"O que é de verdade ninguém mais hoje liga: isso é coisa da antiga" - Ney Lopes e Wilson Moreira

Elsa (Frozen) ♥

domingo, 7 de setembro de 2025

Os 20 anos da TV Aparecida


TV Aparecida - É bom estar onde a Mãe está! 

TV Aparecida, uma das minhas emissoras católicas preferidas, completará este ano, no dia 8 de setembro, duas décadas de transmissão em todo o Brasil. A emissora pertence a Rede Aparecida de Comunicação (antiga Fundação Nossa Senhora Aparecida) e é o principal canal do Santuário de Aparecida. Sempre que eu posso, gosto de ver Missa de Aparecida, "Terço de Aparecida" com o Padre Antônio Maria, "Aparecida Sertaneja" apresentado pela cantora Mariângela Zan, "Quarta Show" com Rogério Chiaravalli (que também apresenta na emissora o "Faça Você Mesmo", programa vespertino diário de artesanato) e dj Thais Andrade que é um programa de entretenimento com competições com telespectadores, quadros humorísticos e muita música, "Bênção da Noite" com Padre Camilo (Luiz Camilo Júnior) e Jéssica Fernandes, "Coração Restaurado" com Padre Pedro Cunha e "Jornada Bíblica" que sempre tem um quadro com a Ir. Custódia Cardoso, CIIC*, cantora, professora de liturgia e maestrina que ensina aos telespectadores que lidam com música na missa a cantar um Salmo.

*CIIC: Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição

 
Eu e Rogério Chiaravalli, apresentador dos programas "Faça Você Mesmo" e Quarta Show" (amo!!) na TV Aparecida, na 12º Quilt & Craft Show, feira de artesanato em Curitiba (PR).



Eu e Padre Antônio Maria, apresentador do "Terço de Aparecida" em sua passagem aqui em Itajaí (SC) em novembro de 2021.



A história da emissora

A Rede Aparecida foi criada a partir de uma iniciativa da Igreja Católica. A Fundação Nossa Senhora Aparecida, mantenedora da Rádio Aparecida, conseguiu a concessão do canal 59 UHF de Aparecida, cidade de São Paulo, o qual entrou no ar em 7 de setembro de 2004, feirado da Independência do Brasil, para os habitantes da região. Porém, a cobertura para todo o Brasil só foi ao ar um ano depois, em 8 de setembro de 2005. No mesmo ano, a Rede Vida num primeiro momento chegou a retransmitir a programação entre 9 às 12 horas na semana.

Em 11 de setembro de 2005, passou a ser a geradora da missa da manhã de domingo da TV Cultura de São Paulo. Já em 11 de outubro do mesmo ano, transmitiu ao vivo, em parceria com outras TVs Católicas, o Primeiro Show pela Paz e Solidariedade, realizado no Pátio Papa João Paulo II, na área sul do Santuário Nacional.

O Sistema TV Paulista, antiga rede de retransmissoras de Gugu Liberato (1959-2019), passa a levar o sinal da TV Aparecida para 17 outras cidades a partir de abril de 2007. A rede passou a atingir neste ano cidades como São Luís (Maranhão), João Pessoa (Paraíba), Florianópolis (Santa Catarina) e Fortaleza (Ceará). No dia 20 de maio de 2011 a emissora ganha uma afiliada na capital da Bahia, a TV FBE: Televisão Brasil Ecoar canal 15.

Em 2016 está entre as 14 maiores redes de televisão do Brasil em abrangência e a 7.ª emissora de televisão aberta mais vista em todo o país. Em sua programação, há programas religiosos, Missa de Aparecida, receitas, artesanato e entretenimento em geral.


Algumas séries internacionais exibidas na TV Aparecida:

*"Hermanas" (Telecinco, 1998)


A série espanhola de 1998 foi ao ar na TV Aparecida se eu não estou errada em 2013. "Hermanas" conta em um jeito cômico e satírico a vida em um convento onde várias freiras enfrentam os problemas cotidianos e acolhem um grupo de crianças que mudam a rotina do local. Dentre estas crianças, estava a atriz Yohana Cobo que foi uma das protagonistas do filme "Volver" (Canal + España / El Deseo S.A. / Ministerio de Cultura, 2006) de Pedro Almodóvar. Adoro essa série, inclusive pelo fato de mostrar os detalhes no cenário que eram uma febre dos anos 1990, época da produção, como pôsteres das Spice Girls, Leonardo diCaprio e Backstreet Boys na parede do quarto das crianças. Quem a vê acha que está assistindo à "Chiquititas" (Telefe / SBT, 1997-2001), mas sem músicas. Um amor!


"Don Matteo" (RAI, 2000 - presente)

Série italiana que mistura comédia, drama e crime estrelada por ninguém menos que Terence Hill (nome artístico de Mario Giuseppe Girotti), conhecido por ter feito vários filmes de comédia, muitos deles em parceria com Bud Spencer (pseudônimo artístico de Carlo Pedersoli, 1929-2016), entre as décadas de 1970 e 1980. Don Matteo é um padre que tem um dom extraordinário de exercer como detetive. Até hoje a série vem sendo exibida na TV Aparecida.


Feliz aniversário, TV Aparecida! Que, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Deus a abençoe! Sou fã dessa rede abençoada! ❤🙏🏾


Fonte:

Leo Russo lança clássico do sambista Candeia em comemoração aos 90 anos do compositor

O trabalho tem a participação de ninguém menos que Rildo Hora


No dia 15 de agosto, em razão da comemoração aos 90 anos do cantor e compositor Antônio Candeia Filho, o Candeia (17 de agosto de 1935 - 16 de novembro de 1978), Leo Russo lançou um dos clássicos do sambista portelense, "Preciso Me Encontrar" (1976), com a participação de Rildo Hora na produção e no realejo (gaita). A música foi gravada primeiramente por Cartola (1908-1980) para o disco "Cartola II" (Discos Marcus Pereira, 1976) e regravada por Marisa Monte pra o seu álbum de estreia "MM" (EMI-Odeon, hoje Universal Music, 1989) e por Zeca Pagodinho em dueto com a própria Marisa com a participação de Yamandu Costa no violão para o projeto "Multishow ao Vivo: 30 Anos - Vida Que Segue" (Universal Music, 2013), álbum em comemoração aos 30 anos de carreira do Zeca.
Em outubro, mês do aniversário do Cartola, Leo Russo lançará sua regravação de "O Mundo É Um Moinho" (1976).

O cantor e compositor Candeia.


"Gravar com o amigo e maestro do samba Rildo Hora é sempre uma honra e um aprendizado imenso. Sem contar das gargalhadas que eu dou no estúdio com suas falas e jeitão engraçado. Ele sempre esteve presente na minha carreira, foi o produtor do meu primeiro CD, tocou gaita e fez arranjos em algumas faixas depois, e é meu parceiro de música em dois sambas que gravei…! Escrevo este texto pra homenagear este craque que produziu tantos discos de sucesso, da madrinha Beth (Carvalho, 1946-2019), Zeca, Martinho, Fundo de Quintal, João Bosco…! Acho bonito e necessário a gente exaltar e valorizar quem a gente admira e tanto merece. As 'Flores em vida', como bem escreveram Nelson Cavaquinho (1911-1986) e Guilherme de Brito (1922-2006). Recentemente, chamei o Rildo pra produzir, arranjar e fazer participação na gaita em duas faixas. A primeira será lançada nesta sexta-feira (15 de agosto); minha homenagem ao gênio Candeia, que faria 90 anos neste domingo (17 de agosto). Rildo arrasou no arranjo minimalista que pedi. A regravação de 'Preciso me Encontrar' chega nesta sexta-feira no YouTube e em todas as plataformas digitais. Espero que vocês gostem. Salve Rildo Hora! Salve o Candeia!", disse Leo Russo que já é papai de Francisco de 5 meses, em uma postagem publicada no dia 14 de agosto em sua página no Instagram.

domingo, 24 de agosto de 2025

Jubileu 2025 em música 04 - "A Montanha" - Roberto Carlos (1972)

 


Capa do LP "Roberto Carlos (CBS, hoje Sony Music, 1972)


Até uma música do meu ídolo foi referência a um dos textos do frei Gustavo Medella na Folhinha do Sagrado Coração de Jesus na série "Jubileu 2025 em música". Leia:

 

                                  

Roberto Carlos no lançamento do LP em 1972



JUBILEU 2025 EM MÚSICA - 4


"Eu vou pedir que as estrelas não parem de brilhar e as crianças não deixem de sorrir; e que os homens jamais se esqueçam de agradecer" (''A montanha" - Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Ser peregrino de esperança é caminhar gratamente, confiando naquele que conduz nossos passos no caminho. É olhar para o passado com os óculos da gratidão, viver o presente com paixão e lançar-se ao futuro navegando nas ondas da esperança. A gratidão é remédio que anima a alma e cura as feridas causadas pelos tropeços e contradições, é porta aberta para a reconciliação. Deus nos dê sempre a graça e a sabedoria de jamais passarmos um dia sequer sem dizer, ao menos uma vez, "Muito obrigado"!

Frei Gustavo W. Medella, OFM
@freigustavomedella

Verso da página do dia 17 de julho de 2025 da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, Editora Vozes.



quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Mumuzinho - "Arlindo Cruz"

 


Arlindo Cruz (1958-2025)


Na tarde desta sexta-feira, morreu o cantor, multi-instrumentista e compositor carioca Arlindo Cruz (14 de setembro de 1958 - 8 de agosto de 2025). Ele estava internado no hospital Barra D'Or na Zona Oeste do Rio de Janeiro após sofrer falência múltipla de órgãos. Arlindo havia sofrido de acidente vascular cerebral em março de 2017 e, desde então, lidava com as sequelas, passou por vária internações e, em razão disso, não se apresentava mais.
Irmão do compositor Acyr Marques (1953-2019) e apadrinhado artisticamente por Candeia (1935-1978), Arlindo Cruz iniciou sua carreira em 1981 em rodas de samba do Cacique de Ramos, ao lado de artistas como Jorge Aragão, Beto sem Braço (1941-1993) e Almir Guineto (1946-2017). Seus trabalhos como compositor, primeiro meio artístico no qual esteve, tornaram-no célebre por terem sido gravadas por diversos artistas. Com o tempo, passou a cantar as próprias composições, e ficou ainda mais conhecido quando entrou para o grupo Fundo de Quintal. Em 1993, deixa o grupo e dá início à carreira solo, destacando-se principalmente a partir do "DVD MTV ao Vivo: Arlindo Cruz" (Deckdisc, 2009), que vendeu cem mil cópias. 


Legado de Arlindo Cruz

Em trinta e seis anos de carreira lançou vinte e três álbuns, sendo nove enquanto integrante do Fundo de Quintal, cinco em parceria com o sambista Sombrinha e nove em carreira solo. Arlindo venceu mais de vinte e seis prêmios, incluindo o 26.º Prêmio da Música Brasileira, e é detentor de dezenove disputas de samba-enredo pelas escolas Império Serrano, Acadêmicos do Grande Rio, Unidos de Vila Isabel e Leão de Nova Iguaçu. Foi indicado ao Grammy Latino cinco vezes, sendo quatro na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode e um na categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa. Segundo o site oficial do sambista, Arlindo Cruz tem mais de 550 músicas gravadas por vários artistas.


Tributo de Mumuzinho




Três dias antes da morte do artista, dia 5, o cantor Mumuzinho lançou a música " Arlindo Cruz" (de Prateado e Picolé) em homenagem ao amigo. "A importância do Arlindo para mim vai de encontro ao meu amor pelo samba. E conviver com o Arlindo era maravilhoso! Ao mesmo tempo em que a gente olhava o cara e via uma entidade, uma pessoa grandiosa, ele era um cara simples e não tinha vaidade nenhuma. Ele sempre foi muito generoso e participativo, e dividia a sua luz com todo mundo. Era uma troca boa e ele também gostava muito. Ele sempre respeitou os novos artistas. Então, para mim, era uma alegria estar com ele", relembra o intérprete de "Eu Mereço Ser Feliz" (de Marquinho Índio e André Renato, 2018) para o GShow

Descanse em paz, Arlindo Cruz.

Fontes:
*Wikipédia
*G1:



"Arlindo Cruz"
Escrita por Prateado e Picolé
Interpretada por Mumuzinho
℗ 2025 Universal Music Brasil Ltda.

Ficha Técnica:

Gerente Artístico- Rodrigo Carvalho
Supervisor Artístico- Felipe Sandim
PO- Vinicius Cunha
Produção Musical – Prateado
Direção de vídeo- Renan Victor Valério
Mixagem – Gabriel Vasconcellos


Músicos:

Prateado – Contra Baixo
Fábio Viotto - Bateria
Castilhol – Teclados, Piano e Coberturas
Sirley Ferrari - Coberturas
Raul Silva – Cavaco e Banjo
Cezar Rocha – Violão
Maninho – Tan Tan e Surdo
Márcio Kuko – Repique de mão
Nego – Pandeiro
Gonzales – Percussão Geral
Janeh Magalhães, Fael Magalhães, Douglinhas e Levy – coro


Letra:

O mestre ensinou com o seu cantar
Sorrindo da arte de fazer chorar
Falando de amor encheu o lugar
Mais que um trovador tão lindo no véu do luar

Na doce voz angelical indo do simples ao sensacional
Um gênio sem igual
No banjo o som, botando um sal
Na ortografia comportamental
Se tatuou nos corações que são
Apaixonados por suas canções

Sinos hão de entoar
Notas de emocionar
Temas vão eternizar
Sambas de fazer chorar
Quando dele nos lembrar
Hinos hão de se cantar
Lindo Arlindo
Sinos hão de entoar
Notas de emocionar
Temas vão eternizar
Sambas de fazer chorar
Quando dele nos lembrar
Hinos hão de se cantar
Lindo Arlindo

Na doce voz angelical indo do simples ao sensacional
Um gênio sem igual
No banjo o som, botando um sal
Na ortografia comportamental
Se tatuou nos corações que são
Apaixonados por suas canções

Sinos hão de entoar
Notas de emocionar
Temas vão eternizar
Sambas de fazer você chorar
Quando dele nos lembrar
Hinos hão de se cantar
Lindo Arlindo
Sinos hão de entoar
Notas de emocionar
Temas vão eternizar
Sambas de fazer você chorar
Quando dele nos lembrar
Hinos hão de se cantar
Lindo Arlindo
O Mestre ensinou com o seu cantar
Arlindo


sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Sextou com "O Lago dos Cisnes" Tchaikovsky!

 


Toda sexta-feira, durante a década de 2010, o telejornal matinal Bom Dia Brasil da Rede Globo encerrava sua edição com "Imagens da Semana", uma retrospectiva de notícias semanais do Brasil e do mundo cujo tema era "Dança Espanhola" ("Danse Espagnole" / "Испанский танец") do balé dramático "O Lago dos Cisnes" ("Лебединое озеро", "Lebedínoye Ózero", 1876) do compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovski (Пётр Ильи́ч Чайко́вский, 7 de maio de 1840 - 6 de novembro de 1893). Esse vídeo-áudio que eu incorporei abaixo é da gravação de 1977 sob a regência do maestro e pianista australiano Richard Bonynge para o LP triplo "Tchaikovski: Swan Lake, Op. 20 - The Ballet Complete" (Decca Records / Universal Music).


"Dança Espanhola" ("Spanish Dance") ("Danse Espagnole") ("Испанский танец")
(Allegro non troppo. Tempo di Bolero, 1876) terceiro ato n° 21
do balé "O Lago dos Cisnes" ("Лебединое озеро"), Opus 20 ( TH 12; ČW 12) 

Escrita por Piotr Ilitch Tchaikovski
National Philharmonic Orchestra, sob a regência de Richard Bonynge  
℗ 1977 Decca Music Group Limited / Universal Music Group


domingo, 27 de julho de 2025

Irmã Marizele e Irmã Marisa - "Vocação"

 

As irmãs Marisa e Marizele, religiosas da Copiosa Redenção.



"A messe é grande, mas os operários são poucos"
Mateus 9:37 e Lucas 10:2.

Eu já conhecia o trabalho da Irmã Marizele como cantora através da Rádio Evangelizar FM (99.5 MHz) de Curitiba (PR) que eu ouço online pela música sertaneja católica "Lua" (de Ir. Marizele Isabel Cassiano Rego, 2024). Porém, a partir do dia 20 de maio desse ano, ela e sua colega da Congregação Copiosa Redenção, a Irmã Marisa de Paula Neves, ganharam uma repercusão mundial. Durante a sua participação no programa Família de Amor da TV Pai Eterno apresentado pelo Frei Giovane Bastos, as irmãs fizeram a sua versão hip hop da música "Vocação de Amar e Servir" (de Luana Pereira, 2009) gravada pela própria congregação e com direito a beatbox da Marizele. E isso bastou para que virasse notícia na imprensa mundial e chamasse atenção até da atriz americana Viola Davis que repassou o vídeo em sua página no Instagram e questionou na legenda em tom de brincadeira: "Irmã Mary Clarence????", referindo-se à personagem de Whoopi Goldberg no filme "Mudança de Hábito" ("Sister Act", Touchstone Pictures, 1992). A própria Whoopi reagiu ao vídeo das freiras brasileiras em seu programa The View do canal ABC: "Sempre que você puder louvar a Deus com alguma canção, acho que é um ótimo sinal! É quase 'Mudança de Hábito' na vida real". Lógico que, com a repercusão, a dupla virou matéria no Fantástico da Rede Globo e se apresentou em vários programas de TV como o Programa Silvio Santos apresentado pela Patrícia Abravanel no SBT e Melhor da Noite na Band.

E em razão desse sucesso, as irmãs Marizele e Marisa da Copiosa Redenção resolveram regravar "Vocação" com a participação do DJ Baruch. Adorei, mesmo!






Quem são as religiosas?

Irmã Marisa de Paula Neves é natural de Mamborê (PR), tem 41 anos e está há 14 anos em votos religiosos. Desde que entrou na Congregação em 2007, já passou por diversas frentes missionárias, como Botucatu (SP), Campo Mourão, Curitiba, Ponta Grossa, Pinhas e Trindade (GO). Sua vocação começou cedo, ainda na infância, quando um sacerdote disse a seus pais: "Deus foi generoso com vocês dando duas filhas. Agora vocês precisam ser generosos com Ele."

Já a irmã Marizele Isabel Cassiano Rego tem 46 anos e 20 anos de votos religiosos. Ela descobriu um novo chamado dentro do seu chamado à vida religiosa: a música. Após participar do Programa Vozes da TV Evangelizar, sentiu Deus despertando uma missão nova. "Depois do programa, percebi que Deus me chamava a evangelizar através da música. Era uma promessa antiga dEle, que começou a germinar no meu coração". (Pai Eterno). Desde a sua adolescência, Marizele já tinha habilidade para beatbox.


Fontes:

*G1
https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/05/29/freiras-que-viralizaram-com-beatbox-chamam-a-atencao-de-viola-davis-e-repercutem-em-outros-paises.ghtml

*Pai Eterno
https://www.paieterno.com.br/2025/06/03/irmas-da-copiosa-redencao-viralizam-internacionalmente-com-beatbox-na-tv-pai-eterno/

*CNN Brasil
https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/mudanca-de-habito-whoopi-goldberg-reage-a-freiras-que-viralizaram-na-web/

*Copiosa Redenção (site oficial)



"Vocação (de Amar e Servir)" 
Escrita por Luana Pereira 
Interpretada por Copiosa Redenção (voz principal: Ir. Marizele)
Participação especial do DJ Baruch 
℗ 2025 Irmã Marizele & DJ Baruch

PRODUÇÃO MUSICAL:
DJ Baruch

PRODUÇÃO DO CLIPE
Direção Artística: Irmã Daniely Duarte, CR 
Produção Geral: Copiosa Redenção e ALB
Direção de Vídeo: Alex Skavronski
Edição & color: Irmã Daniely Duarte, CR 
Cinegrafista: Alex Skavronski e Charles Ch2films
Drone: Charles Ch2films
Assistente de câmera: Edson Silva

LETRA:

Vocação, uouoo...

Vocação é sentir no coração
O chamado de amar e servir
Vocação é sentir no coração
O chamado de amar e servir

É ouvir sempre a voz de Deus
A chamar confiante de que vais decidir
É deixar tudo e partir
Procurar na dor e na alegria servir

Vocação, uouoo...

É nas trevas ser luz enfim
Levar amor e coragem pra quem quer desistir
É com ardor dizer sim
A exemplo de Maria servir

Vocação é sentir no coração
O chamado de amar e servir
Vocação é sentir no coração
O chamado de amar e servir

Vocação, uouoo...


domingo, 20 de julho de 2025

"Um Broto Legal" (2022) - a cinebiografia da Celly Campello

Marianna Alexandre, a dubladora da Wandinha, interpreta a primeira popstar brasileira neste filme de Luiz Alberto Pereira.



Como acompanhante da programação da TV Aparecida, recentemente assisti à Tela de Sexta, sessão de filmes exibida pela emissora católica, com o filme brasileiro "Um Broto Legal" (Pandora Filmes, 2022), uma cinebiografia sobre a cantora Celly Campello (18 de junho de 1942 - 4 de março de 2003) e seu irmão, o também cantor Tony Campello que hoje tem 89 anos e colaborou com a produção do filme. Não perdi, já que sou fã das décadas de 1950 e 1960 e dos primórdios do rock and roll, como também eu já tenho um CD relançado do primeiro álbum da Celly Campello, o "Estúpido Cupido" (Odeon / hoje Universal Music, 1959) da coleção Odeon 100 Anos divulgada pela sua então sucessora EMI Music em 2003 com a supervisão de Charles Gavin, ex-baterista dos Titãs e colecionador de discos de vinil. O LP contou com o conjunto do acordeonista paulista Mário Gennari Filho (1929-1989), além do coro não creditado dos Titulares do Ritmo, formado por seis cantores com deficiência visual.



Capa do LP "Estúpido Cupido", o primeiro e mais bem sucedido da carreira da Celly Campello.


Cantora de clássicos juvenis como "Estúpido Cupido" (1959), versão em português de "Stupid Cupid" (de Neil Sedaka e Howard Greenfield, 1958) escrita por Fred Jorge (1928 - 1994), "Banho de Lua" ("Tintarella di Luna", de Bruno Defilippi e Francesco Migliacci, 1959, e versão de Fred Jorge, 1960), "Túnel do Amor" ("Have Lips Will Kiss in the Tunnel of Love", de Bob Roberts e Patty Fischer, 1958, e versão de Fred Jorge, 1959), "Lacinhos Cor-de-Rosa" ("Pink Shoe Laces", de Mickie Grant, 1959, e versão de Fred Jorge, 1959) e "Broto Legal" ("I'm In Love", de Hilda Earnhart, 1959, e versão de Renato Corte Real, 1960), a primeira rainha do rock 'n' roll neste filme dirigido por Luiz Alberto Pereira e divulgado em 16 de junho de 2022 é interpretada por Marianna Alexandre, cantora, compositora, atriz e dubladora de várias personagens de séries, desenhos animados e filmes, dentre elas, Wandinha/Wednesday, vivida por Jenna Ortega na série homônima da Netflix cuja primeira temporada foi lançada em 26 de novembro de 2022, o que se supõe que Marianna estaria gravando o longa-metragem e se preparando para a dublagem da série ao mesmo tempo. 

Nas partes musicais da cinebiografia, a voz cantada da Celly Campello é da também cantora e dubladora Luiza Caspary que também, como artista, trabalha com acessibilidade, inclusão e representatividade para pessoas com deficiência, e a do Tony Campello (Murilo Armacollo) é de Quirino Filho, locutor, ator, produtor musical, cantor que participou de vários álbuns de músicas católicas da gravadora Paulinas-COMEP e cover do Elton John. 



Marianna Alexandre como Celly Campello na cena em que grava o rock 'n' roll calipso em inglês "Handsome Boy" (1958) _da autoria do  Mário Gennari Filho (Petrônio Gontijo) e Celeste Novaes (Stella Abreu)_, lançado em 78 RPM (single no atual jargão fonográfico) que foi incluído em 1959 no LP "Estúpido Cupido".



Quirino Filho, a voz cantada de Tony Campello no filme.


Luiza Caspary, a voz da Celly Campello nas músicas do longa-metragem. 



Sinopse

"Um Broto Legal" conta a história da primeira cantora de rock nacional, Celly Campello (Marianna Alexandre). No final dos anos 1950, Célia Benelli Campello é uma jovem de 16 anos de Taubaté, interior de São Paulo. Uma espécie de celebridade local, ela canta na rádio da cidade, onde tem um público cativo. Seu irmão, Sergio Benelli Campello (Murilo Armacollo), aspirante a cantor, acaba se mudando para São Paulo, onde é descoberto por um caça-talentos. Depois, será a vez dela. E esse é só começo da carreira daquela que ficou conhecida como Celly Campello, precursora do rock no Brasil, e responsável por hits como "Banho de Lua" e "Estúpido Cupido". Ela, junto ao seu irmão Tony Campello como Sergio passou a se chamar popularmente, tem sua história e trajetória contada, desde Taubaté até conquistar todo o Brasil. 



Celly Campello (Marianna Alexandre) e Tony Campello  (Murilo Armacollo)


Celly largou a carreira no seu auge, em 1962, aos vinte anos, para se casar e morar em Campinas com José Eduardo (Edwards) Gomes Chacon (1938-2023) (no filme, vivido por Danillo Franccesco), o namorado desde a adolescência, com quem permaneceu casada até sua morte e teve dois filhos, Cristiane e Eduardo. Ela vinha sendo cogitada para apresentar o programa Jovem Guarda (Record TV, 1965-1968) ao lado de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1941-2022), mas recusou, sendo substituída por Wanderléa.

Em 1975 tentou relançar a carreira aparecendo no Hollywood Rock, pioneiro festival de rock no Rio de Janeiro, se apresentando com o irmão Tony Campello. O evento foi filmado para o documentário "Ritmo Alucinante" (Alfa Produções Artísticas/Embrafilme) lançado no mesmo ano. No ano seguinte foi trazida de novo ao sucesso graças à telenovela "Estúpido Cupido", homônimo do grande sucesso de 1959, na TV Globo, na qual gravou uma participação especial. Incentivada pelo sucesso da novela, tentaria retomar a carreira, chegando a gravar um disco e fazendo alguns espetáculos. Depois do término da novela, ainda gravou, nos três anos seguintes, uma série de compactos simples e duplos pela RCA Victor (hoje Sony Music), com versões de sucessos internacionais do fim dos anos 1970, muitas delas feitas por nomes secretos da música pop brasileira da época, como "A Saudade" ("It's a Heartache", de Ronnie Scott e Steve Wolfe, 1977, e versão de Carlinhos Borba Gato, 1978), sucesso da cantora galesa Bonnie Tyler, "Só Entre Dois Amores" ("Torn Between Two Lovers", de Peter Yarrow e Phillip Jarrell, 1976, e versão de Hamilton Di Giorgio, 1977) da Mary MacGregor, "Você Me Fez Brilhar" ("You Light Up My Life", de Joseph Brooks, 1977, e versão de João Walter Plinta, 1978), música apresentada ao mundo na voz de Debbie Boone e "Insisto, Amor" ("Isn't She Lovely", de Stevie Wonder, 1976, e versão de João Walter Plinta, 1977), além da regravação de "Don't Cry For Me Argentina" (música de Andrew Lloyd Webber e letra de Tim Rice, 1976) da ópera-rock "Evita".

Celly Campello morreu, vítima de câncer de mama, em uma terça-feira de carnaval, 4 de março de 2003.


Os irmãos Tony e Celly Campello na capa do LP lançado pela Continental (hoje Warner Music) em 1976. (Toque Musical)


Trailer do filme "Um Broto Legal"

 



sábado, 19 de julho de 2025

"Meu Samba" - o mais novo álbum da Karinah

Capa do álbum "Meu Samba" da Karinah


Imagine só: é só juntar Karinah ao Zeca Pagodinho, Rildo Hora (e os filhos Misael e Patrícia Hora) e Tutuca Borba, músico da banda do meu mozinho Roberto Carlos, que a gente vê o peso e o luxo do mais novo trabalho da cantora paranaense naturalizada catarinense, o álbum "Meu Samba" lançado pela Universal Music no dia 22 de maio com a direção artística do Zeca e produção do Max Pierre, o homem de mais de 60 milhões de discos vendidos, e a capa que leva a assinatura de Gringo Cardia
O projeto contem 10 músicas. Além da regravação de "Verdade" (de Nelson Rufino e Carlinhos Santana, 1996) (clique aqui para ver a postagem sobre o videoclipe), grande sucesso do Zeca Pagodinho, meu ídolo, tem "Sou do Povo" (de Gabrielzinho do Irajá, Alexandre Chacrinha e Flavinho Bento), cuja letra fala do empodeiramento feminino e com a qual Karina admite que se identifica, "Que Distância?", da autoria de Moacyr Luz em parceria com a cantora argentina Cecilia Stanzione, "Caminho da Paz" (de Marquinhos da Cuíca, Waltiz Zacarias e Gabrielzinho de Irajá) com a participação de Milton Guedes na flauta, "O Céu Serenou" (de Dunga de Vila Isabel e Tuninho Nascimento) com influência do meu ídolo Clara Nunes (1942-1983), "Do Jeito Que Você Deixou" (de Dunga de Vila Isabel e Roque Ferreira) com o arranjo do meu outro ídolo Rildo Hora, "Luz da Saudade" (de Moacyr Luz e Zeca Pagodinho) que foi escrita em um talão do jogo do bicho, desengavetada depois de 40 anos e ficou linda na gravação da cantora, "Jandairê – Festa de Erê" (Dunga de Vila Isabel e Roque Ferreira) que é bem otimista e, para encerrar com chave de ouro, "Até a Próxima Vez” (de Dunga de Vila Isabel), uma forma de agradecer ao público que aprecia a sua carreira.


Karinah com Rildo Hora e Max Pierre, produtor artístico do álbum.


Com certeza você deve estar pensando: "tá, Jeane, mas e a terceira faixa 'Foi Um Sonho' de Nelson Rufuno, na qual a Karinah faz um dueto com Zeca Pagodinho?" Não esqueci, não. Muito pelo contrário, deixei por último de propósito, mesmo. Risos. A princípio, "Foi Um Sonho" teria uma interpretação solo de Karinah, porém o Zeca, assim que ficou empolgado com o resultado final do álbum, se ofereceu para emprestar sua voz à música. Foi emoção só para a Karinah, já que ela mesma admitiu que foi a realização de um sonho. E o videoclipe com a direção da própria cantora com Arthur Rodrigues foi uma emoção pra mim também, pois toda a estrutura _inclusive a roupa e o cabelo preso ao alto da Karinah_ me fez lembrar o da música "Chegaste" ("Llegaste", de Kany García e versão de Roberto Carlos, 2017) com meu ídolo Roberto Carlos e Jennifer Lopez. Eu posso estar errada, mas eu acredito que a ideia seria essa mesmo. Neste vídeo temos um rei... do pagode e a Karinah como a nossa J.Lo do samba. Que amor!

Karinah e Zeca Pagoinho.



Vídeo do depoimento do Rildo Hora sobre o álbum "Meu Samba" da Karinah.


FICHA TÉCNICA

Zeca Pagodinho – direção artística e repertório
Max Pierre – produção artística
Victor Kelly e Tatiana Messas – produção executiva
Genilson Barbosa – arregimentação e assistente de produção
Raphael Rui Castro – Enzo Vittorio – técnicos assistentes
Tércio Marques – técnico de edição
Flavio Senna Neto – técnico de edição e masterização
William Junior – engenheiro de gravação
Flávio Senna – engenheiro de gravação e mixagem
Studios Cia dos Técnicos – gravação, mixagem e masterização

FAIXAS:

1- "Sou do Povo"
de Gabrielzinho do Irajá, Alexandre Chacrinha e Flavinho Bento

Mauro Diniz: arranjo, regência, cavaco 
Misael da Hora: teclado  
Jamil Joanes: baixo 
Marcelo Minyos: violão 
Carlinhos 7 Cordas: violão 7 cordas
Dirceu Leite: flautas, clarinete 
Carlinhos Pandeiro de Ouro: pandeiro Mor 
Jorge Quininho: cuíca, caixa 
Miudinho: pandeiro, caixa 
Flávinho Miudo: percussão, caixa 
Nene Brown: tantã, ganzá 
Jaguara: xique, caixa 
Luciano Broa: bateria  
Maestro Leonardo Bruno: vocal spalla 
Nina Pancevski, Marcello Furtado, Patricia Hora, Nair Cândia e Ronaldo Barcellos: vocal

 



2-"Verdade"
de Nelson Rufino e Carlinhos Santana
Pretinho da Serrinha: arranjo
Tutuca Borba: teclado

 



3- "Foi um Sonho"
de Nelson Rufino
Participação especial de Zeca Pagodinho

 




4- "Que distância?"
de Moacyr Luz e Cecilia Stanzione
Julinho Teixeira: arranjo
Carlinhos 7 Cordas: violão 7 cordas

 



5- "Caminho da Paz"
de Marquinhos da Cuíca, Waltiz Zacarias e Gabrielzinho de Irajá
Milton Guedes: flauta

 



6- "O Céu Serenou"
de Dunga de Vila Isabel e Tuninho Nascimento

 



7- "Do Jeito Que Você Deixou"
de Dunga de Vila Isabel e Roque Ferreira
Rildo Hora: arranjo

 



8-"Luz da Saudade"
de Moacyr Luz e Zeca Pagodinho

 



9- "Jandairê – Festa de Erê"
de Dunga de Vila Isabel e Roque Ferreira

 



10- "Até a Próxima Vez"
de Dunga de Vila Isabel
Dirceu Leite: flauta e clarinete

 



Fonte:
Portal Mais Brasil 


quinta-feira, 17 de julho de 2025

¡Bienvenida! A edição dos biscoitos Oreo em parceria com Selena Gomez

Simplesmente amei!!


Um ano após o lançamento dos biscoitos Oreo Wandinha, uma parceria da marca com a série da Netflix que terá sua segunda temporada no mês que vem (agosto), chegou ao Brasil a sua edição limitada cocriada com a cantora e atriz americana Selena Gomez. O biscoito Oreo combina chocolate com recheio sabor leite condensado e canela, inspirado nas raízes mexicano-americanas* da artista e seu amor pela bebida horchata**.

*A ex-estrela da Disney nasceu na cidade de Grand Prairie, estado americano de Texas, onde se concentram imigrantes mexicanos e de outros países hispanófonos, e é filha de Ricardo Joel Gomez que é mexicano, mas naturalizado americano, e de Amanda "Mandy" Cornett, uma atriz de teatro e atual produtora cinematográfica americana.

**Horchata é uma bebida refrescante muito popular em países de língua espanhola, como México, Espanha e alguns países da América Central. Também conhecida como "orxata" em catalão, a horchata é feita a partir de ingredientes naturais, como chufa (tubérculo de pequena dimensão, muito semelhante ao grão de bico, com um sabor adocicado), água e açúcar, resultando em uma bebida doce e cremosa.(...) No entanto, existem variações da receita que adicionam outros ingredientes como canela, limão ou leite de amêndoas para dar um toque especial à bebida, e a horchata de arroz que é sua versão mais popular, especialmente na América Central. Nessa variação, o arroz é utilizado como base, juntamente com água, açúcar e canela, resultando em uma bebida mais leve e refrescante. (Oyá Alimentos)

Além do sabor exclusivo, o biscoito traz seis desenhos idealizados pela própria Selena Gomez, como a sua assinatura com suas iniciais (SG), o headphone, o coração em chamas, coração vibrante, duas colcheias ligadas (figura musical) e um com uma colcheia chamado "selenators" (como são conhecidos seus fãs).

Outro diferencial da campanha é um biscoito raro com a assinatura da artista que, ao ser escaneado, terá acesso a um trecho da versão remixada da música "I Can’t Get Enough" (de Marco "Tainy" Masis, Mike Sabath, Benjamin "Benny Blanco" Levin, Selena Gomez, Cristina Chiluiza, Jhay Cortez e José "J Balvin" Osorio, 2019) gravada em inglês e espanhol pela própria Selena com as participações do produtor americano Benny Blanco, do cantor colombiano J. Balvin e do produtor porto-riquenho Tainy.






"Criar meu próprio biscoito Oreo foi muito divertido. Cresci amando Oreo, então poder fazer parte desse processo foi um momento de fechamento de ciclo. Quis encontrar uma forma de trazer uma sensação de conforto e um toque de nostalgia da minha infância."
Selena Gomez

                                  
Biscoitos Oreo Selena Gomez sabor horchata. I just can't get enough!



Festa de Lançamento do "Clube do Samba" (Fantástico, 1979)

"Meninos da Mangueira" - Ataulpho Jr. e Diogo Nogueira no programa "Samba da Gamboa" na TV Brasil