Portela

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Vamos comemorar que a campeã voltou! Portela!!! #PortelaCampeã
"O que é de verdade ninguém mais hoje liga: isso é coisa da antiga" - Ney Lopes e Wilson Moreira

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Elsa (Frozen) ♥

sábado, 31 de agosto de 2013

Eu Me Rendo!

Janis Joplin era boa e eu não sabia!



Janis Joplin em Copacabana, Rio de Janeiro, fevereiro de 1970.


Eu confesso que nunca fui de gostar de rock e blues psicodélicos, mas sempre me interessei em músicas autobiográficas, como as de Lupicínio Rodrigues, Roberto Carlos, Maysa, Renato Russo, Cazuza e das cantoras britânicas Amy Winehouse e Adele. E aí, no último dezembro, fui comprar a revista Rolling Stone Brasil com a intérprete de "Someone Like You" na capa. Ao ler esta matéria, que foi o objetivo de eu ter comprado a revista além da reportagem sobre o rei do baião Luiz Gonzaga, havia nela uma lista de cinco discos "que abriram o caminho para a explosão da Adele", entre eles, "Back To Black" (Universal Music, 2006) da Amy Winehouse e... Pearl (Discos CBS, hoje  Sony Music, 1971), da aloprada Janis Joplin (Janis Lyn Joplin, Port Arthur, Texas, 19 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 4 de Outubro de 1970), apesar de que apenas duas faixas são de sua autoria: "Move Over" e "Mercedes Benz" , esta em parceria com Bob Neuwirth e Michael McClure. Algumas faixas do último e considerado melhor álbum da carreira de Janis, segundo a Rolling Stone brasileira, revelam sua alma profunda e sofrida, como o clássico "Cry Baby" e a profética "Get It While You Can". Só recentemente, neste mês de agosto de 2013, ouvi no YouTube o álbum completo (incluindo as faixas bônus incluídas no CD relançado) de "Pearl" e, adivinhe: achei bacana! Antes disso eu, amante de biografias de cantores famosos, já tinha visto o documentário no YouTube "As Últimas Horas de Janis Joplin" exibida originalmente pela GNT. Um documentário que, como diz a roqueira e fã Pitty que foi a narradora, traz a gente pra dentro da cena e faz a gente se sentir como uma mosquinha. É uma pena que a perdemos tragicamente para as drogas,o mesmo problema que Amy, Whitney Houston e Elis Regina tiveram e que, assim como a Janis, eram as divas de talento indescritível.



Sua longa extensão vocal, sua presença de palco extravagante, os temas de dor e perda e a sua gargalhada contagiante eram suas marcas registradas e serão lembrados para sempre. Antes de Janis Joplin, as cantoras brancas americanas eram meiguinhas e comportadas, até que, no Festival Internacional de Música Pop de Monterey em 1967, ao interpretar "Ball and Chain" da blueswoman Big Mama Thornton, Janis, influenciada por outras grandes divas da black music como Etta James, Aretha Franklin e Billie Holiday, quebrou o tabu de que mulheres brancas não cantavam blues de músicos negros e arrepiou a platéia usando seus agudos impressionantes e sua interpretação frenética e desinibida. Repare no 3:28 do video abaixo a reação do público com a tal novidade. E, a partir daí, a apresentação fez com que Janis, em parceria com a banda Big Brother & The Holding Company, se tornasse uma estrela, sendo também considerada a rainha do rock and roll.






 http://youtu.be/X1zFnyEe3nE


A vida conturbada de Janis Joplin


Janis Joplin ainda menina com a mãe (primeira foto acima) e como adolescente comportada e bem vestida (segunda foto acima).


Tudo indica que Janis Joplin tinha uma infância feliz e tranquila. Sua mãe queria que ela fosse uma garota popular, elegante e vaidosa e trabalhasse como professora, mas, na adolescência, seu corpo deixava de se desenvolver e sua pele apresentava problemas de acne, fazendo com que seus colegas a rejeitassem e que Janis ficasse arrasada. A exclusão fez com que Janis se rebelasse mais ainda:ela passou a se vestir de preto e xingar palavrões. Quanto mais ela se rebelava, mais os colegas a isolavam. Mas Janis conseguiu refúgio na companhia de outros poucos excluídos que eram contra o status quo, o sistema e as regras que prevaleciam na época.
Rebeldes, Janis e o restante da turma atravessavam ilicitamente a fronteira com o estado de Louisiana onde, entre outras aventuras, encontravam o fruto proibido: a black music. Na época, a discriminação racial nos Estados Unidos estava no auge. Janis era da turma a que mais curtia jazz e blues em casas noturnas. Em uma dessas noites, os colegas e a futura cantora foram detidos por baterem o carro.
Em 1962, a jovem deixou a cidade natal e foi cursar artes na universidade de Texas, na cidade de Austin. Lá, ela encontrou pessoas da contracultura como ela, em especial, músicos, e começou a cantar blues e folk com amigos. Do Texas, Janis mudou-se para San Fancisco e trabalhou como cantora folk em cafés e bares. A jovem intensificou o uso de drogas, começou a usar heroína e bebia muito. Apesar de gostar da carreira musical, Janis achava que usar drogas era mais importante do que cantar. Ela teve que voltar a Port Arthur para se recuperar.
Ao retornar a San Francisco, em 1966, Janis, influenciada no blues, conhece Big Brother & The Holding Company, a banda que a levaria ao sucesso. No final de 1968, ao sair da Big Brother por desentendimentos, Janis Joplin, já no auge da carreira e do sucesso, queria incluir instrumentos de sopros em suas músicas e formou o grupo Kozmic Blues Band que a acompanhou no histórico festival Woodstock em 1969 e gravou o álbum "I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama!" (Discos CBS, hoje Sony Music, 1969). Apesar de ser premiado como disco de ouro, dos arranjos sofisticados e das reeleituras dos clássicos "To Love Somebody" dos Bee Gees e "Little Girl Blue" da dupla Lorenz Hart e Richard Rodgers, o álbum não teve o mesmo sucesso que os dois anteriores da cantora com a Big Brother & The Holding Company. A levada soul da nova banda não agradava aos críticos e nem tampouco aos fãs. A partir daí, Janis, que até então era a queridinha da mídia, recebia severas críticas da imprensa e isso a fez com que ela lamentavelmente se deprimisse e se afundasse ainda mais nas drogas. A cantora desmanchou a banda Kozmic Blues.
Em 1970, para tentar se livrar do vício da heroína, Janis quis se tratar num lugar bem distante: Rio de Janeiro, Brasil. Mas, em vez disso, durante sua estada, Janis bebeu muito, fez topless na praia de Copacabana, cantou em um bordel, foi expulsa do hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina, teve um breve caso com o roqueiro carioca Serguei (este que, até hoje, orgulhoso, usa camisetas estampadas com a frase "eu comi a Janis Joplin") e, por pouco, não foi presa pelas suas atitudes na praia, consideradas "fora do comum". Como era época de carnaval, Janis tentou participar do desfile da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, mas teve acesso negado por um segurança que desconfiou de seu traje hippie.
A volta por cima aconteceu com sua aliança à nova banda Full Tilt Boogie. Com ela, Janis resolveu parar de se drogar, conseguiu ótimos músicos, uma nova familia e uma forma de voltar à mídia e a ser admirada pelo público e gravou o último álbum de sua vida, "Pearl". No dia 3 de outubro de 1970, Janis visitou o estúdio Sunset Sound Recorders em Los Angeles, Califórnia, para ouvir o arranjo pronto da música profeticamente titulada "Buried Alive in the Blues" (Enterrada Viva no Blues), escrita por Nick Gravenites. Empolgada com o instrumental da canção, Janis colocaria a voz nela no dia seguinte. À noite, a cantora foi para o hotel e, no dia das gravações (4 de outubro), o empresário da banda John Cooke estranhou a ausência da cantora no estúdio e foi ao hotel onde a encontrou morta, vítima de overdose de heroína possívelmente combinada com efeitos do alcool. "Buried Alive in the Blues", mesmo sem a voz da Janis, foi incluída no álbum "Pearl" como faixa instrumental, já que a própria cantora adorou o arranjo da música. "Pearl" foi lançado meses depois de sua morte, tornando-se o álbum mais vendido e aclamado de Janis Joplin.
Em 1979 foi lançado o filme "A Rosa" ("The Rose", 20th Century Fox), baseado em sua vida e estrelado por Bette Midler. Em breve, será gravado a cinebiografia de Janis Joplin com a atriz Amy Adams no papel da cantora.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Eu sou uma moça velha...



Se você cantarolava a música da pipoca com guaraná, tinha um daqueles bichinhos de pelúcia da Parmalat e lembra que seu pai depositava seu dinheiro no Banco Bamerindus, significa que você está ficando velho (a)! Olha que bacana o video de alguns dos melhores jingles da propaganda brasileira feito pelo canal Ahsefordeu (www.youtube.com/ahsefordeu)


  http://youtu.be/N207gEd0fE8

sábado, 17 de agosto de 2013

Os 80 anos de Monarco

Feliz aniversário, Monarco!
clique na imagem para ampliar


Felicidades ao Hildemar Diniz, nome de batismo de um dos membros da Velha Guarda da Portela!!Muitas bênçãos e muito sucesso pela frente!!!

E vamos brindar com uma de suas músicas que ele considera o mais importante de sua carreira: "Tudo, Menos Amor" (em parceria com Walter Rosa), que foi gravado primeiramente pelo Martinho da Vila no início da década de 1970.




Video: http://youtu.be/CUwqUPLPWrA



Monarco 80 anos - o sambista conta a história da sua vida na Portela



Video: Samba de Raiz (fanpage do Facebook) - https://www.facebook.com/sambaeraiz
http://youtu.be/s1Q4YH8BcCU

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

TV Brasil de luto: morreu Luiz Carlos Pires


Faleceu na madrugada desta terça-feira (13/08) no Rio de Janeiro o profissional de televisão e produtor de cinema Luiz Carlos Pires Fernandes (1941-2013). Ele era diretor do programa "Musicograma", existente desde 2001 e exibido aos sábados na TV Brasil (que, aqui em Santa Catarina, é um canal transmitido somente através da antena parabólica). A cada episódio, "Musicograma" mostra dois grandes nomes da música brasileira e seus depoimentos, curiosidades e apresentações musicais registradas no acervo da emissora carioca da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Pires teve complicações depois de uma cirurgia para corrigir problemas circulatórios.
"Luiz Carlos começou sua carreira na TV Tupi em 1964, onde ficou até 1966. A partir de 1966, produziu alguns dos mais importantes filmes do cinema brasileiro, como 'A Hora e a Vez de Augusto Matraga' (1966), com direção de Roberto Santos, 'Todas as Mulheres do Mundo' (1967), com direção de Domingos de Oliveira, 'Garota de Ipanema' (1967), com direção de Leon Hirszman, e 'Bang Bang' (1971), com direção de Andrea Tonacci." (O Tempo)
Além da TV Tupi, Luiz Carlos Pires trabalhou na Rede Globo e na TV Educativa do Rio e participou da criação da TV Minas no final da década de 1980.
O corpo do produtor televisivo será enterrado em Belo Horizonte, Minas Gerais, sua terra natal.
Eu não o conheci pessoalmente, mas, como telespectadora da TV Brasil e do "Musicograma", eu tive o privilégio de eu ter sido adicionada por ele na sua lista de amigos de seu Facebook e de ter sido avisada por ele nas vezes em que o "Musicograma" eram sobre alguns dos meus artistas preferidos, como Rildo Hora e Monarco. Sua última atualização na rede social foi na quinta-feira passada (08/08) em que ele dizia que estaria ausente por alguns dias para se submeter a uma cirurgia de "recanalização fêmoro poplítea". Ninguém imaginava que esta seria uma mensagem de despedida.
No dia da sua morte, a equipe do "Musicograma" postou uma mensagem através da sua página do Facebook:

Hoje, foi habitar nos céus o nosso querido criador e diretor do programa Musicograma: Luiz Carlos Pires Fernandes.
Um homem que tinha profundo entendimento do que era Cultura, Música e Arte. Tinha mais de 50 anos de carreira e realizou muitos trabalhos jornalísticos, no cinema, na televisão etc. Nesta última área, dedicou a sua vida aos musicais!
Muita história, muitos anos dela, dedicados à antiga TVE e atual TV Brasil. Aonde ele foi o Diretor dos principais musicais da casa: 'A Vida é um Show', do 'Conversa Afinada' e 'Bossa Sempre Nova' e 'Cena Musical'.

Foi muita história e nós não poderíamos deixar de prestar uma singela homenagem a este que nos ensinou tanto.

Sentiremos muito a sua falta Luiz Carlos!

De toda equipe Musicograma.



O "Musicograma" deste sábado (17/08) será em homenagem aos 80 anos do cantor e compositor Monarco, da Velha Guarda da Portela.

Luiz Carlos Pires Fernandes durante a edição do "Musicograma" da TV Brasil.



Videos do telejornal Repórter Brasil (TV Brasil) noticiando a morte do produtor de TV.

Morre o cineasta Luiz Carlos Pires (reportagem)



http://youtu.be/222lhp_b0uE

 Morre o cineasta Luiz Carlos Pires  (homenagem)



http://youtu.be/91yX1eC2PO4


Video gravado em 2012 com Luiz Carlos Pires falando sobre sua direção do especial com Clara Nunes em 1979 na TVE (hoje TV Brasil)



http://youtu.be/9ckh1LOc1RQ


Descanse em paz, Luiz Carlos Pires, e que Deus te ponha em bom lugar.


domingo, 11 de agosto de 2013

O Perfil do Músico Rildo Hora

"Gaita de boca, olho de gato, música que sopra do coração. Assim é Rildo Hora."


Durante a sua estada no Rio Grande do Norte devido à sua participação no show do lançamento do CD da cantora potiguar Valéria Oliveira, o álbum do qual é o diretor, Rildo Hora deu uma breve entrevista a repórter Margot Ferreira no telejornal regional RJTV 1ª Edição da Inter TV Cabugi (afiliada da Rede Globo em Rio Grande do Norte). Se você admira este músico talentoso como eu, recomendo que veja, pois a entrevista é amável, animada e "da hora".



Link do Video:
http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/rntv-1edicao/videos/t/edicoes/v/quadro-cores-e-nomes-desta-semana-traz-o-perfil-do-maestro-rildo-hora/2749327/




http://youtu.be/w73-QUzSuiw

sábado, 10 de agosto de 2013

Curada!

Depois de um ano no hospital, Beth Carvalho festeja sua alta



Fãs de samba de raiz começaram a semana com uma boa notícia: aos 67 anos, Beth Carvalho recebeu alta depois de um pouco mais de um ano internada no hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro, por conta de complicações de uma cirurgia na coluna. Os problemas de saúde da Madrinha do Samba tiveram seu começo em 2006, quando ela passou a sentir fortes dores nas costas "causadas por uma artrose no fêmur só descoberta três anos depois. Beth foi operada em 2010 para colocar pinos provisórios no sacro, o osso base da coluna, e na bacia. A artista ficou sete meses sem poder sair da cama. Em junho do ano passado, foi forçada a voltar ao hospital devido a uma inflamação no local. Somente deixou o hospital na semana passada" (Jornal Zero Hora,Clic RBS , 04/08/2013). Ainda este ano, Beth foi homenageada no carnaval paulista pela escola de samba  Acadêmicos do Tatuapé, mas, devido à sua enfermidade, teve que se ausentar do desfile na avenida e foi substituída pela sua sobrinha, Lu Carvalho, também cantora.
Ao ser questionada pelo jornalista, repórter e fã assíduo de samba Chico Pinheiro numa matéria ao  "Fantástico" da Rede Globo sobre seu estado de espírito durante a internação, disse:
"Claro, claro que tem a tristeza junto porque eu sou humana, né? Mas muita certeza de que ia ficar tudo bem. Muitas orações, as pessoas... Quero agradecer muitíssimo a todos que rezaram por mim, que me deram essa alegria no hospital.  Como eu sou apaixonada pela vida, as pessoas ficavam impressionadas com o meu humor. Não sei se é porque eu tava cercada de gente competente, muitas técnicas, enfermeiras, médicos, todos muito bons, eu fiz aquilo ali minha casa. Fui levando mesa, fui levando baralho, fui levando vídeo. Porque a coisa não ia embora, não ia embora".
Além de ter recebido visitas de seus inúmeros amigos como Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz, para que a Beth marcasse presença no CD de estréia da Lu Carvalho, foi até montado um estúdio móvel no quarto do hospital.
No dia 31 de julho, Beth comemorou a sua recuperação com festa em sua casa em São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro (ver no site Ego) com seus amigos sambistas como Almir Guineto e Martinho da Vila e sua sobrinha Lu Carvalho que estava de aniversário no dia.
Com mais de 45 anos de carreira, Beth está ansiosa pra voltar aos palcos e planeja gravar mais um DVD ao vivo. Um motivo de ela dizer um verso de uma das músicas de seu último CD "Nosso Samba Tá na Rua": "tô feliz demais, sinto tanta paz, desta vez felicidade exagerou comigo."

Beth Carvalho e a sobrinha cantora Lu Carvalho, a aniversariante do dia, na comemoração da alta com roda de samba no dia 31 de julho (foto: Ego)

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Sim, ela existe!



Fotos: imagens encontradas no site de busca Google Imagens



Lembram daquela música que os personagens Seu Madruga e Professor Girafales cantaram, respectivamente, para o Chaves e para o Quico ao lhe ensinarem a tocar violão? Ela existe, sim e chama-se "Quiero Ver (Otra Vez)" que ficou famosa no Brasil pelo verso em português "Quero ver outra vez seus olhinhos de noite serena..." graças a um dos episódios do seriado mexicano exibido no SBT. A canção foi escrita e interpretada pelo Tata Nacho (Ignacio Fernández Esperón, Cidade de Oaxaca, 14 de fevereiro de 1894 - Cidade do México, 5 de junho de 1968), um dos cantores e compositores mais populares do seu país de origem.


Tata Nacho, o autor de "Quiero ver otra vez..."

No video a seguir, a versão completa da música




http://youtu.be/e7rJSu0k24I

Festa de Lançamento do "Clube do Samba" (Fantástico, 1979)

"Meninos da Mangueira" - Ataulpho Jr. e Diogo Nogueira no programa "Samba da Gamboa" na TV Brasil