Meu nome é Jeane Martins, a Jê (com jota!).Sou de Itajaí,Santa Catarina e autista (e apaixonada pela Portela, a rainha do carnaval do Rio de Janeiro) :D - @jeaneportelense
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"O que é de verdade ninguém mais hoje liga: isso é coisa da antiga" - Ney Lopes e Wilson Moreira
sábado, 5 de maio de 2018
Chamada de Elenco de "As Aventuras de Poliana" do SBT
Já está disponível o vídeo da chamada de elenco da novela "As Aventuras de Poliana" que vai estrear no dia 16 de maio às 21 horas no SBT. A chamada vem sendo exibida pela emissora desde quinta-feira, 3 de maio, com a música de fundo que possivelmente será o tema de abertura da novela infantil escrita por Iris Abravanel.
Segundo o site RD1 - Audiência da TV (clique aqui), "As Aventuras de Poliana" já acumula mais 2 milhões de visualizações em seu canal oficial no YouTube antes mesmo de estrear. O número surpreende, já que até agora apenas as chamadas foram disponibilizadas no canal.
sábado, 28 de abril de 2018
Chamada de "As Aventuras de Poliana" tem Larissa Manoela e samba de Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo
O SBT divulga mais uma chamada de estreia da nova novela infantil "As Aventura de Poliana". Agora com uma das principais estrelas do público infanto-juvenil, Larissa Manoela. Ela faz o papel de Mirella, melhor amiga de Raquel (Isabella Moreira), mas que ambas têm comportamentos diferentes. Como se não bastasse, elas se apaixonam pelo mesmo rapaz, Guilherme (Lawrran Couto). Outro detalhe na chamada é a música de fundo que é executada entre 13 e 30 segundos do vídeo abaixo, a introdução da releitura de "Meu Drama (Senhora Tentação)" (de Silas de Oliveira e Joaquim Ilarindo, 1955).
Escrita pela autora Íris Abravanel e com a diração-geral de Reynaldo Boury, a nova novela do SBT, "As Aventuras de Poliana", é uma história inspirada no clássico da literatura infantojuvenil de 1913, "Pollyana", de Eleanor H. Porter (1868-1920). Segundo o site Observatório da Televisão, "As Aventuras de Poliana estreará no dia 16 de maio, numa quarta-feira.
Divulgada a chamada com a Myrian Rios na novela "As Aventuras de Poliana" do SBT
A personagem da atriz Myrian Rios já é apresentada na nova chamada da novela "As Aventuras de Poliana" (vídeo abaixo). Ela é Ruth Goulart, uma atormentada diretora da escola de artes que leva o seu nome, onde Poliana (Sophia Valverde) se inscreve.
Segundo o site Observatório da Televisão, "As Aventuras de Poliana estreará no dia 16 de maio, numa quarta-feira, no SBT.
terça-feira, 24 de abril de 2018
Recordar é viver: as propagandas mais louconas do Teleshop [011-1406]
Lembram daquelas propagandas involuntariamente engraçadas de produtos internacionais da década de 1990 que eram revendidas no Brasil através do telefone 011-1406? Eram os tais infomerciais, que costumavam quebrar o protocolo de duração de 30 segundos das propagandas comuns e que vendiam produtos ao estilo dos atuais comerciais da Polishop. No Brasil, produtos como Facas Ginsu e meias Vivarina tiveram durante anos suas propagandas exibidas através dos infomerciais do extinto Grupo Imagem, especialmente os que eram exibidos na também extinta Rede Manchete. A propaganda enfatizava o número (011) 1406 ("zero-onze-quatorze-zero-meia"), que serviu de inspiração à música "1406" (de Dinho e Julio Rasec, 1995) dos Mamonas Assassinas na qual a banda, além de fazer uma crítica óbvia ao consumismo, cita de forma irônica alguns produtos vendidos pelo telefone.
Mas o que havia de espirituoso nisso? Muitos desses infomerciais nos davam aquela sensação de espanto e desconfiança de tão surreais _e divertidos, mesmo sem propósito_ que eram. Segundo o Wikipédia, por causa dessa natureza sensacionalista da propaganda e da natureza questionável de alguns produtos, defensores do direito do consumidor recomendavam investigação cuidadosa dos patrocinadores do infomercial, dos produtos que vinham sendo divulgados e de possíveis reclamações antes de efetuar uma compra.
Mas que dá saudade dessas propagandas só pra rir delas, dá. Segue a lista e se acabe de rir! :D
1- Sonic 2000 (Aparelho auditivo)
"Você pode me ouvir?"
"Sim, escuto claro e forte!"
A Sonic 2000 faz com que você tenha uma qualidade de audição superior a de uma cobra ou de um super-herói. Uma das frases mais célebres da propaganda em versão dublada é: "Uau! Eu conxegui ouvir a agulha caindo do outro lado da xala!". O aparelho auditivo é tão avançado que a propaganda adverte em nome das boas maneiras:"Atenção: é proibido ouvir conversações de terceiros sem autorização das partes". Ah, tá.
Se por um lado, a desvantagem da Sonic 2000 faz com que sejamos mal-educados mesmo involuntariamente ouvindo a conversa alheia, do outro, com o aparelho, a falsidade de gente fofoqueira que fala mal de nós pelas costas teria seus dias contados. Ha-ha-ha!
Uau! Eu conxegui ouvir a agulha caindo do outro lado da xala!
2- Facas Ginsu 2000
Sua propaganda produzida em 1991 é a mais clássica de todas,a rainha do Teleshop e do saudoso Grupo Imagem. Ela garante que as facas Ginsu 2000 cortam até o pensamento, tanto que eu me lembro da paródia do pessoal do Casseta e Planeta na época. Logo no começo do vídeo, se prestássemos bem a atenção, o peixe que o japonês [foto] "corta" já está cortado! É treta!
3- Óculos Ambervision
Mormaii ,Ray-Ban, Roberto Cavalli, Giorgio Armani e Speedo tremeriam diante deles. Os óculos Ambervision bloqueiam raios desfocados e nocivos e até 100% de raios UV. Usar essa porcentagem em propagandas de produtos para garantir sua qualidade seria proibido nos dias de hoje. E mais: Ambervision faz com que você tenha uma visão de águia, ou seja, sem o menor esforço para enxergar melhor e mais longe. Uau!
4- Ferro de passar a vapor Frattina
Ferro a Vapor Frattina. Caramba, que ferro de passar é esse que não precisa esquentar, não queima a roupa e a pele e não estoura a bexiga ao encostar nela?
5- Travesseiros Contour Pillow
Enquanto os outros travesseiros que a gente compra em lojas de cama-mesa-banho nos deixam com má postura que gera torcicolo e dor nas costas e fazem com que rolamos na cama a noite inteira, os Travesseiros Rivotril, ops, Travesseiros Contour Pillow fazem com que a gente relaxe a noite inteira e acorde renovada e com mais energia.
6- Caneta Penalli Fountain Pen
A "caneta assassina" Penalli Fountain Pen, além de escrever, também serve para furar lata de bebidas e brincar de dardo com ela. Saca só nas informações:
*Escreve em qualquer direção (?)
*Serve para canhotos ou destros (??)
*Tem a versão feminina da caneta (???)
7- Meia-calça Vivarina
A incrível meia-calça Vivarina não desfia com garfos, lixa de unha, pedra-pomes, unha de gato de estimação ou estourando balões através dela. E a pergunta que não quer calar feita por muitos internautas hoje em dia: as meias Vivarina resistem às Facas Ginsu 2000? E eu acrescentaria: "e com a Penalli Fountain Pen, a caneta assassina?"
8- Esfregão
O Teleshop apresenta o Esfregão mágico (e fictício) que faz as sujeiras mais repugnantes desaparecerem incrivelmente, mesmo sem lavá-lo. Tanto que, para apresentá-lo, precisa de uma plateia para aplaudi-lo. OOOH! Como diz o título do vídeo seguinte, é rir para não chorar!
terça-feira, 17 de abril de 2018
"Bodas de Ouro" (1997) - Em memória de Dona Ivone Lara (1921-2018)
Hoje o samba alvoreceu triste. Nesta noite do dia 16 de abril morreu por insuficiência cardiorrespiratória a cantora e compositora Dona Ivone Lara, a Primeira Dama do Samba e a Rainha do Samba. Yvonne da Silva Lara foi a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores de escola de samba com "Os Cinco Bailes da História do Rio" (1965) junto ao Silas de Oliveira (1916-1972) e Bacalhau para a Império Serrano, sua escola de coração, onde começou sua carreira artística em 1947. Só em 1970 que gravou seu primeiro disco (que na verdade era coletivo), "Sambão 70" (Copacabana, hoje subsidiária da Universal Music). Escrevia sambas e, simultaneamente, formada em enfermagem e serviço social com especialização em terapia ocupacional, trabalhou em hospitais psiquiátricos até se aposentar dessa área em 1977, a partir de quando passou a dedicar-se inteiramente na música. Em uma reportagem do Jornal O Folha em 1998 (clique aqui), a artista justificava a demora para gravar um disco: "É que eu trabalhava como enfermeira formada, funcionária pública. Não queria compromisso com contrato, com a vida artística. Só no Carnaval ficava mais em evidência".
Em 1997, Dona Ivone Lara havia lançado um belo álbum comemorativo dos seus 50 anos de carreira, o "Bodas de Ouro" pela Sony Music. Foi o primeiro lançado na era do CD da discografia da cantora e compositora. Nesta obra-prima produzida pelo Rildo Hora, Dona Ivone canta em parceria com vários artistas, como Gilberto Gil, Djavan (um dos belos duetos do álbum, "Sonho Meu"), Martinho da Vila, Zeca Pagodinho e Ataulpho Jr (1943-2017).
BODAS DE OURO
Dona Ivone Lara
(P) 1997 Columbia Records / Sony Music Entertainment Brasil
1 Samba de roda pra Salvador (Não chora meu bem)
Participação especial de Gilberto Gil (gentilmente cedido pela Warner Music)
Participação especial de Gilberto Gil (gentilmente cedido pela Warner Music)
Escrita por Ivone Lara
2 Alguém me avisou
Participação especial de Araketu
Participação especial de Araketu
Escrita por Ivone Lara
3 Não chora neném
Participação especial de Martinho da Vila
Participação especial de Martinho da Vila
(Ivone Lara)
4 Sonho meu
Participação especial de Djavan
Participação especial de Djavan
Escrita por Ivone Lara e Délcio Carvalho
5 Candeeiro da vovó
Participação especial de Danilo Caymmi (gentilmente cedido pela EMI Music / hoje Universal Music)
Participação especial de Danilo Caymmi (gentilmente cedido pela EMI Music / hoje Universal Music)
Escrita por Ivone Lara e Délcio Carvalho
MÚSICA INCIDENTAL: "Oração da Mãe Menininha" (escrita por Dorival Caymmi)
6 Mas quem disse que eu te esqueço
Participação especial de Zeca Pagodinho (gentilmente cedido pela PolyGram/ hoje Universal Music)
Participação especial de Zeca Pagodinho (gentilmente cedido pela PolyGram/ hoje Universal Music)
Escrita por Ivone Lara e Hermínio Bello de Carvalho
7 Acreditar
Participação especial de Adryana Ribeiro
Participação especial de Adryana Ribeiro
Escrita por Ivone Lara e Délcio Carvalho
8 Sorriso negro
Participação especial de Isabel Filardis e Toni Garrido
Participação especial de Isabel Filardis e Toni Garrido
Escrita por Jorge Portela, Adilson Barbado e Jair de Carvalho)
9 Força da imaginação
Participação especial de Beth Carvalho (gentilmente cedido pela PolyGram/ hoje Universal Music)
Participação especial de Beth Carvalho (gentilmente cedido pela PolyGram/ hoje Universal Music)
Escrita por Caetano Veloso
10 Enredo do meu samba - Participação especial de Almir Guineto (gentilmente cedido pela RGE)
Escrita por Ivone Lara e Jorge Aragão
Mel da boca
Escrita por David Correa
Escrita por David Correa
11 O samba não pode parar - Participação especial de Ataulpho Alves Jr.
Escrita por Paulo George, Dilce Coutinho e Fabrício do Império
Leva meu samba
Escrita por Ataulfo Alves
Escrita por Ataulfo Alves
Na cadência do samba
Escrita por Ataulfo Alves, Paulo Geta e Matilde Alves
Escrita por Ataulfo Alves, Paulo Geta e Matilde Alves
12 Alvorecer
Participação especial de Netinho de Paula (Negritude Jr.) (gentilmente cedido pela EMI Music/ hoje Universal Music)
Participação especial de Netinho de Paula (Negritude Jr.) (gentilmente cedido pela EMI Music/ hoje Universal Music)
Escrita por Ivone Lara e Délcio Carvalho
13 Bodas de ouro
Escrita por Ivone Lara e Paulo César Pinheiro
sexta-feira, 30 de março de 2018
Clássicos da Música Católica 02 - "Antes da Morte e Ressurreição de Jesus" (canto de comunhão)
Postagem de Sexta-feira Santa
Quando eu fazia catequese, ainda criança, eu e os outros catequizandos cantávamos muito esta música no período pascal como canto de comunhão. Recentemente eu me lembrei desta música através de uma cena do documentário da Maria Bethânia em que muitos fiéis cantavam durante uma procissão exibida no longa sobre a cantora.
"Antes da Morte e Ressurreição de Jesus" é um canto de comunhão cuja letra foi feita por Dom Carlos Alberto Navarro (30 de outubro de 1931 — 2 de fevereiro de 2003) e do músico cearense Waldeci Farias (in memorian) na parte melódica. Mais informações sobre Waldeci Farias, acesse:
http://www.trofeulouvemos.com/homenagem-postuma-do-trofeu-louvemos/
1. Antes da morte e ressurreição de Jesus, Ele, na Ceia, quis se entregar: deu-se em comida e bebida pra nos salvar.
[Refrão]
E quando amanhecer, o dia eterno, a plena visão,
Ressurgiremos por crer, nesta vida escondida no pão.
2. Para lembrarmos a morte, a cruz do Senhor, nós repetimos, como Ele fez: gestos, palavras, até que volte outra vez.
3. Este banquete alimenta o amor dos irmãos, e nos prepara a glória do céu: Ele é a força na caminhada pra Deus.
4. Eis o Pão vivo mandado a nós por Deus Pai! Quem o recebe, não morrerá: no último dia vai ressurgir, viverá.
5. Cristo está vivo, ressuscitou para nós! Esta verdade vai anunciar, a toda terra, com alegria a cantar.
Clássicos da Música Católica 01 - "Te Amarei, Senhor"
Postagem de Sexta-Feira Santa
Quem é católico sente que pelo menos uma música executada na missa marca sua vida. Muitas delas marcou a minha e uma é da qual eu falarei agora: "Te Amarei, Senhor" (1992). Na minha adolescência, mesmo contra a vontade (além de ser a fase da "aborrecência", eu tinha tamanha dificuldade de aprender o sentido das coisas. Se eu já tinha dificuldade de aprendizado na escola, o que justifica o meu desempenho não muito bom nos estudos, imagine ao tentar entender as leituras e o Evangelho...), eu e meu irmão fomos levados pelos nossos pais à igreja do bairro onde moramos e a capela cantava muito essa música. Eu lembro que na noite da Sexta-Feira da Paixão de 1999, no dia 2 de abril (como eu lembro? Eu não lembro, procurei pelo calendário do ano no Google 😆), nós quatro,eu aos 17 anos, fomos para ver a encenação da Paixão de Cristo no Estádio Marcílio Dias daqui de Itajaí (naquela década todo ano havia encenação da Sexta-Feira Santa aqui na minha cidade) e uma banda carismática abria a encenação que era feita no campo e os espectadores ficavam na arquibancada. No repertório desta banda incluía a canção "Te Amarei, Senhor".Um momento engraçado daquela noite é que, enquanto a música estava sendo cantada pelo grupo, uns jovens atrás da gente certamente da minha idade faziam palhaçadas, uma delas era imitar as vozes em falsete da turma dos Teletubbies, uma série infantil anglo-americana que no Brasil era exibida nas manhãs da TV Globo e que era a sensação na época entre as crianças de até 6 anos (eu confesso que eu adorava). E eu cobria a minha boca com as mãos e abaixava um pouco a cabeça para ninguém perceber que eu estava rindo das mocinhas e rapazes atrás.
"Te Amarei, Senhor" foi gravada originalmente por Antônio Kater Filho, teólogo, escritor e compositor (este que foi o professor do Padre Marcelo Rossi) e Maria do Rosário, cantora católica e apresentadora do programa "Brasil Cristão" que vai ao ar todas as terças-feiras às 20:30h na Rede Século 21. Este registro está no LP "Louvemos o Senhor Volume VII" (Paulinas/COMEP, 1992) e resgatado para o CD da coletânea "Louvemos o Senhor" lançado em 1997 (ouvi no Spotify e é realmente lindo). Eu não estou certa de quem escreveu a música. A internet diz que foi o Padre Zezinho. Um site em slideshare de cifras de cantos para missa diz que é do Frei Luiz Turra. Enquanto está dúvida a respeito do autor não se esclarece, a letra reflete como é essencial a presença de Jesus Cristo em nossa vida e faz com que fizéssemos uma autoanálise de como reagiríamos com o convite de Deus-Filho. Preciso dizer mais?
Recentemente a música foi regravada pela banda Santhuário com a participação da Irmã Kelly Patrícia. (clique aqui)
Fontes:
Revista Istoé - "O Marqueteiro dos Católicos" (Sobre Antônio Kater Filho)
https://istoe.com.br/3780_O+MARQUETEIRO+DOS+CATOLICOS+/
Slideshare - "Livro de Cantos da Congregação"
https://pt.slideshare.net/antoniarosacorrea/livro-de-cantos-da-congregao
Vídeo: gravação original de "Te Amarei, Senhor" (1992)
Me chamaste para caminhar na vida contigo,
Decidi para sempre segui-te, não voltar atrás.
Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma,
é difícil agora viver sem lembrar-me de ti.
[Refrão]
Te amarei, Senhor.
Te amarei, Senhor
Eu só encontro a paz e a alegria bem perto de ti (2x)
Eu pensei muitas vezes parar e não dar nem resposta.
Eu pensei na fuga esconder-me, ir longe de ti,
Mas tua força venceu e ao final eu fiquei seduzido.
É difícil agora viver sem saudades de ti.
[Refrão]
Ó Jesus, não me deixes jamais caminhar solitário,
Pois conheces a minha fraqueza e o meu coração.
Vem ensina-me a viver a vida na tua presença,
No amor dos irmãos, na alegria, na paz, na união
ATUALIZADO NO DIA 6 DE ABRIL DE 2018
Eu fui ensaiar na casa de uma amiga para a missa e ao procurar por cantos em livros de músicas católicas vi que em um desses livros, o do "Deus Conosco", identificava os compositores de cada canção. Procurei por "Te Amarei, Senhor"(erroneamente intitulado como "Me Chamaste Para Caminhar") e finalmente descobri que o autor na verdade era ALFRED MERCIECA (no livro foi grafado com "Alfred Mercica")
ATUALIZADO NO DIA 6 DE ABRIL DE 2018
Eu fui ensaiar na casa de uma amiga para a missa e ao procurar por cantos em livros de músicas católicas vi que em um desses livros, o do "Deus Conosco", identificava os compositores de cada canção. Procurei por "Te Amarei, Senhor"(erroneamente intitulado como "Me Chamaste Para Caminhar") e finalmente descobri que o autor na verdade era ALFRED MERCIECA (no livro foi grafado com "Alfred Mercica")
domingo, 18 de março de 2018
O documentário "Vem" de Mallu Magalhães
Lançado no dia 6 novembro do ano passado, o documentário "Vem" da cantora Mallu Magalhães é sobre a turnê de seu mais recente álbum que leva o nome do curta-metragem de 18 minutos de duração. "Vem" já está disponível com canal oficial da cantora no YouTube em parceria com a Vevo.
O filme mostra os bastidores do show e os poemas inéditos da cantora, compositora e instrumentista paulistana. Sem falar na trilha sonora composta pela própria Mallu. Veja!
sábado, 10 de março de 2018
Irmã Cristina Scuccia lança o single "Felice"
Adivinhe quem está de volta? Sim, a Irmã Cristina Scuccia, ou Suor Cristina Scuccia. A freira-cantora que venceu o The Voice Itália em 2014 divulga o seu mais novo single, "Felice", autoria de Andrea Bonomo e Gianluigi Fazio e produção de Elvezio Fortunato (Velvet Music, site italiano). O álbum homônimo será lançado pela Universal Music a partir do dia 23 de março. Ainda ontem, 9 de março, já foi lançado o videoclipe. Veja e fique feliz!
"Um Novo Dia" - Movimento Samba São Paulo
Rildo Hora e Patrícia Hora também participaram do projeto
Mais informações no site:
www.movimentosambasaopaulo.com.br
Ficha técnica tirada a partir da descrição do vídeo:
Movimento Samba São Paulo - "Um Novo dia"
Ficha técnica tirada a partir da descrição do vídeo:
Movimento Samba São Paulo - "Um Novo dia"
Autor: Denílson Miller
ISRC: BXM6P1700002
Gravadora Miller Produções
Há de brilhar, um novo dia há de brilhar
o alvorecer algo de novo há de trazer
além do céu e mar, alem do céu voar
pra ir buscar um renascer
pra um dia ver algo de novo acontecer
e refazer toda história desse lugar
da vida se fartar e só o amor levar
juntos caminhar, até chegar
Há de brilhar em cada olhar a esperança
o futuro sempre está na força de uma criança
que vai crescer se transformar
realizar, fazer valer um novo dia
Há um movimento a se espalhar pela cidade
vamos a luta pra mostrar o elo de uma amizade
um canção, um só coração
que vai pulsar, vai despertar um novo dia
o samba vai estar em cada esquina, em cada bar
um brinde a fazer, a alegria de viver
o verso e a poesia, o som em harmonia
e que a batucada traga a madrugada
e assim valeu mais uma noite a se encantar
um filho teu um dia há de se lembrar
do samba em oração, de ver brotar do chão ver florescer e anunciar
[refrão]
Ficha Técnica:
Arranjo e regência: Denílson Miller
Bateria: Jorge Gomes
Surdo: Gordinho
Percussão geral: Koka Pereira e Yvison Pessoa
Cuíca: Daniel da Cuíca
Baixo: Batman
Cavaco: Alceu Maia
Violão de 7: Diego 7 Cordas
Violão de 6, Violino e Viola: Maestro Denílson Miller
Violino: Luis Amato
Cello: Adriana Holtz
Clarinete: Marcos Gomes
Flauta e Piccolo: Marco Cancello
Trompete: Elisson Gomes
Sax Tenor: Vagner Luiz
Trombone: Samuel Marques
Coro: Brau de Souza, Carlos Fernandes, Miller, Cris Bosch e Cristina Teixeira
Gravado, mixado e masterizado no estúdio da Miller Produções Artísticas Produzido por Denílson Miller
Co-produção: Brau de Souza
Divulgada a primeira chamada da novela "As Aventuras de Poliana"
Sophia Valverde será a protagonista
Esta semana o SBT divulgou a primeira chamada de estreia da novela "As Aventuras de Poliana" que substituirá "Carinha de Anjo". Segundo os rumores, "As Aventuras de Poliana", da autoria de Iris Abravanel, deve estrear em maio. No elenco, estão a atriz-mirim Sophia Valverde (no papel de Poliana), Larissa Manoela, Myrian Rios (depois de 16 anos afastada da TV), Dalton Vigh e Milena Toscano.
Chamada de estreia:
Making- of da chamada de estreia:
Esta semana o SBT divulgou a primeira chamada de estreia da novela "As Aventuras de Poliana" que substituirá "Carinha de Anjo". Segundo os rumores, "As Aventuras de Poliana", da autoria de Iris Abravanel, deve estrear em maio. No elenco, estão a atriz-mirim Sophia Valverde (no papel de Poliana), Larissa Manoela, Myrian Rios (depois de 16 anos afastada da TV), Dalton Vigh e Milena Toscano.
Chamada de estreia:
Making- of da chamada de estreia:
domingo, 4 de março de 2018
"Dalida" (filme cinebiográfico de 2016)
"Eu que escolhi tudo na minha vida, eu também quero escolher minha morte.
Há aqueles que querem morrer em um dia chuvoso e outros em pleno dia ensolarado
Há aqueles que querem morrer sozinhos na cama
Tranquilos em pelo sono
Eu quero morrer no palco
Em frente dos projetores
Sim, eu quero morrer no palco
O coração aberto a todas as cores
Morrer sem qualquer dor na última apresentação
Eu quero morrer em cena, cantando até o fim."
Tradução do trecho da música "Mourir Sur Scène" ("Morrer no Palco") (de Michel Jouveaux e Jeff Barnel, 1983) gravada por Dalida (clique aqui para ouvir a música no YouTube)
Eu sempre havia ouvido falar na cantora ítalo-egípcia Dalida (1933-1987), como também conheço poucas de suas músicas e sua vida trágica. Mas recentemente tomei conhecimento sobre a existência do filme "Dalida" (Pathé Films, 2016), uma cinebiografia sobre uma artista poliglota que tinha tudo para dar certo e eu confesso que chorei feito bebê ao assistir ao longa. Dona de uma voz grave suave, Dalida era uma mulher cheia de valores que tinha sua vida marcada por vitórias, decepções amorosas, depressão e distúrbios alimentares _o filme retrata tudo isso_ até suicidar-se em 3 de maio de 1987 aos 54 anos em Paris ingerindo uma overdose de barbitúricos. "Dalida" foi dirigido pela cineasta Lisa Azuelos com a colaboração de Orlando (Bruno Gigliotti), irmão de Dalida, e protagonizado pela atriz e modelo italiana Sveva Alviti que teve que aprender francês para o papel e foi escolhida para o filme entre 250 candidatas. O idioma materno de Dalida era o italiano, apesar de ter aprendido o árabe egípcio e também o francês enquanto crescia no Cairo. Ela aprimoraria o seu francês na fase adulta, após se estabelecer em Paris em 1954, tornando-se em seguida fluente em inglês e aprendendo também conversações básicas em alemão e espanhol, além de possuir certa facilidade em cumprimentar seus fãs do Japão utilizando japonês básico. No filme, os idiomas são principalmente italiano e francês , mas também há um pouco de inglês e árabe. "Dalida" entrou em cartaz no ano passado, 2017, nos cinemas europeus. No Brasil, foi exibido em outubro do mesmo ano em quatro sessões no Festival do Rio, no Rio de Janeiro, dentro da mostra Panorama do Cinema Mundial (Coluna de Bruno Astuto, site Revista Época).
Sveva Alviti no papel de Dalida
Orlando, irmão de Dalida, e Sveva Alviti
Seu nome é Yolanda
Dalida (1933-1987) na década de 1970
Dalida em 1961
Yolanda Christina Gigliotti, filha de pais italianos, nasceu em 17 de janeiro de 1933 em Shoubra, um distrito da cidade do Cairo, no Egito. Seu pai era violinista de ópera e desde menina passou a receber lições de música. A bela Yolanda foi eleita a Miss Egito em 1954 aos 21 anos, em seguida apareceu em alguns filmes no Egito creditada inicialmente apenas como Yolanda e depois como Dalila, uma alusão à personagem bíblica que seduziu e traiu o juiz Sansão, e mudou-se para a França, onde deu início a sua respeitável carreira musical. Apesar do seu talento e beleza, a carreira no cinema não foi satisfatória, então aceitou cantar em vários idiomas, inclusive italiano e francês, em cabarés, teatros e casas de shows. Se inscreveu para um programa de calouros para jovens cantores promovido por Bruno Coquatrix (1910-1979) no famoso teatro Olympia em Paris. A interpretação da cantora encantou Coquatrix que logo a apresentou ao Eddie Barclay (1921-2005), produtor musical e fundador da gravadora Barclay e Lucien Morisse (1929-1970), produtor artístico do popular Radio Europe 1 e da Barclay e o que seria o marido de Dalida. Barclay e Morisse desempenhariam papel fundamental na carreira da artista e aconselharam a cantora a adotar um novo nome artístico, Dalida, que para eles soaria melhor.
Em 1957 Dalida lançou seu primeiro álbum pela Barclay Records (hoje selo subsidiário da Universal Music), "Son Nom Est Dalida" (em português, "Seu Nome é Dalida") com o sucesso "Bambino" (música original de Giuseppe Fanciulli e Nicola "Nisa" Salerno e adaptação para o francês de Jacques Larue), versão da música napolitana "Guaglione". "Bambino" seria o grande sucesso da cantora, ficando 46 semanas nas paradas Top 10 da França, representando uma das maiores vendagens de discos na história francesa, e por suas vendas (que ultrapassaram as 300.000 cópias) Dalida recebeu seu primeiro disco de ouro. Em toda a sua carreira, Dalida vendeu mais de 170 milhões de cópias, ganhou 55 Discos de Ouro e foi a primeira cantora no mundo a receber um Disco de Diamante, em 1980. Gravou mais de 500 músicas em francês, 200 das quais foram traduzidas para o italiano e 200 para outras línguas. Se aderiu a vários gêneros musicais, como chanson, folk, pop árabe e até disco na década de 1970, uma fase que, na cinebiografia intensamente triste sobre a cantora, é retratado como um alívio dançante e empolgante. No auge de seus problemas sentimentais cantava músicas com letras profundamente melancólicos e liberais que soam pessoais, como a releitura de "Je Suis Malade" (de Serge Lama e Alice Dona, 1973), isto é, "eu estou doente", e "Il Venait d'avoir 18 Ans" (de Pascal Sevran, Serge Lebrail, pseudônimo de Simone Gaffie, e Pascal Auriat, 1974), ou seja, "ele havia acabado de fazer 18 anos", que alude a um romance secreto que Dalida, no auge da fama aos 34 anos, tinha com um estudante italiano que na verdade tinha 22 anos, isto depois que ela havia tentado se matar depois do suicídio de seu namorado, o cantor italiano Luigi Tenco (1938-1967).
Pour Ne Pas Vivre Seul
(Para não viver só)
Dalida teve em sua vida três homens suicidas, sendo que o único que suicidou-se durante o relacionamento foi o cantor Luigi Tenco, e se sentia cada vez mais sozinha e pesarosa por passar sua vida inteira dedicada a sua carreira e a homens que ela acreditava serem o ideal a cada relacionamento, além do fato de não ter podido exercer a maternidade. Lucien Morrise, o primeiro marido da cantora, suicidou-se em 1970 e Richard Chanfray, em 1983.
Dalida e seu produtor Lucien Morrise, casado e pai, iniciam um romance. Lucien prometeu a Dalida que iria se divorciar da esposa para ficar com ela, mas isso demorou vários anos e conseguiu. Os dois se casaram em 1961. Viciado em trabalho, Lucien não tinha tempo para a esposa e esta sentia-se abandonada e se apaixonou por um outro rapaz em uma festa. Dalida e Lucien se divorciaram amigavelmente em 1964. O novo namorado começou a chatear-se com a ausência de Dalida devido aos compromissos profissionais da cantora e os dois terminaram.
Dalida em seguida namorou o talentoso e perturbado cantor e compositor italiano Luigi Tenco (1938-1967). Os dois iriam defender no Festival de San Remo de 1967 a canção profeticamente intitulada "Ciao Amore Ciao" ("tchau, amor, tchau") a qual Luigi Tenco havia trabalhado por cinco anos no estilo musical daquele tempo. Mesmo sem entendê-la, muitos brasileiros e até eu mesma interpretamos a música como uma despedida de um casal, mas na verdade, fala de uma decisão dos italianos de deixarem o país em razão das guerras e da recessão econômica. Decepcionado com a rejeição do público ao "Ciao, Amore, Ciao" que foi desclassificada, Tenco saiu do evento sem ao menos comparecer ao jantar pós-apresentações dos artistas. Depois da festa, Dalida foi ao hotel onde o namorado chateado foi hospedado e o encontrou morto no chão de seu quarto. Luigi Tenco suicidou-se naquela noite com tiro na orelha como forma de protesto contra a decisão dos jurados e não porque estava cansado de viver. Abalada, Dalida entrou em depressão e, um mês depois, em Paris, tentou o suicídio ingerindo remédios no mesmo quarto de hotel onde ela e Tenco se hospedaram antes do Festival San Remo.
Em 1973, o novo parceiro de Dalida foi Richard Chanfray (1940-1983), um alquimista com problemas psicológicos que dizia ter poderes paranormais como ressuscitar animais mortos e transformar metal comum em ouro e alegava ter 17 mil anos de idade e ser a reencarnação do misterioso Conde de Saint Germain (1696-1784). No começo os dois viveram um romance tórrido, mas depois de um certo tempo, Richard se revelou um homem agressivo, machista e insuportável. As brigas se tornam frequentes e Dalida tenta se separar dele, mas mudava de ideia sempre que ele fazia cenas de arrependimento e sentimentalismo tão intensas a ponto de ela ter compaixão e lhe conceder novas chances. Isso até 1981, quando Dalida finalmente decidiu romper o relacionamento.
Je suis Malade
(Eu Estou Doente)
Durante 31 anos de sucesso, Dalida tinha um incrível dom de transmitir alegria, carisma e otimismo, mas por dentro estava ferida profunda e sentimentalmente. Ela tinha de depressão e sofria de bulimia. Na infância, aos 3 anos, contraiu uma infecção nos olhos que a cegou por pouco tempo e a deixou estrábica. Era vítima de bullying de suas colegas de escola por usar óculos devido ao problema na visão e perdeu seu pai aos 12. Ela mesma revelou que aos 16 anos decidiu descartar seus óculos, se convencer de que era bonita e se vingou ao ser eleita a Miss Egito aos 21, sua primeira grande volta por cima. Após anos de buscas através da leitura sobre filosofia e psicologia e da religião e misticismo a fim de preencher o vazio que a jogara em profunda solidão em virtude de abandonos afetivos e juras não cumpridas, Dalida suicidou-se aos 54 anos de idade no dia 3 de maio de 1987
Antes de morrer, havia deixado uma carta a seu irmão Orlando e outra ao seu companheiro François Naudy, além de uma nota de suicídio ao seus fãs com a frase: "me perdoem, a vida se tornou insuportável para mim".
Fontes:
https://www.letras.com.br/biografia/dalida
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dalida
"Dalida" (trailer de Portugal legendado em português)
Músicas executadas no trailer interpretadas por Dalida (em ordem de execução):
"Besame Mucho"("Embrasse-Moi")
Música de Consuelo Velasquez
Adaptação para o francês de Pascal Sevran e Serge Lebrail
(P) 1976 Orlando International Shows / Universal Music Group
"Je Suis Malade"
Escrita por Serge Lama e Alice Dona
(P) 1973 Orlando International Shows / Universal Music Group
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