Compañero, Mi Maestro)
escrita por Teddy Jauren e Tulio de Rose
adaptação para o português de Carlos Pedro Ferreira
Ed. Elam
Arranjo: Lincoln Olivetti
10- MÃE-IÊ
escrita por Osvaldo Nunes e Celso Castro
Arranjo: Lincoln Olivetti
Produzido por Mauro Motta
Assistente de estúdio: Carlos Pedro Ferreira
Estúdios
SIGLA (Rio de Janeiro)/SIGLA (São Paulo):
Edu, Luiz Paulo e Jorge Gordinho
TRANSAMÉRICA (Rio de Janeiro):
Rafael Azulay e Don
Coro adulto: Ângela, Carlos Pedro Ferreira, Edgardo Luiz, Jorge Ferreira, Lizzie Bravo, Malu Vianna, Maria Amélia, Myriam Peracchi, Regina Carvalho, Rita, Sylvinha Araújo, Sylvia e Vivian.
Coro infantil: Gabriela Ferreira, Tatiana Ferreira, Irene Faria, João Faria, Marya Bravo, Paulinho Pizziali, Pedro Reis e Rodrigo Peracchi
Capa:
Ilustração: Zélio Alves Pinto
Encarte ("cineminha de brinquedo"): Estúdio Sonia Robatto
Direção de arte: Geraldo Alves Pinto
Foto: L. Costa
♫Su-per-fan-tás-ti-co!♫
terça-feira, 5 de julho de 2016
Como o tempo passa rápido! Músicas brasileiras que completam 20 anos. (1996-2016)
Ivete Sangalo ainda na Banda Eva (foto acima) e o grupo Skank (foto abaixo): 1996 manda lembranças!
Primeiro, vamos relembrar o que houve em 1996, além das olimpíadas de Atlanta nos Estados Unidos. Na música internacional, iniciou-se a carreira mundial da cantora colombiana Shakira com lançamento do disco "Pies Descalzos" com seu maior hit, "Estoy Aquí". Nasceu Lourdes Maria, a primeira filha da rainha do pop Madonna que no mesmo ano gravava em Buenos Aires, capital argentina, o filme "Evita" inspirado na peça musical homônima de Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice (letra), a mesma dupla de "Jesus Cristo Superstar". O ex-menudo Ricky Martin volta às paradas com a música "Maria". Uepa! Mais de três décadas depois (com The Beatles), outra febre musical inglesa contagiou o mundo: Spice Girls. E por falar em Reino Unido, Princesa Diana (1961-1997) e Príncipe Charles oficializaram o divórcio. Na televisão, estreavam na TV Globo o sitcom "Sai de Baixo" e a bem-sucedida novela "O Rei do Gado" que foi reprisada no ano passado no Vale a Pena Ver de Novo. Para quem já tinha TV por assinatura, foram inauguradas a Globo News e as infantis Discovery Kids na América do Sul e a Nickelodeon brasileira. E as notícias que deram o que falar, como a suposta visita de um extraterrestre na cidade mineira de Varginha e, na capital capixaba, o caso da jovem que não aceitava o fim do namoro e, ao encontrar o ex-parceiro com a outra em um motel, decepou o seu pênis (!!!). O rock brasileiro ficou mais triste: morreu Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, devido às complicações causadas pelo vírus HIV. E o Brasil inteiro parou com a morte dos cinco integrantes da banda Mamonas Assassinas, vítimas do acidente aéreo fatal sobre a Serra da Cantareira em São Paulo enquanto voltavam de um show em Brasília no dia 2 de março.
A lista a seguir são músicas tupiniquins que, acredite ou não, completam 20 anos em 2016, lá do tempo em que as cores interessantes de esmaltes (laranja marca-texto, verde-limão, amarelo fluorescente...) começavam a surgir no mercado e em que a gente se encantava com as criancinhas fantasiadas, cada uma representando um mamífero, da propaganda dos leites Parmalat. :)
As músicas indicadas em asterisco (*) foram produzidas em outros anos, mas que foram sucessos em 1996.
Pôster do cantor e compositor Renato Russo publicado no jornal O Estado de São Paulo no dia seguinte da morte do líder da banda Legião Urbana.
Capa da Revista Veja em tributo aos Mamonas Assassinas (na foto, o vocalista bonitão Dinho)
Tomou? A propaganda da Parmalat fez tanto sucesso que a própria empresa lançou seus bichinhos de pelúcia
1- Rapunzel - Daniela Mercury
escrita por Alain Tavares e Carlinhos Brown
2- À Primeira Vista - Daniela Mercury
escrita por Chico César
(P) 1996 Epic Records / Sony Music Entertainment (Brasil)
"Feijão com Arroz" é o quarto álbum de carreira de Daniela Mercury e o segundo mais vendido, perdendo para "O Canto da Cidade" (1992). Dentre os grandes sucessos do disco estão o samba-reggae "Nobre Vagabundo", a axé "Rapunzel" ("amor de Julieta e Romeu/ igualzinho o meu e seu") e a balada "À Primeira Vista" que foi gravada originalmente pelo cantor e compositor brasileiro Chico César para seu álbum Aos Vivos (Velas, 1995) . "À Primeira Vista" na versão da Daniela foi para a trilha sonora da novela "O Rei do Gado".
3- Beleza Rara - Banda Eva
escrita por Ed Grandão
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Lembra daquele post do ano passado no qual eu dizia que quando eu vi pela primeira vez na TV a Banda Eva com uma certa vocalista linda de cabelos lisos, longos e escuros eu torcia pelo sucesso dela? Pois é. Aconteceu com "Beleza Rara"! E o Brasil inteiro começou a reconhecer a Ivete Sangalo. "Hoje sou feliz e canto..."
4- Dança do Bumbum
escrita por Sinho Revolução e Gilmar do Samba
5- Dança da Cordinha
escrita por Dito, Jorge Zárath e Renato Fechine
(P)1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Muita gente dançou ao som do grupo de pagode baiano É o Tchan. O álbum "Na Cabeça e Na Cintura" vendeu mais de 2 milhões de cópias no Brasil e recebeu uma certificação de Disco de Diamante Duplo, segundo a ABPD. Não foi à toa: ótimo do início ao fim!
6 -Vai Sacudir, Vai Abalar - Cheiro de Amor
escrita por Pierre Onassis
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Esta música é do álbum "É Demais Meu Rei", o décimo primeiro da Banda Cheiro de Amor e o primeiro com a nova vocalista, a sempre talentosa Carla Visi. Foi muita emoção no ar: "Vai Sacudir Vai Abalar" é considerada um clássico da banda.
7- Pinga - Pato Fu
escrita por John Ulhoa
(P) 1996 Plug / BMG Ariola Discos (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
"Eu tomo pinga!" A música que faz parte do segundo álbum da banda mineira, "Tem, Mas Acabou" é, digamos, uma "sofrência punk" que fala de uma pessoa nos frangalhos que, a princípio, questiona a saída na bebida e, depois de ter ingerido todas, fala coisas desconexas: "Se eu fosse o Pelé tomava café / Se eu fosse o Tostão tirava o calção / Se eu fosse o Dario pulava no rio / Se eu fosse o Garrincha não pulava não.".
8-Tão seu
escrita por Samuel Rosa e Chico Amaral
9- Garota Nacional - Skank
escrita por Samuel Rosa e Chico Amaral
(P) 1996 Chaos Records / Sony Music Entertainment (Brasil)
Para mim, "O Samba Poconé", terceiro álbum do Skank, merecia ser o melhor disco pop-rock de 1996. Embora o CD seja ótimo desde a primeira até a última faixa, apenas três músicas dele foram executadas nas rádios: "É Uma Partida de Futebol", a ska "Tão Seu" e a deliciosa "Garota Nacional" cujo clipe polêmico, cheio de sensualidade e nudez femininas e com participações de atrizes da TV Globo, foi eleito o melhor na categoria Escolha da Audiência no VMB (Video Music Brasil, premiação do canal MTV Brasil) de 1996.
10- A Namorada - Carlinhos Brown
escrita por Carlinhos Brown
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
Um dos primeiros mega-sucessos da carreira solo de Carlinhos Brown que estourou nas rádios e na TV e o seu videoclipe contava com a participação da atriz Camila Pitanga.
11- Na Estrada - Marisa Monte*
escrita por Carlinhos Brown e Marisa Monte
(P) 1994 EMI Music / Universal Music Brasil
Ainda falando em Carlinhos Brown, esta música é um dos seus inúmeros trabalhos em parceria com a Marisa Monte. "Na Estrada" faz parte do álbum da cantora, "Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão" (Nos Estados Unidos o disco recebeu o nome de "Green, Blue, Yellow, Rose & Charcoal") lançado em 1994, mas ganhou notoriedade dois anos mais tarde por ter feito parte da trilha sonora da problemática novela "Vira-Lata" da TV Globo.
12- Lourinha Bombril (Parate y Mira) - Os Paralamas do Sucesso
escrita por Bahiano e Diego Blanco / versão em português: Herbert Vianna
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
O que quase ninguém sabe é que a ska "Lourinha Bombril" dos Paralamas do Sucesso que fala de misturas raciais e culturais no Brasil na verdade é uma versão de uma música pop da banda argentina Los Pericos. Note-se na letra que a banda liderada por Herbert Vianna faz uma menção à marca de sorvetes norte-americana Häagen-Dazs, no verso "Häagen-Dazs de mangaba". Segundo o site Milkpoint, a marca de sorvetes só chegou ao Brasil dois anos após o lançamento de "Lourinha Bombril", em 1998.
13- Jardins da Babilônia - Barão Vermelho
escrita por Rita Lee e Lee Marcucci
14- Vem Quente Que Eu Estou Fervendo - Barão Vermelho
escrita por Carlos Imperial e Eduardo Araújo
(P) 1996 WEA Discos / Warner Music Brasil
Ambas as músicas fazem parte do décimo disco de carreira da banda Barão Vermelho, "Álbum", no qual ela faz versões cover desde o ex-membro Cazuza ("Só As Mães São Felizes" de Cazuza e Frejat) até Bezerra da Silva ("Malandragem Dá Um Tempo" de Adelzonilton, Popular P e Moacyr Bombeiro), Roberto Carlos ("Não Há Dinheiro Que Pague" de Renato Barros) e Gang 90 e as Absurdettes ("Perdidos na Selva" de Júlio Barroso), além de Rita Lee ("Jardins da Babilônia") e Erasmo Carlos ("Vem Quente Que Eu Estou Fervendo"). Foi o primeiro álbum da banda a ser certificado com Platina pela ABPD, com 280 mil cópias vendidas.
15- Aviso aos Navegantes - Lulu Santos
escrita por Lulu Santos
16- Dancin' Days
escrita por Nelson Motta e Rubens Queiroz
(P) 1996 RCA Discos / BMG Ariola Discos (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
O álbum "Anti Ciclone Tropical" traz esses dois sucessos, sendo que "Dancin' Days" é a regravação do grupo feminino As Frenéticas para a novela homônima setentista da TV Globo. Para levantar-se da cadeira e dançar bem ou mal.
17- A Feira - O Rappa
escrita por Marcelo Yuka
18- Pescador de Ilusões - O Rappa
escrita por Marcelo Yuka
(P) 1996 WEA Discos / Warner Music Brasil
Muitos acham que "Rappa Mundi" que trazia hits como "A Feira", "Pescador de Ilusões" e a releitura de "Vapor Barato" (de Wally Salomão e Jards Macalé gravada originalmente pela Gal Costa) foi o primeiro CD da banda, mas na verdade foi o segundo, sendo que o primeiro que leva o nome da banda não obteve sucesso. O grupo conhecido por suas letras de forte cunho social em uma mescla de rock, reggae, rap e MPB foi introduzido no cenário nacional graças ao disco lançado em 1996. Um projeto que valeu a pena. Ê, ê!
escrita por Renato Russo, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
"A Tempestade ou O Livro dos Dias", ou apenas "A Tempestade", é o sétimo álbum da banda brasileira de rock Legião Urbana, lançado em 20 de setembro de 1996. É o último disco lançado pela Legião Urbana com Renato Russo ainda vivo, sendo que após o lançamento do mesmo o cantor veio a falecer. Como também seria o disco que marcaria a volta do Legião Urbana depois de dois trabalhos solos de Renato Russo, os álbuns "The Stonewall Celebration Concert" (1994) e "Equilíbrio Distante" (1995). A maioria das letras do disco (escrita em 1996, durante os sintomas da doença de Renato) é considerada melancólica e triste, como se pode ver em canções, entre elas, "Via Lactea". O disco vendeu quase 1 milhão de cópias na época, sendo um dos discos mais vendidos do ano de 1996 e o quarto mais vendido da banda.
20- Água Mineral - Timbalada
escrita por Carlinhos Brown
(P)1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
"Olha olha olha olha a Água Mineral". A música é curtinha (menos de um minuto e meio), mas o clima de alegria da mesma é enorme, tanto que é impossível ouvir uma só vez! Essa água mineral do Timbalada nunca saciava a sede dos foliões.
21- S.O.S. Brasil - Cidade Negra
escrita por Toni Garrido, Da Gama, Lazão, Bino e Bernardo Vilhena
22- Firmamento (Wrong Girl To Play With) - Cidade Negra
escrita por Henry Lawes e Winston Foster / versão em Português: Toni Garrido, Da Gama, Lazão e Bino
(P) 1996 Epic Records / Sony Music Entertainment Brasil
Dois dos principais sucessos do álbum "O Erê", o quarto da banda Cidade Negra.
23- Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda (Casinha de Sapê) - Kid Abelha
escrita por Hyldon
(P) 1996 WEA Discos / Warner Music Brasil
A canção gravada originalmente em 1973 pelo próprio cantor e compositor Hyldon ganhou uma roupagem reggae da banda carioca que anunciou seu fim na noite de 22 de abril deste ano :'(
24- Estou Apaixonado (Estoy Enamorado) - João Paulo & Daniel
escrita por Donato e Estefano / versão em português: Carlos Colla
(P) 1996 Chantecler / Warner Music (Divisão Continental)
A balada romântica que faz parte do sétimo álbum de João Paulo & Daniel é uma versão de "Estoy Enamorado" da dupla Donato (Donato Proveta, de Havana, Cuba) & Estéfano (Fabio Alfonso Salgado, natural de Cali, Colômbia) que foi incluída na trilha sonora internacional da novela "Explode Coração" (aquela do cigano Igor).
25- Sem Medo de Ser Feliz - Zezé Di Camargo & Luciano*
escrita por Zezé di Camargo
(P) 1995 Columbia Records / Sony Music Entertainment (Brasil)
26- Doce Mistério - Leandro & Leonardo
escrita por Nil Bernardes, Luiz Schiavon e Marcelo Barbosa
(P) 1996 Warner Music (Divisão Continental) (hoje Warner Music Brasil)
27- Coração Sertanejo - Chitãozinho & Xororó
escrita por Neuma Morais e Neon Morais
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Todos esses três hits sertanejos faziam parte da novela "O Rei do Gado", um grande sucesso da TV Globo. Como eu disse em um post no ano passado, a trilha sonora também marca a reunião dessas três duplas sertanejas mais queridas do Brasil que comandavam o show "Amigos", um programa musical de fim de ano da emissora que teve sua primeira edição no final do ano anterior ao folhetim. O volume 1 de "O Rei do Gado" foi a trilha sonora de novela que bateu recorde de vendas: mais de um milhão e meio de cópias em LP's e CD's, desbancando a trilha internacional de "Dancin' Days" de 1978.
28- Indiferença - Zezé Di Camargo & Luciano
escrita por Zezé di Camargo
(P) 1996 Columbia Records / Sony Music Entertainment Brasil
Se você não aguenta mais aquela pessoa que só te trata mal, é só cantarolar o refrão: "é a sua indiferença que me mata..." :)
29- Mulher de 40 - Roberto Carlos
escrita por Roberto Carlos e Erasmo Carlos
(P) 1996 Amigo Records / Sony Music Entertainment Brasil
Eu não lembro a data exata de quando este CD do Roberto Carlos chegou às lojas, mas eu, a fã adolescente (na época eu tinha 14 anos), lembro que eu comprei logo na semana seguinte que chegou. Depois de homenagear as baixinhas ("Mulher Pequena", 1992), as gordinhas ("Coisa Bonita", 1993) e as míopes ("O Charme dos Seus Óculos", 1995), Roberto Carlos encerra o ciclo de tributos musicais às mulheres dedicando às quarentonas, "Mulher de 40". Aliás, "esse disco de 1996 marcou uma série de despedidas: foi o último álbum lançado em vinil e foi um dos últimos álbuns a constar quase que totalmente de canções inéditas e assinadas pela dupla Roberto e Erasmo". (site Galeria Musical). Deste disco eu também gosto da religiosa "O Terço" e "Tem Coisas Que a Gente Não Tira do Coração" (ambas de Roberto e Erasmo) e "Assunto Predileto" (de Eduardo Lages e Paulo Sérgio Valle).
Vídeo: trecho de Roberto Carlos Especial de 1996
30- Recado à Minha Amada - Katinguelê
escrita por Juninho e Salgadinho
(P) 1996 East West / Warner Music (Divisão Continental)
A fama do grupo Katinguelê em todo o território nacional chegou ao lançar o 3º disco (1996) pela gravadora Continental, tendo como título "No Compasso do Criador" que quase vendeu 1 milhão de copias. Deste trabalho expandiu de Norte a Sul do Brasil o sucesso "Recado À Minha Amada". Imagine quantas meninas suspiravam pelo vocalista Salgadinho, hein?
(P) 1996 East West / Warner Music (Divisão Continental)
A fama do grupo Katinguelê em todo o território nacional chegou ao lançar o 3º disco (1996) pela gravadora Continental, tendo como título "No Compasso do Criador" que quase vendeu 1 milhão de copias. Deste trabalho expandiu de Norte a Sul do Brasil o sucesso "Recado À Minha Amada". Imagine quantas meninas suspiravam pelo vocalista Salgadinho, hein?
31- Teu Charme - Os Morenos
escrita por Reinaldo Arias e Ronaldo Monteiro
(P) 1996 RCA Discos / BMG Ariola Discos (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
escrita por Reinaldo Arias e Ronaldo Monteiro
(P) 1996 RCA Discos / BMG Ariola Discos (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
Olha só o que fez o charme dessa música! Repetindo o sucesso de "Marrom Bombom", "Teu Charme" do grupo Os Morenos é mais um a cair no gosto dos fãs de pagode.
32- Tanajura - Negritude Jr.
escrita por Charlles André e Netinho de Paula
música incidental: "Jeannie", tema da série "Jeannie É Um Gênio"("I Dream of Jeannie") composto por Hugo Montenegro
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
Um misto de mambo com pagode que fez muita gente dançar naquela época.
escrita por Charlles André e Netinho de Paula
música incidental: "Jeannie", tema da série "Jeannie É Um Gênio"("I Dream of Jeannie") composto por Hugo Montenegro
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
Um misto de mambo com pagode que fez muita gente dançar naquela época.
33- Sozinho - Raça Negra
escrita por Luiz Carlos e Elias Muniz
(P) 1996 Comercial Fonográfico RGE, Rádio Gravações Especializadas, LTDA.
Depois do majestoso sucesso de "É Tarde Demais", a banda Raça Negra volta com mais um pagode romântico também da autoria da dupla Luiz Carlos e Elias Muniz.
34- Samba Diferente - Grupo Molejo
escrita por Wagner Bastos e Anderson Leonardo
(P) 1996 East West / Warner Music (Divisão Continental)
"Coloque as duas mãozinhas pra frente (...) pra cima e pra baixo é assim que se faz. / Pode quebrar o pescocinho pro lado (...) faz carinha de quem tá gostando demais". Um jeito realmente diferente de sambar, não é? (rs!)
35- Pimpolho - Art Popular
escrita por Leandro Lehart
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
"Temporal", o terceiro CD de carreira do grupo de pagode Art Popular, ia do pagode romântico "Nani" (autoria do vocalista Leandro Lehart e cantado pelo também vocalista Márcio Art) ao pagode malicioso "Pimpolho".
escrita por Luiz Carlos e Elias Muniz
(P) 1996 Comercial Fonográfico RGE, Rádio Gravações Especializadas, LTDA.
Depois do majestoso sucesso de "É Tarde Demais", a banda Raça Negra volta com mais um pagode romântico também da autoria da dupla Luiz Carlos e Elias Muniz.
34- Samba Diferente - Grupo Molejo
escrita por Wagner Bastos e Anderson Leonardo
(P) 1996 East West / Warner Music (Divisão Continental)
"Coloque as duas mãozinhas pra frente (...) pra cima e pra baixo é assim que se faz. / Pode quebrar o pescocinho pro lado (...) faz carinha de quem tá gostando demais". Um jeito realmente diferente de sambar, não é? (rs!)
35- Pimpolho - Art Popular
escrita por Leandro Lehart
(P) 1996 EMI Music / Universal Music Brasil
"Temporal", o terceiro CD de carreira do grupo de pagode Art Popular, ia do pagode romântico "Nani" (autoria do vocalista Leandro Lehart e cantado pelo também vocalista Márcio Art) ao pagode malicioso "Pimpolho".
36- Verdade - Zeca Pagodinho
escrita por Nelson Rufino e Carlinhos Santana
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music Brasil)
Dez anos depois de gravar o seu primeiro disco, Zeca Pagodinho lança o "Deixa Clarear", o décimo álbum de sua carreira e segundo pela gravadora PolyGram/Universal Music na qual o sambista está até hoje e a que levou o Zeca ao sucesso absoluto. A canção "Verdade", conhecida como "descobri que te amo demais", além de abrir o disco, é o carro-chefe deste trabalho.
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music Brasil)
Dez anos depois de gravar o seu primeiro disco, Zeca Pagodinho lança o "Deixa Clarear", o décimo álbum de sua carreira e segundo pela gravadora PolyGram/Universal Music na qual o sambista está até hoje e a que levou o Zeca ao sucesso absoluto. A canção "Verdade", conhecida como "descobri que te amo demais", além de abrir o disco, é o carro-chefe deste trabalho.
37- Devagar, Devagarinho - Martinho da Vila*
escrita por Eraldo Divagar
escrita por Eraldo Divagar
(P) 1995 Columbia Records / Sony Music Entertainment Brasil
Além do Zeca, Martinho da Vila que é um dos meus sambistas favoritos. Em 1996 ele ainda emplacava com o álbum "Tá Delícia, Tá Gostoso" (aquele de "Mulheres") lançado no ano anterior.
Além do Zeca, Martinho da Vila que é um dos meus sambistas favoritos. Em 1996 ele ainda emplacava com o álbum "Tá Delícia, Tá Gostoso" (aquele de "Mulheres") lançado no ano anterior.
38- Enquanto Durmo - Zélia Duncan
escrita por Zélia Duncan e Christiaan Oyens
(P) 1996 WEA Discos / Warner Music Brasil
Um ano depois de lançar o seu primeiro sucesso, "Catedral" e antes do lançamento do seu álbum seguinte, "Intimidade", “Enquanto Durmo” foi incluída na trilha sonora da novela "Salsa & Merengue". Só no primeiro mês, “Intimidade” vendeu 80 mil cópias e Zélia ainda foi premiada como Melhor Cantora pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).
(P) 1996 WEA Discos / Warner Music Brasil
Um ano depois de lançar o seu primeiro sucesso, "Catedral" e antes do lançamento do seu álbum seguinte, "Intimidade", “Enquanto Durmo” foi incluída na trilha sonora da novela "Salsa & Merengue". Só no primeiro mês, “Intimidade” vendeu 80 mil cópias e Zélia ainda foi premiada como Melhor Cantora pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).
39- Florentina - Tiririca
escrita por Tiririca
(P) 1996 Chaos Records / Sony Music Entertainment Brasil
O primeiro e grande sucesso do cearense Francisco Everaldo Oliveira Silva, o popular Tiririca. O cantor, compositor, humorista e hoje deputado federal de São Paulo começou a atuar como palhaço em barracas, espécie de pequenos circos, muito comuns no Nordeste. Devido ao grande sucesso alcançado nesses espetáculos, os barraqueiros da região se cotizaram e pagaram as primeiras mil cópias do CD de estreia, que bateu índices recordes de vendagem_ mais de 1,5 milhão de cópias_, isso graças à exaustiva execução nas rádios da canção de estilo regional nordestino "Florentina". Distribuída inicialmente pelas regiões de Juazeiro e Pernambuco, pouco tempo depois a música se tornou conhecida nacionalmente. A gravadora Sony Music comprou o disco e o lançou para o resto do Brasil. Tiririca também bateu recordes de audiência em programas televisivos, que anteriormente pertenciam ao grupo Mamonas Assassinas e outra canção que obteve relevante sucesso foi "Eu Sou Chifrudo". Na época, "Florentina" virou uma moda grudenta. A música foi inspirada numa personagem real, Florentina, que foi namorada de Tiririca quando ele tinha dezoito anos, e que como ele próprio reconhece nunca foi uma deusa grega. Com o sucesso da canção, Tiririca batizou a filha com o mesmo nome. O clipe da música foi gravado em 1996 no Parque Beto Carrero World na cidade catarinense de Penha (a 28 quilômetros daqui de Itajaí) após o empresário tê-lo descoberto num shopping de São Paulo, com a direção de Jodele Larcher. (Wikipédia)
Qualquer semelhança com "Catarina", música caipira cantada pelo Trio Mineiro em 1962 é mera coincidência.
(P) 1996 Chaos Records / Sony Music Entertainment Brasil
O primeiro e grande sucesso do cearense Francisco Everaldo Oliveira Silva, o popular Tiririca. O cantor, compositor, humorista e hoje deputado federal de São Paulo começou a atuar como palhaço em barracas, espécie de pequenos circos, muito comuns no Nordeste. Devido ao grande sucesso alcançado nesses espetáculos, os barraqueiros da região se cotizaram e pagaram as primeiras mil cópias do CD de estreia, que bateu índices recordes de vendagem_ mais de 1,5 milhão de cópias_, isso graças à exaustiva execução nas rádios da canção de estilo regional nordestino "Florentina". Distribuída inicialmente pelas regiões de Juazeiro e Pernambuco, pouco tempo depois a música se tornou conhecida nacionalmente. A gravadora Sony Music comprou o disco e o lançou para o resto do Brasil. Tiririca também bateu recordes de audiência em programas televisivos, que anteriormente pertenciam ao grupo Mamonas Assassinas e outra canção que obteve relevante sucesso foi "Eu Sou Chifrudo". Na época, "Florentina" virou uma moda grudenta. A música foi inspirada numa personagem real, Florentina, que foi namorada de Tiririca quando ele tinha dezoito anos, e que como ele próprio reconhece nunca foi uma deusa grega. Com o sucesso da canção, Tiririca batizou a filha com o mesmo nome. O clipe da música foi gravado em 1996 no Parque Beto Carrero World na cidade catarinense de Penha (a 28 quilômetros daqui de Itajaí) após o empresário tê-lo descoberto num shopping de São Paulo, com a direção de Jodele Larcher. (Wikipédia)
Qualquer semelhança com "Catarina", música caipira cantada pelo Trio Mineiro em 1962 é mera coincidência.
40- Dig Dig Joy - Sandy & Júnior
escrita por Feio e Zé Henrique
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Pois é. Por mais que a gente se surpreenda, a música infantil "Dig Dig Joy" faz isso tudo: 20 anos! "'Dig Dig Joy' eu enjoei bastante de cantar quando eu fazia dupla com meu irmão", disse a Sandy que hoje é mãe do Theo e jurada do programa Superstar da TV Globo numa entrevista recente ao GShow. A canção bubblegum não durou muito tempo nos palcos, já que, na época, Sandy e Júnior Lima já entraram para a fase pré-adolescente (ela tinha 13 anos e ele 12). Tanto o repertório quanto o figurino da dupla começaram a ficar menos infantis.
escrita por Feio e Zé Henrique
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Pois é. Por mais que a gente se surpreenda, a música infantil "Dig Dig Joy" faz isso tudo: 20 anos! "'Dig Dig Joy' eu enjoei bastante de cantar quando eu fazia dupla com meu irmão", disse a Sandy que hoje é mãe do Theo e jurada do programa Superstar da TV Globo numa entrevista recente ao GShow. A canção bubblegum não durou muito tempo nos palcos, já que, na época, Sandy e Júnior Lima já entraram para a fase pré-adolescente (ela tinha 13 anos e ele 12). Tanto o repertório quanto o figurino da dupla começaram a ficar menos infantis.
41- Tic, Tic Tac - Carrapicho
(P) 1996 BMG Ariola (hoje Sony Music Entertainment Brasil)
Grupo Carrapicho
A febre da música amazonense contagiou o resto do Brasil graças ao "Tic Tic Tac" ("bate forte o tambor..."), música do grupo Carrapicho. "Tic, Tic Tac" na verdade é uma canção do Boi Garantido do ano de 1993, mas ficou mais conhecida quando foi lançada pelo grupo amazonense três anos depois, em 1996. Neste mesmo ano, um produtor francês, Patrick Bruel, ouviu a toada na versão do Carrapicho e decidiu lançá-la na França. O sucesso foi tão grande que acabou tornando-se um hit do verão europeu. O Carrapicho chegou a assinar contrato com a BMG francesa. Além da França, o sucesso do grupo em solo europeu estendeu-se a países como Alemanha, Bélgica, Suíça, Polônia, chegando até Israel e Líbano. No Brasil, a música foi apresentada pela primeira vez no mesmo 1996 em rede nacional no programa Domingo Legal (SBT), sob apresentação de Augusto Liberato (Gugu), que convidou o grupo para se apresentar em seu programa após ter ouvido e constatado o sucesso do grupo na Europa, quando viajava em férias.
42- Vermelho - Fafá de Belém & Davi Assayag
escrita por Chico da Silva
(P) 1996 Columbia Records / Sony Music Entertainment Brasil
Fafá de Belém e David Assayag
O compositor Chico da Silva
Outro hit que vem lá do Amazonas. E uma história bem curiosa sobre esta música. Em 1996, o compositor Chico da Silva compôs a toada (canção) "Vermelho" para o Festival Folclórico de Parintins em Amazonas. Durante a gravação do CD, Chico se desentendeu com a diretoria da Associação Folclórica Boi-Bumbá Garantido e decidiu retirar sua toada da lista de seleção. Porém, antes mesmo de ser executada nas rádios, a toada já era conhecida por toda a população amazonense, sucesso decorrente apenas de sua execução nos ensaios. A diretoria entrou em acordo com Chico e a toada foi gravada no CD oficial na voz de David Assayag. A música estourou no restante do Brasil após ter sido gravada pela cantora baiana Márcia Freire, em 1996. De acordo com a Folha de S.Paulo, "Vermelho" foi a música mais executada nas rádios do Brasil naquele ano e a composição se tornou parte dos bens imateriais do patrimônio cultural do Estado do Amazonas. Na voz de Márcia Freire a toada amazonense extrapolou as fronteiras nacionais e virou a sensação do Festival do Avante em Portugal. No mesmo ano, a sempre poderosa Fafá de Belém também regravou a canção no álbum intitulado "Pássaro Sonhador" (Sony Music) com a participação de Davi Assayag, intérprete original. (Wikipedia)
43- Soul de Verão (Fame) - Sandra de Sá
escrita por Dean Pitchford e Michael Gore / versão em português: Nelson Motta
(P) 1996 WEA Discos / Warner Music Brasil
A música que já foi jingle da propaganda dos chinelos Rider é uma adaptação livre da música "Fame" gravado pela cantora e atriz Irene Cara (aquela do tema do filme "Flashdance") para o filme musical homônimo de 1980 (no Brasil, "Fama") no qual ela também atuava. Esta regravação é do décimo segundo álbum de Sandra de Sá, "A Lua Sabe Quem Eu Sou", o mesmo com a música "Sozinha" ("Sozinho", de Peninha) que posteriormente foi gravada pelo próprio compositor, pelo Tim Maia e pelo Caetano Veloso.
44- Mama África - Chico César
escrita por Chico César
(P) 1996 MZA Music / PolyGram Discos (hoje Universal Music Brasil)
"Mama África" é a canção do primeiro álbum de estúdio do cantor e compositor paraibano Chico César. No ano anterior, ele já havia lançado a música para o seu álbum ao vivo, intitulado "Aos Vivos". O famoso videoclipe gravado no bairro do Corrente onde Chico César nasceu, na cidade paraibana de Catolé do Rocha, venceu o prêmio de melhor clipe do ano pela MTV.
45- Maracatu Atômico - Chico César & Nação Zumbi
escrita por Nelson Jacobina e Jorge Mautner
(P) 1996 Chaos Records / Sony Music Entertainment Brasil
"Maracatu Atômico" é uma canção composta por Nélson Jacobina e Jorge Mautner, cantada pelo próprio Jorge no álbum "Jorge Mautner" (Polydor/Universal Music, 1974). No mesmo ano, Gilberto Gil regravou para o álbum "Cidade do Salvador" (Philips/Universal Music) .
Vinte e dois anos depois, o grupo Chico Science & Nação Zumbi, expoentes do manguebeat, a regravaram para "Afrociberdelia", o segundo álbum da banda e último com o líder Chico Science (1966-1997).
46- Sanduíche - Companhia do Pagode
escrita por R. Lima, A. Júnior e Robson
(P) 1996 Mercury Records / PolyGram Discos (hoje Universal Music)
Conhecida como "A Dança do Maxixe", o refrão é cantarolado até hoje: "é um homem no meio com duas mulheres fazendo sanduíche". O Companhia temperou e o Brasil gostou do sabor.
Veja também: as músicas que completaram 20 anos em 2015:
http://jotadejeane.blogspot.com.br/2015/04/como-o-tempo-passa-40-musicas.html
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Morreu aos 57 anos Mário Sérgio do Grupo Fundo de Quintal
Uma pena. Fundo de Quintal é um dos meus grupos de samba preferidos e me surpreendi com esta triste notícia.
Na madrugada de domingo, dia 29 de maio, morreu Mário Sérgio Ferreira Brochado aos 57 anos, um dos integrantes do Grupo Fundo de Quintal. Segundo a produção da banda, uma semana antes ele estava internado para o tratamento de linfoma. O corpo do músico foi enterrado em Cotia, na Grande São Paulo
Mário Sérgio era compositor, cantor e cavaquinista. O músico era considerado um dos principais compositores Fundo de Quintal, sendo o autor de diversas composições como: "Alem dos Sonhos da Ilusão"; "Brasil Nagô"; "Menina da Colina"; "Ira de Hortelã", entre outras.
Além de Mário, o Grupo Fundo de Quintal era formado por Bira Presidente, Sereno, Ubirany, Ademir Batera e Ronaldinho. Já gravou 32 álbuns, com 15 discos de ouro e quatro de platina. Nasceu do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, no Rio de Janeiro, e é berço de artistas como Jorge Aragão, Sombrinha, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Walter Sete Cordas, Cléber Augusto e Neoci. Mário Sérgio chegou a se afastar do grupo por cerca de cinco anos, mas retornou em 2013 para as comemorações de 35 anos do grupo.
O Show Tem Que Continuar
Nesta terça-feira em seu site oficial, o Grupo Fundo de Quintal anunciou que vai continuar em atividade, mesmo após a morte do vocalista Mário Sérgio: "O Grupo Fundo de Quintal comunica que apesar da grande perda do amigo e parceiro Mário Sérgio, como dizia o poeta, 'o show tem que continuar'. Daremos continuidade a nossa trajetória, honrando o sonho do nosso amigo em levar alegria através do samba". Bola pra frente.
Obrigado do fundo do nosso quintal!
Fontes:
site G1
Billboard Brasil
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Os 35 anos da novela "O Amor É Nosso" da TV Globo
A novela protagonizada por Fábio Jr. foi considerada o maior fiasco da história. Segundo os rumores, a Rede Globo apagou todos os seus capítulos!
Os jovens Stepan Nercessian, Myrian Rios e Fábio Jr. (fotos acima: site Teledramaturgia)
Como diria o criador do site Teledramaturgia e crítico Nilson Xavier (tão catarinense quanto eu!): "essa é para quem acha que no passado só teve 'novela boa'!". Ou seja, é muito comum encontrar em espaço pra comentários de internautas em sites opiniões errôneas de que toda a novela antiga é melhor que as recentes ao reclamarem dos desgastes e da falta de criatividade nestas, entre outras coisas.
Em tempos em que não existiam outras opções de lazer como internet e TV por assinatura, assistir às novelas realmente era um hobby que caía no gosto do público, mas nem todas eram boas e/ou bem sucedidas. Algumas entraram para a lista das novelas "esquecíveis" e seus trechos raramente são exibidos no Vídeo Show, no caso dos folhetins da TV Globo. Um dos exemplos é a novela "O Amor É Nosso", escrita pelo psiquiatra Roberto Freire e por Wilson Aguiar Filho e exibida a partir do dia 27 de abril de 1981 às 19 horas. Segundo a reportagem de Thell de Castro para o site "Notícias da TV" do portal UOL , "O Amor É Nosso" que faz 35 anos é considerada o maior fiasco da história.
Ambientada no Rio de Janeiro, a novela conta a história de Pedro (Fábio Jr.), um jovem cantor cheio de sonhos de sucesso e reconhecimento artístico. Pedro foge de casa dos pais assim que descobriu que sua namorada Selma (Zaira Zambelli) se apaixona pelo seu irmão Cláudio (Ney Sant'Anna) por este ter mais possibilidades de sucesso profissional que ele. Morador de rua, Pedro é acolhido pelos jovens irmãos Bruno (Buza Ferraz), compositor, e Nina (Myrian Rios), uma moça meiga e romântica, para viver com eles em uma comunidade de estudantes. Pedro e Bruno iniciam uma parceria profissional. Nina acaba se apaixonando pelo cantor, mas fica dividida entre ele e o bondoso seminarista Chico (Stepan Nercessian)
Um personagem importante da trama é o revolucionário Padre Leonardo (Stênio Garcia), religioso disposto a ajudar os jovens da história e dedicado a promover atividades que os atraíam, transmitindo sua enorme paixão pelo ser humano através da fé. Vive com Chico, seu afilhado e tem a vida movimentada com o desaparecimento de Cíntia (Simone Carvalho), jovem universitária, sensível mas cheia de dúvidas que tem no padre um grande amigo. Seu sumiço surpreende a todos e o seu pai Camargo (Ivan de Albuquerque) e sua irmã Sandra (Kátia D'Ângelo) acusam o Padre Leonardo, trazendo um viés policial para a trama.
Pedro (Fábio Jr.) e Padre Leonardo (Stênio Garcia)
A jovem Cíntia vivida pela Simone Carvalho, na época casada com o cineasta Cláudio Cunha (1946-2015) e símbolo sexual dos filmes eróticos do cinema nacional. (fotos acima: Memória Globo)
As propostas de "O Amor É Nosso" eram abordar as reais aspirações e dúvidas do jovem da década de 1980 e trazer à tona novos conceitos sobre a Igreja Católica, por meio do padre Leonardo, vivido por Stênio Garcia. O personagem, segundo a Revista Amiga de 6 de maio de 1981, foi inspirado no Padre Max (Maximino Barbosa de Sousa, 1943-1976) que foi um padre com afiliações politicas à UDP (União Democrática Popular) assassinado pelo movimento fascista MDLP, Movimento Democrático de Libertação de Portugal.
Porém, mesmo contando com grandes nomes como Tônia Carrero, Jorge Dória, Walmor Chagas e Milton Moraes, um emaranhado de histórias e excesso de personagens sem função_fato que se repetiu 31 anos depois, na novela "Salve Jorge"_ confundiu o telespectador, afastando-o da novela e tornando esta uma das obras mais problemáticas da TV Globo.
A partir da metade da novela, em situação de emergência, os autores Roberto Freire e Wilson Aguiar Filho foram substituídos pelo Walther Negrão.
Na época, chegaram a pensar em usar a mesma técnica de Janete Clair em "Anastácia, a Mulher Sem Destino" (Rede Globo, 1967): uma tragédia levaria boa parte do elenco para reduzir o número de atores e renovar a história. Idealizaram um acidente de ônibus, mas Walther achou que não seria necessário o chamado "ônibus da morte". "Como peguei a novela exatamente na metade, achei melhor encerrar algumas tramas propostas pelos outros autores para poder desenvolver a minha. Assim, alguns personagens ligados ao lado policial da novela vão desaparecer, porque pretendo destacar o lado romântico da história. Mas não haverá o ônibus da morte", disse Walther, em entrevista à Folha de S.Paulo de 30 de julho de 1981.
Como se não bastasse, "O Amor É Nosso" ainda enfrentou problemas com a Censura do regime militar vigente no país naquela época. Em depoimento, o diretor Jorge Fernando conta que os diretores se reuniam e montavam um capítulo para os censores. As cenas que não ficavam prontas eram gravadas de improviso, apenas para constarem no capítulo e terem o conteúdo aprovado pela Censura Federal.
Na tentativa de recuperar a audiência, houve várias participações de artistas que eram os maiores destaques da época. O garoto Fernando Ramos da Silva (1967-1987), que no ano anterior protagonizou o filme "Pixote - A Lei do Mais Fraco" do diretor Hector Babenco, esteve no elenco como Pingo, mas a TV Globo rompeu seu contrato porque ele não conseguia decorar suas falas, já que ele era semi-analfabeto. A eterna Rainha do Rádio Marlene (1922-2014) viveu Maíra, a cantora decadente e cheia de delírios de grandeza que pretende retomar sua carreira, mas vê todas as portas se fecharem devido à sua idade. Contudo, os fãs da estrela da Rádio Nacional se revoltaram e acharam inadmissível qualquer alusão entre a personagem e a própria intérprete. Até o rei Roberto Carlos, no auge do sucesso e da preferência na música nacional e então casado com a Myrian Rios que vivia a Nina, participou da novela fazendo o papel dele mesmo. O cantor entrou na história ensinando Pedro (Fábio Jr.) a cantar. A novela também contou com participações dos ex-jovem-guardistas Ronnie Von e Vanusa.
Fracasso
O crítico Artur da Távola (1936-2008) comentou em sua coluna no jornal O Globo de 25 de outubro de 1981, um dia após a reapresentação do último capítulo da trama: "Muito difícil fazer um balanço crítico de 'O Amor É Nosso'. Diante de tantas alterações, impossível analisar a obra. Não há obra. A novela acabou descosida, diferente, desossada, embora de certa forma divertida. Mas morrerá sem deixar saudades (...) A novela ficará como essas pessoas que morrem jovens: partem cheias de promessas e esperanças do que poderiam ter sido, se tivessem vindo a ser". Uma pena, mesmo.
O resultado foi tão frustrante que, segundo um funcionário do Centro de Documentação da Rede Globo (CEDOC) em declaração à imprensa, no início do ano 2000 a emissora apagou todas as fitas de "O Amor É Nosso". Da novela, restaram algumas chamadas de estreia, a abertura com o Fábio Jr. em estúdio "gravando" o que se tornaria um de seus grandes sucessos, "Eu Me Rendo" (de Sérgio Sá) e o videoclipe do mesmo exibido no Fantástico no dia anterior do primeiro capítulo. Porém, ainda não há provas de que a novela realmente foi descartada dos arquivos da emissora.
Trilha Sonora
Se a novela "O Amor É Nosso" não fez sucesso, com a trilha sonora foi um pouco diferente. Além do empolgante tema de abertura que até hoje é indispensável nos shows de Fábio Jr., também contava com "Bem Simples" (de Ricardo Feghali) com o grupo Roupa Nova, "Bem-Te-Vi" (de Dalto e Cláudio Ferreira) com Renato Terra, "Abre Coração" (de Marcelo e Jim Capaldi) com Marcelo, "Jogada Pelo Mundo" (de Ary Barroso) com a Gal Costa e "Rochedo" (de Zé do Maranhão e Noca da Portela) com Beth Carvalho. Na trilha internacional, a música de maior destaque foi a country "Sunshine On My Shoulders" (de John Denver, Dick Kniss e Mike Taylor) de John Denver (1943-1997) gravada em 1971.
Fontes:
Wikipédia
Teledramaturgia
https://www.youtube.com/watch?v=CYnH9IIM0rk
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Cervejaria ressuscita o Clube do Samba do saudoso João Nogueira.
Em comemoração a um século de samba, a cervejaria Antárctica traz de volta o Clube do Samba, um bloco carnavalesco fundado no dia 5 de maio de 1979 por João Nogueira (1941-2000) e encerrado em 1988 por motivos financeiros. As festas que reuniam grandes nomes do samba, como Beth Carvalho, Clara Nunes (1942-1983), Alcione, Roberto Ribeiro (1940-1996) e Martinho da Vila aconteciam primeiramente na casa do João, no Méier, bairro localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. O objetivo do Clube do Samba era proteger o ritmo brasileiro da invasão da era disco e das músicas estrangeiras em nosso país. Era uma época bem difícil para o samba e seus defensores não tinham chance nas rádios e tampouco nas casas de shows e seus compositores chegavam até a passar fome. A Censura que imperava o Brasil patrulhava os artistas e até dava o fim nos blocos de carnaval.
O programa dominical Fantástico da TV Globo em 1979 fez uma reportagem especial de oito minutos sobre a inauguração do Clube do Samba (arraste o mouse para baixo até o final se estiver no computador ou no notebook para ver o vídeo logo após a foto da Turma da Mônica Jovem, o primeiro). O repórter perguntou a Beth Carvalho se ela aceitaria cantar uma música do gênero discothèque por 100 mil dólares. A cantora respondeu: “a arte não tem preço”. Em outras palavras, não gravaria. Durante sua existência, o bloco teve cinco sedes: a primeira foi na própria casa de João e Ângela Nogueira, depois no Flamengo, no Morro da Viúva; na Associação dos Servidores Civis do Brasil, em Botafogo; Clube Municipal da Tijuca, e, finalmente, na sede permanente na Barra da Tijuca (Dicionário Cravo Albin da MPB).
Agora em 2016, o ano em que o samba faz 100 anos, o Clube do Samba está de volta unindo a velha guarda e a nova geração do gênero. Serão quatro finais de semana de roda de samba: nos dias 30/04, 07/05, 14/05 e 21/05 sempre a partir das 16h no Cais da Imperatriz (Rua Sacadura Cabral, 145, no Rio). O filho do João, Diogo Nogueira, estará no projeto cujo anfitrião é o Martinho da Vila.
Mais informações, acesse: https://www.facebook.com/events/1597694467224265/
www.facebook.com/Antarctica/
Video: Clube do Samba 2016 (Antárctica)
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Céu - Perfume do Invisível
Adorei muito este videoclipe, esta música de sonoridades eletrônicas e aéreas... a cantora paulista Céu lançou no dia 26 de fevereiro o vídeo da música "Perfume do Invisível" do seu quarto álbum "Tropix" (cuja foto linda e classy da capa é de Luiz Garrido) lançado pelo selo da Som Livre, o Slap (Som Livre Apresenta) a partir do dia 25 de março em formatos CD e digital (breve em vinil). "Tropix" foi produzido por Pupillo, baterista da Nação Zumbi, e pelo francês Hervé Salters da banda General Elektriks. O cineasta Esmir Filho que dirigiu o vídeo em preto e branco e de quem Céu é fã-confessa explica a ideia visual do clipe: “Seguindo o estilo do novo disco da Céu, que experimenta sonoridades fragmentadas e descontínuas, minha ideia para o clipe foi tentar provocar a mesma sensação com imagem, trabalhando com glitch art – que explora a estética do erro de leitura dos códigos”.
Vale a pena ouvir. "Tropix" é show!
capa do CD "Tropix", Slap, 2016
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