"O que é de verdade ninguém mais hoje liga: isso é coisa da antiga" - Ney Lopes e Wilson Moreira

Elsa (Frozen) ♥

domingo, 8 de dezembro de 2024

Relembrando a adolescência #21 - como era o Natal nos anos 90

 

Artigos de Natal que marcaram os dezembros dos anos 1990. Foto: Nostalgia Pura / Instagram (@nostalgiapuraaa1 )

https://www.instagram.com/nostalgiapuraaa1?igsh=Y3QwcjAxcGVwcnZv



A década de 1990 sem dúvida foi bem proveitosa pra mim. Em época de Natal, então...

O ano de 1995 só me traz memórias pra lá de afetivas, inclusive pelo lançamento do CD da Simone, "25 de Dezembro" (PolyGram/ hoje Universal Music, 1995). Eu lembro como se fosse ontem: o extinto programa Vídeo Show da Rede Globo, na época apresentado por Miguel Falabella, mostrando os bastidores da gravação do álbum natalino de uma das minhas cantoras baianas preferidas (além de Ivete Sangalo e Margareth Menezes). Eu e minha mãe saíamos pelo centro da cidade de Itajaí (SC) nessa época e muitas lojas tocavam essa então novidade musical. Nós (minha família) só compramos esse CD um ano mais tarde, em 1996, e até hoje eu o ouço com carinho (gosto, sim, e daí?)

Ainda falando em 1995, quem acompanha meu blog sabe que eu sempre falo que foi nesse ano que virei fã do Roberto Carlos. Eu tinha apenas 13 anos (ops! Desculpa, Roberto, eu sei que você não gosta desse número, mas aconteceu graças à comemoração dos 30 anos de Jovem Guarda), ganhei do meu pai meu primeiro CD recém-lançado do Roberto uma semana antes do Natal e no mesmo ano em que papai comprou o primeiro aparelho de CD. Até hoje, como fã, gosto dos seus especiais de fim de ano, choro feito um bebê com ele e fico com borboletas no estômago (misto de empolgação com ansiedade) antes de começar o programa como se fosse o show dele ao vivo, mesmo. (Amo, sim, e daí?)

O filme "Esqueceram de Mim" ("Home Alone", 20th Century Fox, 1990) é um clássico cinematográfico natalino dos anos 1990. Foi uma época em que eu nunca tinha ido ao cinema, porque meus pais não podiam me levar (a primeira vez que eu fui ao cinema daqui de Itajaí foi aos 15 anos, em 1997, com o filme "Tarzan" da Disney) e eu lhe assisti quando passou pela primeira vez na TV Globo por curiosidade, já que eu havia percebido que o longa estrelado por Macaulay Culkin era o blockbuster entre o público infantil. Eu me diverti mesmo, mas eu também amo "Um Herói de Brinquedo" (Jingle All The Way", 20th Century Fox, 1996) com Arnold Schwarzenegger como Howard Langston em busca de um brinquedo de presente de Natal para seu filho Jamie (Jake Lloyd), mas o produto em todas as lojas se esgotou rapidamente e, como se isso não bastasse, Howard disputa pelo mesmo brinquedo com o carteiro Myron (Sinbad) que também deixou de comprar o presente pro seu filho na última hora. Divertidíssimo! Eu não paro de assistir (clique aqui para ver a postagem).

"Turma da Mônica e a Estrelinha Mágica" (Maurício de Sousa Produções / Embrafilme) é de 1988, mas eu e meu irmão não parávamos de assistir a essa fita de vídeo* alugada de uma videolocadora assim que meu pai comprou o videocassete em... 1995! Ou seja,  quando os aparelhos de CD e os videocassetes passavam a custar por preços mais acessíveis, faltando pouco para a chegada de um tal de DVD ao Brasil. (Claro! Afinal, a nossa condição financeira "não era nenhuma Brastemp!"** como dizia um famoso bordão dos anos 1990, mas a gente se divertia à beça.) 


*o Video Home System (VHS) do filme "Turma da Mônica e a Estrelinha Mágica" foi lançado pela Trans Vídeo em 1988 e relançado em DVD em 2004 com redublagem pela Paramount Home Entertainment 

**"Não é assim uma Brastemp!" - bordão da peça publicitária "Não Tem Comparação" composta por quatro comerciais de televisão lançada em 1991 pela agência Talent para os produtos da marca de eletrodomésticos Brastemp. 

domingo, 24 de novembro de 2024

Curiosidade sobre a música "Jingle Bells"

Ao contrário da sua versão em português do Brasil, "Jingle Bells" não fala do nascimento de Jesus, não é música religiosa e tampouco a princípio foi pensada como canção natalina.



Capa do livro cartonado infantil "Jingle Bells" (Editora WorthyKids, 2014) à venda na Amazon (existente apenas em edição inglês)

A época mais encantadora do ano está chegando e com ela, é claro, clássicos da música de Natal. Entre elas, o "Jingle Bells" que, no Brasil, virou "Sino de Belém". Mas você sabia que a sua versão original não é uma música religiosa sobre o nascimento de Jesus e tampouco a princípio não foi pensada como canção de Natal?

"Jingle Bells" foi composta em 1850 por James Lord Pierpont (1822–1893) e publicada com o título de "One Horse Open Sleigh" (em português, "Trenó Aberto de Um Cavalo") em 16 de setembro de 1857, sendo que, primeiramente, se tratava de uma canção para o Dia de Ação de Graças (um feriado importante nos Estados Unidos e Canadá em que se agradece a Deus pelos bons acontecimentos do ano) ou _olha só, hehe!_ de uma "música para beber" e não para o Natal. A canção celebra as corridas de trenó puxado a cavalo que aconteciam em Boston, capital do estado americano de Massachusetts. Alega-se que "Jingle Bells" foi originalmente criada para ser cantada em uma escola dominical no dia de Ação de Graças. Embora não tenha nada a ver com o Natal, "Jingle Bells" foi associada ao inverno americano e à canção natalina entre as décadas de 1860 e 1870 e foi gravada pela primeira vez em 1889 em um cilindro fonográfico, um antigo meio de armazenamento de áudio antes da invenção do disco. Esse registro que muitos acreditam que foi a primeira gravação de "Natal" se perdeu, mas uma outra gravação de "Jingle Bells", feita em 1898, também em cilindro, ainda sobrevive com o tempo. No Wikipédia, vê-se a letra completa de "Jingle Bells" que na verdade tem 4 estrofes com o refrão, já que apenas a primeira estrofe ("dashing through the snow in a one-horse open sleigh...") é cantada. As outras 3 esquecidas têm um toque de humor que fala sobre o condutor na primeira pessoa que passeia com uma garota, perde o controle e capota com o trenó, o que fez com que seu rival da corrida na neve risse dele. 

Existem inúmeras gravações de "Jingle Bells", inclusive por vários grandes nomes, como Frank Sinatra (1915-1998), Ella Fitzgerald (1917-1996) e Natalie Cole (1950-2015). Na gravação de 1996 no estilo rockabilly vintage do cantor e músico americano Brian Setzer que está na trilha sonora do filme "Um Heroi de Brinquedo" ("Jingle All The Way", Twentieth Century Fox, 1996), na primeira vez em que ele canta o refrão, o verso "oh, what fun it is to ride in a one horse open sleigh" ("Oh! Que divertido é passear num trenó aberto de um cavalo") é trocado por "Oh, what fun it is to ride in a '57 Chevrolet" ("Oh! Que divertido é passear num Chevrolet 1957").

O compositor James Lord Pierpont


Em português e conversão para o Natal cristão no Brasil

A canção foi traduzida e adaptada para muitos idiomas. No Brasil, ela recebeu uma versão em português de Evaldo Rui (1913-1954) conhecida como "Sino de Belém", com a temática do nascimento de Jesus. João Dias (1927-1996) a gravou em disco de 78rpm pela Odeon (hoje Universal Music), em 4 de outubro de 1951, para o suplemento de dezembro daquele ano, junto à faixa "Fim de Ano" (de David Nasser e Francisco Alves, aquela do "adeus ano velho, feliz ano novo...") que foi o lado B do disco (clique aqui para ver a postagem).



Fontes:
*Wikipédia em português:
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Jingle_Bells


"Jingle Bells"
Escrita por James Lord Pierpont

Dashing through the snow
Deslizando em uma neve
In a one-horse open sleigh
Em um trenó aberto de um cavalo
O'er the fields we go
Sobre os campos nós vamos
Laughing all the way
Rindo pelo caminho
Bells on bob-tail ring
Sinos no rabo curto tocam
Making spirits bright
Fazendo os espíritos brilharem
What fun it is to laugh and sing
Que divertido é rir e cantar
A sleighing song tonight
Uma canção de trenó esta noite

Refrão (2X)
Jingle bells, jingle bells
Batem os sinos, batem os sinos 
Jingle all the way
Batem por todo o caminho
Oh! What fun it is to ride
Ah, que divertido é passear
In a one-horse open sleigh 
Num trenó aberto de um cavalo

PARTES DESCONHECIDAS DA CANÇÃO

A day or two ago
Há um dia ou dois
I thought I'd take a ride
Eu achei que eu daria um passeio
And soon, Miss Fanny Bright
E em pouco tempo a senhorita Fanny Bright
Was seated by my side,
Estava sentada ao meu lado
The horse was lean and lank
O cavalo estava magro e esguio
Misfortune seemed his lot
A má sorte parecia sua sina
He got into a drifted bank
Ele foi parar em uma ladeira 
And then we got upsot
E então nós capotamos

Refrão

A day or two ago
Há um dia ou dois
The story I must tell
A história que eu tenho que contar
I went out on the snow
É que eu saí na neve
And on my back I fell
E caí de costas
A gent was riding by
Um senhor estava por perto
In a one-horse open sleigh
Num trenó aberto de um cavalo
He laughed as there I sprawling lie
Ele riu pois eu estava lá desajeitado
But quickly drove away
Mas ele logo se afastou


Refrão

Now the ground is white
Agora que o chão está branco
Go it while you're young
Vá enquanto você for jovem
Take the girls tonight
Leve as garotas esta noite
and sing this sleighing song
E cante esta canção de ternó
Just get a bob-tailed bay
Só arranje um cavalo marrom de rabo curto 
Two forty as for his speed
De dois e quarenta de velocidade*
And hitch him to an open sleigh
E amarre-o num trenó aberto
And crack! You'll take the lead
E pronto! Você assumirá o controle

*Dois e quarenta ("two forty") refere-se a uma milha a dois minutos e quarenta segundos no trote (tipo de marcha ou passo de cavalo), ou 22,5 milhas por hora (aproximadamente 36,2 quilômetros por hora). Esta é uma boa velocidade, e sugere que o cavalo tenha sido da raça Standardbred, conhecida por suas habilidades em corrida.

domingo, 20 de outubro de 2024

17 de outubro, dia da Música Popular Brasileira

 


A musicista Francisca Edviges Neves Gonzaga, a famosa Chiquinha Gonzaga, nome inspirador para o dia da música popular brasileira.

17/10: DIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA 

A comemoração foi criada pela Lei n°12.624, de 9/05/2012. Também conhecida como o Dia Nacional da MPB, esta data homenageia uma das precursoras da nossa música, Chiquinha Gonzaga (1847-1935), nascida em 17/10/1847. Carioca, ela foi a primeira compositora oficial da Música Popular Brasileira, além de maestrina, pianista e maxixeira. Serviu de inspiração para grandes nomes da nossa música. A MPB é uma das mais ricas do mundo, abrangendo ritmos e variações com infiuência de vários gêneros musicais, desde os típicos da Europa até os africanos e indígenas. Suas raízes surgem ainda no período colonial. A partir dos séculos XVIII e XIX se desenvolve nas grandes cidades. No começo do século XX surge o samba e na década de 1960, a bossa nova. Depois, a MPB envolveu o rock e o soul. Hoje é referência no mundo todo. 


Frei Edrian Josué Pasini, OFM

Petrópolis/RJ

Verso da página do dia 15 de outubro de 2024 da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, Editora Vozes.




sexta-feira, 11 de outubro de 2024

As duas sequências do filme "Divertida Mente" (Walt Disney Pictures e Pixar Animation Studios)

 Postagem especial do dia das crianças

As duas produções mais coloridas da Disney/Pixar que juntam o útil ao divertido para pessoas autistas

 
Cartaz do filme "Divertida Mente 2" (2024)


"O filme 'Divertida Mente' pode ser uma ferramenta valiosa para ajudar autistas a compreenderem melhor suas próprias emoções."
Dr. Igor Loureiro, Instagram
https://www.instagram.com/drigorloureirotea/reel/C8vOI_8PqfI/


Os filmes "Divertida Mente" e "Divertida Mente 2" ("Inside Out" / "Inside Out 2", Walt Disney Pictures e Pixar Animation Studios, 2015/2024) indubitavelmente viraram uma sensação entre a garotada (e o público adulto, também). A primeira sequência havia passado várias vezes na Sessão da Tarde, mas eu nunca tive tempo de assistir-lhe. Até que acessei várias páginas do Instagram sobre autismo, meu transtorno, que fizeram postagens sobre o longa-metragem de animação e só depois que eu consegui ver o filme de animação na íntegra que entendi por que ele é um ótimo auxílio para que os autistas compreendem melhor as emoções, já que uma das dificuldades do transtorno é de identificação de sentimentos. E "Divertida Mente", cuja primeira sequência é vencedor do Oscar® de Melhor Filme de Animação, personifica brilhantemente as tais emoções como a Alegria (Joy), Tristeza (Sadness), Medo (Fear), Raiva (Anger), Nojinho (Disgust) e, na segunda sequência, Ansiedade (Anxiety), Inveja (Envy), Tédio (Ennui), Nostalgia (Nostalgia) e Vergonha (Embarrassment). 
As duas sequências de "Divertida Mente" realmente divertem. Amei de cara. Tanto que eu fiz questão de comprar a coleção inteira dos esmaltes Colorama "Divertida Mente 2" de 9 cores, cada uma representando um personagem, ou melhor, emoção (com exceção à Nostalgia).

Dirigido e escrito por Pete Docter e Ronnie del Carmen e produzido por Jonas Rivera, "Divertida Mente" 1 e 2 contam com a trilha sonora encantadora composta por Michael Giacchino.

®OSCAR é a marca registrada e marca de serviço da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.


O que inspirou "Divertida Mente"?

Quando tinha 11 anos de idade, o diretor Pete Docter se mudou com sua família para Dinamarca, onde teve que fazer novos amigos, frequentar uma nova escola e lidar com um novo idioma. Enquanto outras crianças estavam interessadas em esportes, Docter sentindo-se sozinho, se refugiava em desenhos, hobby que eventualmente o levou a animação. Seu mau rendimento social terminou no ensino médio.
No final de 2009, Docter notou que sua filha pré-adolescente, Elie, exibiu uma timidez semelhante. "Quando era uma criancinha, ela era bem engraçada e animada, mas com 11 anos começou a mudar muito. Essas ideias se complementaram para eu pensar e fazer o filme", disse ele. Ele imaginou o que acontece na mente humana, quando as emoções assumem. Vendo isso, começou a pesquisar informações sobre a mente, juntamente com o produtor Jonas Rivera e Ronnie del Carmen, um diretor secundário. Eles consultaram Paul Ekman, um notório psicólogo americano que estuda as emoções, e Dacher Keltner, professor de psicologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley. Desde o início de sua carreira, Ekman tinha identificado seis emoções principais: raiva, medo, tristeza, nojo, alegria e surpresa. Docter considerou surpresa e medo muito semelhante, o que o deixou com cinco emoções para construir o enredo. (Wikipédia)


"Divertida Mente 1" (2015)



Cartaz da primeira sequência do filme "Divertida Mente" .


*dublagem original
**dublagem brasileira

O filme se passa na mente de uma menina, Riley Andersen (*Kaitlyn Dias / **Isabella Guarnieri), onde cinco emoções — Alegria / Joy (*Amy Poehler/**Miá Mello), Tristeza / Sadness (*Phyllis Smith /** Katiuscia Canoro), Medo / Fear (*Bill Hader/**Otaviano Costa), Raiva / Anger (*Lewis Black/**Leo Jaime) e Nojinho / Disgust (*Mindy Kaling/**Dani Calabresa) — tentam conduzir sua vida quando ela se muda com seus pais (*Diane Lane/**Silvia Goiabeira e *Kyle MacLachlan /**Luiz Laffey) para uma nova cidade. 

CURIOSIDADE: Tem personagem brasileiro no filme! O "Brazilian Helicopter Pilot" (em português, "Piloto de Helicóptero Brasileiro", dublado originalmente por Carlos Alazraqui, ator e comediante americano descendente de argentinos), o flerte das emoções da mãe de Riley, na dublagem brasileira teve seu nome adaptado para "Piloto de Helicóptero Carioca" e a voz é de ninguém menos que o cantor Sidney Magal.

A garotinha Riley Andersen (Kaitlyn Dias / Isabella Guarnieri) , aos 11 anos.

O que se passa na cabeça da Riley? Da esquerda para a direita: Medo (Bill Hader/Otaviano Costa), Raiva (Lewis Black/Leo Jaime), Nojinho (Mindy Kaling/Dani Calabresa), Tristeza (Phyllis Smith / Katiuscia Canoro) e Alegria (Amy Poehler/Miá Mello).


 




"Divertida Mente 2" (2024)

Medo, Ansiedade, Alegria, Nojinho  (Liza Lapira/Dani Calabresa), Inveja (Ayo Edebiri /Gaby Milani), Tristeza, Tédio (Adèle Exarchopoulos/Eli Ferreira), Medo (Tony Hale/Otaviano Costa) e Vergonha (Paul Walter Hauser /Fernando Mendonça).


*dublagem original
**dublagem brasileira

Dois anos depois do filme original, Riley (*Kensington Tallman / **Isabella Guarnieri) está passando pela tão temida adolescência. Junto com o amadurecimento, a sala de controle também está passando por uma adaptação para dar lugar a algo totalmente inesperado: novas emoções: Ansiedade/Anxiety (*Maya Hawke/**Tatá Werneck), Inveja/Envy (*Ayo Edebiri /**Gaby Milani), Tédio/Ennui (*Adèle Exarchopoulos/**Eli Ferreira), Nostalgia /Nostalgia (*June Squibb/**Sylvia Salustti) e Vergonha/Embarrassment (*Paul Walter Hauser /**Fernando Mendonça). As já conhecidas Alegria, Raiva, Medo (*Tony Hale/**Otaviano Costa), Nojinho (*Liza Lapira/**Dani Calabresa) e Tristeza não têm certeza de como se sentir quando novos inquilinos chegam ao local.

Riley (Kensington Tallman/ Isabella Guarnieri) aos 13 anos.


 




LP "A Bandinha da Turma da Mônica" (Fermata, 1971)

 Postagem especial do dia das crianças


Uma curiosidade sobre a Turma da Mônica, minha turminha preferida: foi lançado o primeiro LP da trilha sonora dos personagens de Maurício de Sousa em 1971, com a orquestração bem bonita, bem trabalhada e digna de uma trilha sonora de filmes infantis de antigamente. Afinal, os arranjos são de ninguém menos que Hector Lagna Fietta (1913-1994), maestro argentino conhecido por produzir a trilha sonora de filmes do Mazzaropi (1912-1981).

"A Bandinha da Turma da Mônica" é um álbum infantil inspirado nos personagens da Turma Da Mônica criado pelo próprio cartunista Maurício de Sousa e pelo maestro Odmar Amaral "Gaó" Gurgel (1909-1992) em parceria com a letrista Wilma Camargo (1928-2011)*. Foi lançado no dia 1 de fevereiro de 1971 pela gravadora Fermata / RGE (hoje Som Livre / Sony Music) e relançado no dia 20 de agosto de 2013 com a colaboração da Inovashow e ONErpm no iTunes, junto a remasterização da Turbo Mastering em comemoração aos 50 Anos da Mônica. Os arranjos e regências são do músico argentino Hector Lagna Fietta e a produção é de Juvenal Fernandes.

*Wilma Porchat Bueno de Camargo foi cantora, compositora,  atriz e maestrina. É mãe de Marion Camargo, cantora e dubladora que participou de vários álbuns do Padre Zezinho na década de 1970, e avó de Vanessa, ex-integrante do grupo infantil Trem da Alegria nos anos 1980, parceira de dupla musical romântica de Luan (Luan & Vanessa) com quem é casada e, com o marido, foi membro do grupo vocal católico Cantores de Deus criado pelo Padre Zezinho. 


Cada faixa é uma caracterização de um personagem da turminha. A primeira e a mais famosa é "Mônica" que, com o tempo, o título foi mudando para "Sou a Mônica". As demais faixas também levam o nome do personagem: a "Magali" fala da sua famosa compulsão alimentar, "Cebolinha" com a sua dislalia, "Cascão" e a sua ablutofobia, o cãozinho "Bidu" e a "Tina", a personagem juvenil da turma que é uma hippie que luta pelos direitos da mulher. A "moda caipira" "Chico Bento" foi resgatada recentemente para a cena extra pós-créditos do filme "Turma da Mônica - Lições" (Biônica Filmes / Maurício de Sousa Produções / Paris Filmes / Paramount Pictures / Globo Filmes, 2021) como anúncio do lançamento do filme em live-action "Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa" que só aconteceria em 2025.


Criação

Com a popularização crescente da Turma da Mônica desde o lançamento da revista da Mônica em 1970 pela Editora Abril, o cartunista Maurício de Sousa aproveitou a vinda do famoso compositor brasileiro, Gaó Gurgel, que voltou dos Estados Unidos em 1945 e radicou-se em Mogi das Cruzes (SP) no início dos anos 1970, para iniciar uma parceria e, no mesmo ano, criaram a trilha sonora original. A melodia e arranjos, realizadas pelo compositor argentino Hector Lagna Fietta, foram introduzidas e a gravação das músicas foram desempenhadas pelos dubladores e cantores dos personagens naquela época, na sede da gravadora Fermata, Avenida Ipiranga, São Paulo. O álbum, lançado originalmente em 1971, também foi distribuído pela Turminha Peralta no ano seguinte.



"A Bandinha da Turma da Mônica"
℗1971 Fermata do Brasil / RGE Discos, Rádio Gravações Especializadas
℗1972 (relançamento) Peralta / Fermata do Brasil / RGE Discos, Rádio Gravações Especializadas
℗2013 (relançamento digital) Inovashow
Produzido por Juvenal Fernandes
Arranjo e regência de Hector Lagna Fietta

Todas as músicas são da autoria de Maurício de Sousa, Gaó Gurgel e Wilma Camargo

1- "Mônica" ("Sou a Mônica")
2- "Bidu"
3- "Magali"
4- "Horácio"
5- "Cascão"
6- "Tina"
7- "Chico Bento"
8- "Cebolinha"
9- "Astronauta"
10- "Jotalhão"
11- "Piteco"
12- "Anjinho"

Ouça a playlist abaixo das faixas do disco:

domingo, 15 de setembro de 2024

A Bíblia e a MPB 04 - "Deus me Proteja" - Chico César (2008)

 



BÍBLIA E MPB-4 


Deus me proteja de mim. "Deus me proteja de mim. E da maldade de gente boa. Da bondade da pessoa ruim, Deus me governe e guarde, ilumine e zele assim." Estes são versos do forró composto por Chico César. Expressam a contradição humana diante da perfeição de Deus. Recordam, inclusive, um drama relatado por São Paulo, na Carta aos Romanos: "Com efeito, não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero" (Rm 7,19). Iluminado pela graça divina, o ser humano encontra na luz da humildade a oportunidade para reconhecer e superar os próprios pecados e limites. Perceber a contradição que habita dentro de si é o primeiro passo para uma pessoa se tornar um ser humano melhor.

Frei Gustavo W. Medella, OFM

@freigustavomedella

Verso da página do dia 12 de setembro de 2024 da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, Editora Vozes





"Deus Me Proteja"

escrita e interpretada por Chico César
Participação especial de Dominguinhos (1941-2013) (gentilmente cedido pela Biscoito Fino)
℗2008 EMI Music (hoje Universal Music Brasil)


A Bíblia e a MPB 03 - "Torre de Babel" - Lupicínio Rodrigues

 


BÍBLIA E MPB-3 

"Torre de Babel" (1963). O clássico, autoria do gaúcho Lupicínio Rodrigues (1914-1974), gravado por ele e por diversos artistas [dentre eles, Jamelão (1913-2008)], faz referência à narração do Gênesis (Gn 11,1-9). No livro bíblico, uma torre imensa seria construída pelo povo como sinal de poder e força. Diante do gesto de prepotência, Deus confunde a língua dos cidadãos, que deixam de se entender. O povo se dispersa e o projeto fracassa. Na canção, um homem, desiludido com a proximidade do fim de seu relacionamento, recorda-se do relato bíblico e desabafa: "Por um capricho seu não há de ser que essa amizade vá ter esse desfecho tão cruel, que tiveram, porque se desentenderam, aqueles que pretenderam fazer a Torre de Babel".

Frei Gustavo W. Medella, OFM  @freigustavomedella (Instagram)

Verso da página do dia 12 de julho de 2024 da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, Editora Vozes




domingo, 11 de agosto de 2024

Sérgio Cabral pai (1937-2024)

 


Eu comecei a ter curiosidade de quem seria o Sérgio Cabral (17 de maio de 1937 - 14 de julho de 2024) depois que eu ouvi pela primeira vez a música "Meninos da Mangueira" (1976), principal sucesso de sua parceria com Rildo Hora, de quem sou fã, gravado por Ataulpho Alves Jr (1943-2017), isso ainda na década de 2000. Sérgio Cabral também foi jornalista, escritor, compositor e pesquisador nascido em Cascadura, bairro do Rio de Janeiro, e o primeiro livro da autoria dele que eu comprei foi "Ataulfo Alves - Vida e Obra" (Editora Lazuli, 2009). Como compositor, com exceções de uma parceria com Baden Powell (1937 - 2000) e de outra com Wilson Moreira (1936 - 2018), "Fim de Papo" (1981) e "Instinto" (1982), respectivamente, toda a obra de Sérgio Cabral como compositor foi construída como parceiro letrista do gaitista, arranjador e maestro Rildo Hora. Portelense, Sérgio amava também a Mangueira, Império Serrano e Salgueiro. Na década de 1980, foi comentarista da transmissão dos desfiles de carnaval.
Infelizmente o pai do ex-governador Sérgio Cabral nos deixou no dia 14 de julho. Segundo as informações, o jornalista morreu em decorrência de complicações de um enfisema pulmonar. Cabral também tinha Alzheimer. Uma notícia realmente triste, pois eu gosto muito dele, mesmo que eu nunca o tivesse conhecido pessoalmente, mas eu acompanho a sua carreira de compositor e pesquisador da música brasileira, inclusive eu já tinha feito várias postagens dele aqui no meu blog.




Sérgio Cabral com Martinho da Vila.


Parceria com Rildo Hora

O LP "Rildo Hora... e Sérgio Cabral" (RCA Victor / hoje Sony Music, 1980) reuniu várias obras da parceria do jornalista carioca com o músico pernambucano. O disco teve a produção executiva de ninguém menos que Martinho da Vila que também lançou "Andando de Banda" (1975) para o seu álbum "Maravilha de Cenário" (RCA Victor / hoje Sony Music). Martinho também participa do disco como cantor na faixa "Rancheiro do Boia-Fria (Para 3 Vozes)" em trio com Rildo e Jane Duboc. O disco tem 12 faixas, dentre elas, as inéditas "Toca, Gilberto", "Arraiá-Miúda" e "Amigavelmente". 
Como o jornalista Mauro Ferreira conclui a sua matéria sobre o álbum feita no dia seguinte da morte do Sérgio: "É por tudo isso que, no rastro da saudade deixada pela saída de cena de Sérgio Cabral, a gravadora Sony Music – detentora do acervo da RCA – poderia disponibilizar este pouco ouvido álbum de Rildo Hora em edição digital".  Poderia mesmo e até hoje eu torço para que a gravadora disponibilize o vídeo-áudio oficial de cada faixa do projeto de 1980. Por favor, Sony Music, nunca te pedi nada! Risos. 

Que Deus o tenha, Sérgio Cabral! 

Rildo Hora e Sérgio Cabral na contracapa do LP "Rildo Hora... e Sérgio Cabral" Foto assinada por Ivan Klingen


Fontes: G1:

domingo, 7 de julho de 2024

"Franjinha & Milena: Em Busca da Ciência" (2024)

O spin-off fofinho da Turma da Mônica em live-action

Eu assisti à série infantil "Franjinha & Milena: Em Busca da Ciência" (Biônica Filmes/ Mauricio de Sousa Produções /Warner Bros. Discovery, 2024). A série tem 8 episódios, mas eu vi tudo de uma vez como se fosse um filme de 100 minutos de duração, já que cada episódio tem em média 12 minutos e meio. E agora foi confirmado que haverá a segunda temporada desse spin-off fofinho da Turma da Mônica em live-action estrelado pela paulista Bia Lisboa no papel da Milena, minha personagem preferida e a mais esperta da turminha, Fabrício Gabriel, catarinense de Balneário Camboriú, no papel de Franjinha, e Fábio Lucindo, dublador do cãozinho azul Bidu que já foi a voz brasileira dos personagens Ash Ketchum em "Pokémon" (ポケモン, 1997-presente) até a 18ª temporada, Arnold em "Hey Arnold!" (Nickelodeon, 1996-2004) e do ator Zac Efron na trilogia de "High School Musical" (Walt Disney Pictures, 2006 / 2007/ 2008).


Versão ilustrada do cartaz da série feita pelos estúdios Maurício de Sousa. 


Sinopse

Franjinha (Fabrício Gabriel) e Milena (Bia Lisboa), acompanhados do cãozinho Bidu (voz de Fábio Lucindo), tentam desvendar os segredos da viagem no tempo. Mas a cada episódio terão seu foco desviado da investigação: primeiro a luz acaba e eles fazem uma lâmpada, e lidam com uma invasão de abelhas. Depois um cometa atravessa o sistema solar, e uma infestação de pulgas acontece no Limoeiro. Em seguida programam um robô para fazer bolos e desenvolvem uma IA. Finalmente descobrem um fóssil pré-histórico, e Franjinha perde o sono tentando decifrar os mistérios do tempo. A ciência surge como resposta para cada aventura, e juntos eles aprendem e se tornam melhores amigos e cientistas, descobrindo que a verdadeira viagem no tempo é a própria ciência! (Wikipédia)

A série está no serviço de streaming Max e no canal Discovery Kids.

Bia Lisboa e Fabrício Gabriel com Maurício de Sousa, o pai da Turma da Mônica. 


A Bíblia e a MPB 02 - "Ouro de Tolo" - Raul Seixas

 


BÍBLIA E MPB - 2 

O que me falta? "Ouro de Tolo" (1973), de Raul Seixas (1945-1989), traz o desabafo de alguém aparentemente bem-sucedido, bom artista e com bastante dinheiro e que, no entanto, sente que a felicidade não veio junto com o sucesso. Ainda lhe falta algo. Faz lembrar a história do jovem rico que se aproxima de Jesus e pergunta o que deveria fazer para alcançar a vida eterna (Mt 19,16-22). Jesus falou sobre a observância dos mandamentos, ele respondeu que era praticante de tais preceitos e insistiu: "O que me falta"? Convidado por Jesus a se desfazer dos bens, doá-los aos pobres e se tornar discípulo, desanimou. Preferiu voltar para casa, conservando o que tinha, inclusive o sentimento de vazio que o acompanhava. 

Texto de Frei Gustavo W. Medella, OFM  @freigustavomedella / Instagram


Verso da página do dia 27 de junho de 2024 da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus,  Editora Vozes. 


Oreo lança seus biscoitos recheados da Wandinha em edição limitada

A febre Wandinha / Wednesday fever




A Oreo Brasil se uniu a Amazon MGM Studios Consumer Products and Interactive Licensing e a Netflix, responsáveis pela produção da série de sucesso "Wandinha" ("Wednesday", 2022) para lançar seus biscoitos doces recheados inspirados no seriado que cativou milhões de fãs pelo mundo. Com o lançamento do produto em edição limitada, Oreo convida a todos a "ativarem o Modo Wandinha".




Os personagens estarão presentes na embalagem e no design dos biscoitos. Wandinha / Wednesday (Jenna Ortega / dublada por Marianna Alexandre que também é locutora da propaganda da Oreo) é destaque no sabor baunilha (do jeito que ela gosta, lógico, em preto e branco). A melhor amiga de Wandinha, Enid Sinclair (Emma Myers / dublada por Sofia Manso), em Oreo representa o sabor milk-shake de morango (bem a cara dela). E o Mãozinha / Thing (monitorado por Victor Dorobantu), simboliza o sabor chocolate. Também haverá biscoito com o brasão da Escola Nunca Mais (Never More Academy), onde a série se passa.

Gostei da ideia. Criativa, mesmo!🖤Eu que sou fã da Wandinha já garanti os meus três sabores de biscoitos.


*Sabor Baunilha (Wandinha)




*Sabor Milk-Shake de Morango (Enid)




*Sabor Chocolate (Mãozinha)


                                   
                       







 


Ficha Técnica da propaganda (Fonte: Site Marcas Pelo Mundo):

AGÊNCIA: LEO BURNETT
TÍTULO: OREO WANDINHA
PRODUTO: OREO
ANUNCIANTE: MONDELĒZ
CEO: FERNANDO DINIZ
CEO: MARCELO REIS
COO: FABIO BRITO
CCO: MARCELO REIS E VINICIUS STANZIONE
DIRETORES DE CRIAÇÃO: LUIZ FILIPIN E FELIPE MASSIS
DIRETORES DE ARTE: GUILHERME SERATO, RICARDO ALONSO, DANIELA MORERIA, ANDRÉ TEIXEIRA E LEONARDO CASSOL
ASSISTENTE DE ARTE: THAIS NEVES
REDATORES: LEONARDO TELLES, BRUNO GODINHO, RAFAEL ZOHELER, RAFAEL KLEIN, RENATO RAMALHO E LEANDRO SHIMIZU
ATENDIMENTO: LETÍCIA MEIRA, GUILHERME NOGUEIRA, LEANDRO GREGÓRIO, BIANCA URZEDO, DANIELLE RACHED CURTI, MELISSA CABRA, LUCIANA GIL, GUILHERME SOUZA E BIANCA BARROS
VP DE MÍDIA: ANA PAULA SANCHEZ
MÍDIA: RENATA CAOVILLA, JULIANA ROQUE, SHEILA UYEDA, DANIEL DAMI, TAIS FERREIRA, HENRIQUE LIMA, JULIANA SILVA, RAFAELA MARQUES, FERNANDA MORAIS E LUANE RIBEIRO
CSO: MARIE ALONSO
PLANEJAMENTO: MURILO FEDELE, LUISA LANCELLOTTI, JULIANA TOBISAWA, KAIQUE KENNEDY E PEDRO CARVALHO
CONTEÚDO: WAGNER XIMENES, FILIPE BORTOLOTTO E LEONARDO MAIA
ASSESSORIA DE IMPRENSA: PAULA GANEM, REJANE ROMANO E SAMARA OLIVEIRA
APROVAÇÃO DO CLIENTE: FLAVIA ARRUDA, JOÃO VICTOR MIGNOLI, MARIA VITORIA RABELO, BRUNO OLIANI, ROBSON OLIVEIRA, YGOR FEITOSA, ÁLVARO GARCIA, FELIPE PEDROLLI, MIRELLA MODELSKI, MARILIA NOCETTI, PAOLLA ROCHA, ANNA LUISA SALGADO, PEDRO STUDART, LARYSSA FARIAS E GABRIELA LIMA.
PRODUTORA: PXP STUDIOS
DIRETOR DE CONTA: DANI PISTONE
PRODUÇÃO EXECUTIVA: FILIPE ANDRADE
COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO: BRUNO CUSTODIO, CECILIA DACHERY E MARIANA MIKI
COPRODUÇÃO: PANCs
DIREÇÃO: CHICO PORTO
PRODUÇÃO EXECUTIVA: MARCIA BRANCO
ATENDIMENTO: ADRIANA PUTINI E CAROLINA POPOVISKI
COORDENAÇÃO DE SET: ALESSANDRA MEIRELLES
ASSISTENTE DE COORDENAÇÃO: DAIANA MÜLLER
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: KARINE DAMIANI
2º ASSISTENTE DE DIREÇÃO: GUSTAVO ARAÚJO MORAIS
DIRETORA DE PRODUÇÃO: TELMA FONSECA
PRODUTORA DE LOCAÇÃO: GABRIELA SALGADO
DIRETORA DE ARTE: DEBORA PASCOTTO
PRODUTORA DE OBJETOS: CAMILA CAMARGO
FIGURINISTA: HELOÍSA COBRA
PRODUTOR DE ELENCO: DANIELA VAIANO
FOTÓGRAFO: JOSÉ PEREIRA JÚNIOR
1º ASSISTENTE DE CÂMERA: KELLER DIAS
2º ASSISTENTE DE CÂMERA: ALLAN LESSA
PÓS-PRODUÇÃO: VIBE FILMS
COORDENADOR DE PÓS: MARCELO SADER E RAMON ABREU
COLORISTA: BRUNO DINIZ OVELHA
SUPERVISOR DE PÓS: SANDRO SABINO
SUPERVISOR DE EFEITOS VISUAIS: DANIEL MERMELSTEIN
MOTION: CELSO LOPES
MONTAGEM: TONY TIGER
FINALIZAÇÃO: EQUIPE VIBE FILMS
PRODUTORA SOM: A9 AUDIO
DIRETOR MUSICAL: APOLLO CARVALHO
PRODUTORA EXECUTIVA: KARINA AMABILE
ATENDIMENTO: NICOLE BONANI
FINALIZAÇÃO DE AUDIO: MARCOS MORETTO E ADAILTON MATOS
LOCUTORES DOS FILMES: MARIANNA ALEXANDRE (dubladora da Wandinha) E RAFAEL SILVESTRINI
COORDENAÇÃO: PALOMA SOL

NETFLIX:

MARKETING DE PARCERIAS:
ANA MARIA MARTINEZ CONDE VILLAR

"Vida Cigana" - Tetê Espíndola

 


Uns acreditam que foi a dupla João Pedro & Cristiano. Outros juram até que foi a banda de pagode Raça Negra. Mas na verdade foi a cantora Tetê Espíndola a primeira a gravar a música "Vida Cigana" para o seu primeiro álbum solo, "Piraretã" (PolyGram / hoje Universal Music, 1980) muito antes de emplacar com o hit "Escrito nas Estrelas" (de Arnaldo Black e Carlos Rennó, 1985) e com ele vencer o Festival dos Festivais exibido pela Rede Globo.

"Vida Cigana" foi lançada em 1980 e escrita dois anos antes, em 1978, por Geraldo Espíndola, um dos irmãos da Tetê, para a sua namorada. "Eu estava sozinho em São Paulo, pensando nela e lhe escrevi uma carta com a letra de 'Vida Cigana'. Quando voltei para revê-la, olhando pra ela fiz a canção", afirma o cantor para o site TopMídia News em 2014. Geraldo e sua musa inspiradora são casados até hoje.

Geraldo Espíndola, cantor, compositor, músico e irmão da Tetê Espíndola


Fonte: TopMídia News

https://www.topmidianews.com.br/algo-mais/geraldo-espindola-o-compositor-de-ms-sucesso-ate-no-pagode/6002/

Festa de Lançamento do "Clube do Samba" (Fantástico, 1979)

"Meninos da Mangueira" - Ataulpho Jr. e Diogo Nogueira no programa "Samba da Gamboa" na TV Brasil